AGRONEGÓCIO

Inovações Tecnológicas na Pecuária de Leite: A Visão da Lely para a Fazenda do Futuro

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A Lely, empresa reconhecida por suas inovações no agronegócio, apresenta sua visão para a “Fazenda do Futuro”, caracterizada pela integração de sustentabilidade, automação e eficiência. Durante o evento denominado ‘Revolução Amarela’ (Yellow Revolution), realizado recentemente na Holanda, a companhia lançou três novos produtos que prometem transformar a pecuária de leite.

Os lançamentos incluem o Zeta, um sistema de ordenha que emprega Inteligência Artificial para otimizar tanto o processo quanto o bem-estar animal; o Juno Max, um empurrador de ração autônomo de alta capacidade; e o Discovery Collector C2, um sistema de limpeza adaptado para estábulos com camas de areia.

“O lançamento desses produtos representa um marco significativo para a Lely e para a indústria de laticínios, evidenciando o nosso compromisso com a inovação e a sustentabilidade no setor”, afirma Edison Acherman, gerente da Lely América Latina. Desde a introdução do conceito em 2005, a empresa já lançou 12 Revoluções Amarelas, incluindo inovações como Sphere, Exos e Horizon. Segundo Acherman, essa iniciativa promete um futuro em que as soluções caminham juntas para aprimorar as operações na pecuária leiteira.

“O Yellow Revolution é um momento crucial para a Lely, onde compartilhamos nossos novos produtos e nossa visão para o futuro da pecuária leiteira, demonstrando como nossas soluções tecnológicas podem auxiliar os produtores a alcançarem seus objetivos de maneira mais sustentável e eficiente”, conclui.

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Discovery Collector C2: Eficiência na Limpeza de Estábulos

O Discovery Collector C2 se destaca por sua abordagem inovadora na coleta de esterco, diferentemente de soluções convencionais que apenas o empurram. Com essa funcionalidade, o robô garante uma condução mais eficiente e permite a coleta frequente dos dejetos, proporcionando um ambiente mais limpo e saudável para os animais.

O funcionamento do robô envolve a pulverização de água frontal e traseira: a primeira umedece o estrume para facilitar sua absorção, enquanto a segunda promove a limpeza e melhora a aderência do piso. À medida que o tanque de estrume se enche, o volume de água diminui, otimizando o espaço. Os produtores podem ajustar os roteiros de limpeza facilmente por meio de um aplicativo, adaptando as operações às necessidades específicas da fazenda.

Juno Max: O Empurrador de Alimentos Autônomo

O Juno Max é o primeiro empurrador de alimentos verdadeiramente autônomo, projetado para propriedades de grande porte com 800 a 1000 vacas. Com capacidade para se locomover e empurrar ração em alta velocidade, ele opera eficientemente em terrenos irregulares e inclinações de até 20%, graças às suas três grandes rodas.

Equipado com um sistema de navegação livre, o Juno Max utiliza um scanner a laser lidar, odometria e um mapa virtual da propriedade para planejar sua própria rota. Além disso, a câmera estéreo multifuncional integrada mede o volume de ração disponível e identifica obstáculos no caminho.

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Lely Zeta: Inteligência Artificial ao Serviço da Ordenha

O sistema Lely Zeta consiste em uma rede de dispositivos equipados com câmera, iluminação LED e um minicomputador. Ao instalar os dispositivos no estábulo, o sistema proporciona uma visão abrangente do rebanho, monitorando as vacas 24 horas por dia. A combinação da câmera com a detecção de objetos por Inteligência Artificial permite o reconhecimento das vacas, seus comportamentos e eventos relevantes.

O monitor de estábulo com Inteligência Artificial (AI Barn Monitor) é configurado com dispositivos instalados acima do rebanho para monitorar a saúde e detectar o cio das vacas. Com isso, o Zeta notifica o produtor no momento ideal. As informações coletadas são processadas e disponibilizadas por meio de um aplicativo, facilitando a gestão da saúde do rebanho.

Com esses lançamentos, a Lely reafirma seu compromisso em liderar o caminho para um futuro mais sustentável e tecnologicamente avançado na pecuária de leite.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Safrinha de milho avança no Centro-Sul e produção brasileira deve se aproximar de 140 milhões de toneladas

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A colheita da segunda safra de milho 2026 segue avançando no Centro-Sul do Brasil e alcançou 4,4% da área cultivada até o início de junho, segundo levantamento da AgRural. O índice representa um avanço significativo em relação aos 2,4% registrados na semana anterior e supera o percentual de 1,9% observado no mesmo período da safra passada.

O desempenho dos trabalhos é liderado por Mato Grosso, principal produtor nacional do cereal, onde as condições de campo têm favorecido o avanço das colheitadeiras. Enquanto isso, Paraná e Mato Grosso do Sul começam a ganhar participação na colheita, embora em ritmos distintos.

Mato Grosso lidera colheita da safrinha

O estado de Mato Grosso continua puxando o ritmo da colheita nacional. Beneficiado pelo bom desenvolvimento das lavouras e pelas condições climáticas mais favoráveis, o estado apresenta perspectivas de produtividade acima da média e deve novamente responder por uma parcela importante da produção brasileira de milho.

No Paraná, segundo maior produtor da safrinha, os trabalhos ainda avançam lentamente devido aos elevados níveis de umidade nas áreas produtoras, o que dificulta a entrada das máquinas no campo.

Já em Mato Grosso do Sul, a colheita começou em áreas isoladas, marcando o início dos trabalhos no estado e ampliando a participação da região Centro-Oeste na oferta nacional do cereal.

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Estiagem reduz potencial em alguns estados

Apesar do bom desempenho observado em Mato Grosso, a revisão mais recente da AgRural trouxe ajustes negativos para algumas regiões produtoras.

A consultoria reduziu suas estimativas para Goiás, Minas Gerais e São Paulo em razão da estiagem registrada durante fases importantes do desenvolvimento das lavouras. A falta de chuvas comprometeu parte do potencial produtivo nesses estados, limitando os ganhos esperados para a temporada.

Mesmo assim, as perdas foram parcialmente compensadas pelos excelentes resultados projetados para outras áreas do Centro-Sul, especialmente em Mato Grosso, onde as produtividades seguem surpreendendo positivamente.

Produção da safrinha permanece acima de 108 milhões de toneladas

Após a revisão de maio, a estimativa da AgRural para a produção da safrinha 2026 passou para 108,2 milhões de toneladas, uma redução de apenas 900 mil toneladas em comparação com a projeção anterior.

O ajuste é considerado relativamente pequeno diante das dificuldades climáticas enfrentadas em algumas regiões e reforça o cenário de ampla oferta para o mercado interno e para as exportações brasileiras.

Brasil caminha para uma safra recorde de milho

Somando os volumes previstos para a primeira, segunda e terceira safras, a produção total de milho do Brasil na temporada 2025/26 deverá atingir 139,9 milhões de toneladas.

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O número representa crescimento em relação à estimativa anterior, de 138,9 milhões de toneladas, e um salto expressivo frente às 113,2 milhões de toneladas colhidas na safra 2024/25.

Caso o potencial produtivo seja confirmado, o país consolidará uma das maiores colheitas de milho de sua história, fortalecendo sua posição entre os principais exportadores globais do cereal.

Mercado acompanha avanço da oferta

Com a intensificação da colheita nas próximas semanas, o mercado passa a monitorar o impacto do aumento da oferta sobre os preços internos. Além disso, o comportamento das exportações, a demanda da indústria de etanol de milho e o consumo do setor de proteína animal serão fatores decisivos para a formação dos preços no segundo semestre.

A expectativa do setor é de que a entrada gradual da nova safra amplie a disponibilidade do cereal no mercado brasileiro, mantendo o país em posição estratégica para atender tanto o consumo doméstico quanto a demanda internacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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