AGRONEGÓCIO

Irrigação em expansão: Seis estados concentram quase 100% dos pivôs do Brasil

Publicado em

O Mapeamento Atualizado da Agricultura Irrigada por Pivôs Centrais no Brasil, realizado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), aponta que seis estados lideram na agricultura irrigada por pivôs centrais. Minas Gerais, Goiás, Bahia, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso concentram 92,5% da área equipada com pivôs centrais.

A Bauer do Brasil, especializada em fornecer equipamentos robustos e tecnológicos para a irrigação, destaca-se nesse panorama em expansão. De acordo com Rodrigo Parada, Co-CEO da Bauer do Brasil, a empresa não apenas acompanha de perto esse crescimento, mas também contribui ativamente para ele. O destaque para a Bauer do Brasil é o seu crescimento no número de revendedores entre 2021 e 2023. A empresa registrou um aumento de 300%, saltando de 25 para mais de 100 pontos de vendas.

A meta ainda inclui a expansão para novas regiões, consolidando uma ampliação geográfica considerável até o final deste ano. Essa expansão significativa é, em parte, atribuída à estratégica parceria estabelecida com a Coopercitrus, uma cooperativa que já possui aproximadamente 65 lojas distribuídas por todo o país.

Leia Também:  Preços do Açúcar Caem com Perspectivas de Melhor Oferta Global

Além disso, conforme o levantamento da ANA, o país também registrou aumento no número de pontos-pivôs, atingindo mais de 30 mil em 2022. Comparativamente a 2019, esse crescimento representa 370 mil hectares a mais (24%). Em uma perspectiva de longo prazo, em relação a 2010, houve um crescimento de 225%, equivalente a mais de 1 milhão de hectares.

Paulo Figueiredo, coordenador de mercado da Bauer do Brasil, explica que a concentração de pivôs centrais nas regiões apontadas pelo mapeamento é influenciada por alguns fatores, incluindo o uso da terra, aptidão agrícola, infraestrutura local e condições de mercado. A ênfase é dada ao potencial de aumento da produção agrícola e produtividade em áreas já dedicadas à agricultura quando o mercado de produtos agrícolas se torna mais atrativo.

“Como podemos observar que alguns estados reúnem todos os fatores e condições favoráveis para o uso da técnica de irrigação, em especial, por pivô central, é importante aproveitarmos o potencial dessas regiões para oferecer um produto que atenderá de forma adequada e completa o produtor rural”, pontua o especialista.

Leia Também:  Açúcar sobe nas bolsas internacionais, mas mercado interno segue pressionado pelo avanço da safra

Rodrigo Parada enfatiza que esse crescimento não é apenas um indicativo do sucesso da empresa, mas também reflete o compromisso contínuo com a inovação e a busca por soluções avançadas na agricultura. “O futuro da agricultura irrigada por pivôs centrais no Brasil é promissor, e a Bauer do Brasil desempenha um papel fundamental para a evolução desse setor”, completa.

Fonte: Bauer do Brasil

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

Published

on

Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

Leia Também:  Empresa Cuiabana de Saúde Pública convoca novos profissionais aprovados em processos seletivos

A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

Leia Também:  Cenoura: Preços Disparam em São Gotardo (MG) Após Chuvas Intensas
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA