AGRONEGÓCIO

ISLA Sementes presenteia clientes com envelopes históricos colecionáveis

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Foi com eles que tudo começou lá atrás, na década de 50. A Isla, desde o seu primeiro dia, usou envelopes de papel para acondicionar suas sementes. Logo depois, mais precisamente em 1967, adquiriu uma máquina originalmente desenvolvida para embalar pregos, que adaptada permitiu à empresa a produção de envelopes em grande escala. E já em 1969, com a inovação de embalagens aluminizadas hermeticamente fechadas, assinadas pelo slogan “À prova de umidade”, a Isla lançou a linha PAK, voltada ao consumidor final. Estas são apenas algumas curiosidades que são contadas através da programação visual dos envelopes que, sofrendo constantes atualizações no tempo, foi narrando os passos da empresa, e que agora são recordadas em uma série comemorativa.

Ao todo serão sete variedades de envelopes que serão enviados gratuitamente junto com os pedidos dos clientes feitos no site ou em ações promocionais da marca para que possam ser colecionados.

Para Camila Oliveira, designer da ISLA, criar essa nova versão dos envelopes foi um desafio empolgante.

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“A parte mais legal foi pesquisar, procurar e organizar esses envelopes para poder recriá-los à semelhança mais fiel possível dos originais, combinando com a necessidade de atualização de algumas informações técnicas. Foi um desafio empolgante!”

Andrei Santos, diretor de Planejamento Estratégica da marca, afirma que a ação resgata um pouco mais da marcante história da ISLA.

“É muito gratificante perceber o impacto da ISLA na vida de milhões de pessoas ao longo de todas essas décadas. Frequentemente as pessoas nos contam as suas lembranças de infância na horta, momentos inesquecíveis em família em que estava lá presente o “envelopinho” de sementes da ISLA. Essa conexão afetiva com a marca é incrível e queremos celebrá-la com esta série especial”, afirma Andrei.

Quer acompanhar esta série e se divertir com a evolução da marca ao longo dos seus quase 70 anos? Para receber um envelope promocional da empresa gaúcha, basta fazer uma compra no e-commerce da marca no site www.isla.com.br.

Fonte: Hochmüller

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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