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Jalles Machado Registra Lucro Líquido de R$ 85,1 Milhões na Safra 2023/24, com Queda de 87,7% em Relação ao Ano Anterior

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A Jalles Machado, renomada exportadora global de açúcar orgânico, divulgou seus resultados financeiros referentes à safra 2023/24, apresentando um lucro líquido consolidado de R$ 85,1 milhões. Esse valor representa uma significativa queda de 87,7% em comparação com o lucro de R$ 692,3 milhões registrado na temporada anterior de 2022/23.

Desempenho Financeiro

Durante o período, a receita líquida da empresa alcançou R$ 1,910 bilhão, o que representa um aumento de 11,8% em relação à safra anterior, que foi de R$ 1,450 bilhão. O Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado para a safra 2023/24 foi de R$ 1,207 bilhão, contra R$ 1,607 bilhão no ano anterior, marcando uma queda de 24,9%.

Desempenho no Último Trimestre

No quarto trimestre de 2024, a Jalles Machado registrou um lucro líquido de R$ 7,4 milhões, uma melhora significativa em relação ao prejuízo de R$ 56 milhões observado no mesmo período de 2023. A receita líquida do trimestre atingiu R$ 502,7 milhões, crescendo 86,5% em comparação ao quarto trimestre de 2023 (R$ 269,5 milhões). O Ebitda ajustado para o período foi de R$ 297,5 milhões, representando um aumento de 79,5% em relação a igual período do ano anterior (R$ 165,7 milhões).

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Considerações Financeiras

A empresa destacou que, para fins de avaliação, apresentou o conceito de lucro caixa, excluindo variações não caixa como ajustes no valor justo do ativo biológico, efeitos do IFRS 16 no CPV e no resultado financeiro, entre outros. O lucro caixa para a safra 2023/24 foi de R$ 225,8 milhões negativos, comparado a R$ 312,5 milhões negativos na safra anterior de 2022/23. A Jalles Machado atribui essa redução a um lucro menor devido aos preços mais baixos do etanol durante a safra, além de outros fatores como variações cambiais e operações contábeis.

Os resultados financeiros da Jalles Machado refletem os desafios enfrentados pelo setor sucroenergético durante o período da safra 2023/24, destacando a volatilidade dos preços e os impactos das variações cambiais no desempenho da empresa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do setor batem recorde e reforçam protagonismo mundial

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O algodão brasileiro segue ampliando sua relevância no comércio internacional e alcançou mais um resultado histórico em maio. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pela Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o país embarcou 291,2 mil toneladas da fibra no mês, o maior volume já registrado para maio. As vendas renderam cerca de R$ 2,25 bilhões, reforçando a força de uma cadeia que se consolidou como uma das mais competitivas do agronegócio nacional.

O desempenho ganha ainda mais relevância diante da expansão do mercado algodoeiro brasileiro nos últimos anos. O país disputa a liderança mundial das exportações da fibra e tem ampliado sua participação em mercados estratégicos da Ásia, principal destino da produção nacional. Com tecnologia, produtividade elevada e ganhos logísticos, o algodão deixou de ser uma cultura regional para se transformar em uma importante fonte de geração de renda e divisas para o país.

Na comparação com maio de 2025, os embarques cresceram 51,5% em volume, enquanto o faturamento avançou 45,3%. Embora o resultado tenha ficado abaixo das 370,4 mil toneladas exportadas em abril, o setor considera o movimento compatível com a sazonalidade do mercado e sem impacto sobre o excelente desempenho da temporada.

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Com o resultado de maio, o Brasil ultrapassou a marca de 3,1 milhões de toneladas exportadas no acumulado da temporada 2025/26, iniciada em julho do ano passado. O volume representa um novo recorde para a cotonicultura nacional e confirma a crescente demanda internacional pela fibra produzida no país.

Além dos números expressivos, o setor comemora a diversificação dos mercados compradores. Bangladesh liderou as importações em maio, absorvendo 21,1% dos embarques brasileiros. Na sequência aparecem Paquistão, com 19%, Turquia, com 14,2%, e Vietnã, com 13,4%. Juntos, Bangladesh e Paquistão responderam por aproximadamente 40% de todo o algodão exportado pelo Brasil no período.

A mudança no perfil dos compradores também chama atenção. Tradicionalmente um dos principais destinos da fibra brasileira, a China respondeu por 9,6% das compras em maio, participação inferior à observada ao longo da temporada. A Índia também reduziu suas aquisições após alterações em sua política de importação. Para o setor, a capacidade de ampliar vendas para diferentes mercados demonstra a competitividade do produto brasileiro e reduz a dependência de poucos compradores.

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O algodão já ocupa posição de destaque entre os produtos exportados pelo agronegócio. Em maio, a fibra respondeu por 1,41% de todas as exportações brasileiras e figurou entre os principais produtos agropecuários embarcados pelo país. O resultado reflete os investimentos realizados pelos produtores em tecnologia, qualidade da fibra, sustentabilidade e rastreabilidade, fatores cada vez mais valorizados pelos mercados internacionais.

Com a safra em expansão e a demanda global permanecendo aquecida, a expectativa do setor é de continuidade do bom desempenho nos próximos meses. O cenário reforça o protagonismo do algodão brasileiro no comércio mundial e consolida a cultura como uma das atividades mais dinâmicas e estratégicas do agronegócio nacional.

Fonte: Pensar Agro

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