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Ionóforos Mostram Eficácia no Controle da Coccidiose em Frangos de Corte

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Durante a Conferência Científica Latino-Americana da Poultry Science Association (PSA Latam), realizada em Foz do Iguaçu (PR), a Phibro Saúde Animal apresentou os resultados de um estudo sobre o controle da coccidiose em frangos de corte. O trabalho, intitulado “Eficácia e desempenho anticoccidiano em frangos de corte alimentados com diferentes ionóforos na presença de um desafio com Eimerias de campo do Brasil”, avaliou os ionóforos semduramicina, monensina e salinomicina em aves de 1 a 42 dias de idade.

Patricia Rocha, gerente sênior de Serviços Técnicos da Phibro, destacou que os resultados demonstraram que a semduramicina e a salinomicina são mais eficazes no controle da coccidiose sem comprometer o desempenho das aves. Esses ionóforos apresentaram escores de lesão mais baixos em comparação aos grupos controle e aos tratados com monensina, comprovando maior eficiência no combate à doença.

A especialista enfatizou ainda a importância da rotação de ionóforos de classes distintas, como a semduramicina (glicosídico) e a salinomicina (monovalente), para prevenir o desenvolvimento de resistência ao tratamento. O estudo foi conduzido com cepas brasileiras de Eimeria acervulina, Eimeria maxima e Eimeria tenella, parasitas responsáveis pela coccidiose em frangos. Patricia alertou que a eficácia dos ionóforos pode variar conforme a região e o histórico de programas anticoccidianos aplicados em cada localidade.

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Além do controle da coccidiose, os ionóforos semduramicina e salinomicina também promoveram melhor desempenho na conversão alimentar, aumentando a eficiência do aproveitamento da ração. Esses resultados reforçam a relevância de práticas de manejo adequadas para otimizar a produção e garantir a saúde dos animais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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USDA projeta exportação de 49 milhões de sacas e safra recorde no Brasil

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O Brasil deve exportar 49 milhões de sacas de café (60 kg) na safra 2026/27, volume que sinaliza uma retomada robusta do protagonismo brasileiro no mercado global. A projeção, divulgada nesta quarta-feira (03.06) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fundamenta-se na expectativa de uma safra nacional recorde, estimada em mais de 70 milhões de sacas.

O dado é um divisor de águas: enquanto o primeiro quadrimestre de 2026 acumulou apenas 11,5 milhões de sacas exportadas — uma queda de 24% frente ao mesmo período de 2025, fruto de estoques internos exauridos por safras anteriores limitadas — o USDA identifica, a partir de abril, o início de uma reversão dessa tendência, com a oferta crescendo para atender à forte demanda internacional.

Um dos pontos de maior atenção é a sinalização de avanço no acordo entre União Europeia e Mercosul. Atualmente, o Brasil já tem isenção tarifária para o café verde na Europa. Contudo, o produto de maior valor agregado — o solúvel, sobre o qual incide uma taxa de 9%, e o torrado e moído (7,5%) — ainda enfrenta barreiras que favorecem concorrentes como o Vietnã. A expectativa é que, com a gradativa redução dessas tarifas a zero nos próximos quatro anos, o café brasileiro ganhe um fôlego extra para dominar o mercado europeu.

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O USDA projeta que os estoques finais da safra 2026/27 alcancem 4,4 milhões de sacas, um aumento frente aos 3,8 milhões previstos para o ciclo atual. Com a promessa de uma colheita volumosa, superando a marca de 70 milhões de sacas, o Brasil tem potencial para elevar suas exportações em até 30%. O desafio agora é equilibrar essa oferta recorde com a volatilidade cambial e as variações climáticas que ditam o ritmo da porteira para fora.

Fonte: Pensar Agro

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