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Inovação em Irrigação: Grupo Pivot Apresenta Tecnologia Avançada na Bahia Farm Show

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O Grupo Pivot é destaque entre os mais de 430 expositores confirmados para a 18ª edição da Bahia Farm Show, que ocorre de 11 a 15 de junho, em Luís Eduardo Magalhães. Com uma expectativa de público superior a 100 mil pessoas, o evento promete apresentar diversas inovações tecnológicas, incluindo o Custom Corner 9500CC Zimmatic, uma solução avançada de irrigação que utiliza o sistema de pivô corner.

Desenvolvido pela multinacional americana Lindsay, conhecida pelas marcas Zimmatic™ e FieldNET, o Custom Corner 9500CC oferece máxima eficiência em áreas com bordas irregulares. Como representante oficial da Lindsay no Brasil, o Grupo Pivot estará presente na exposição com uma estrutura demonstrativa desse novo modelo de irrigação por pivô central.

De acordo com João Morais, gerente da loja da Pivot em Luís Eduardo Magalhães, a região do oeste baiano tem se destacado nos últimos anos como um dos principais compradores de sistemas e peças de irrigação, impulsionando a demanda por soluções inovadoras como o Custom Corner 9500CC.

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Além da exposição de produtos e serviços, a Bahia Farm Show oferece uma programação diversificada de palestras e seminários sobre temas relevantes para o agronegócio, como avanço sustentável, agricultura de baixo carbono, governança corporativa, transição energética e os impactos da reforma tributária. O evento, realizado pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA) e pelo Instituto AIBA (IAIBA), promete contribuir para o compartilhamento de conhecimento e o fortalecimento do setor agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção deve atingir 4 milhões de toneladas e recorde nas exportações

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O Brasil deve consolidar em 2025/26 uma produção de algodão próxima de 4 milhões de toneladas, segundo nova revisão da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), reforçando a posição do país entre os maiores fornecedores globais da pluma e ampliando a dependência do mercado externo para absorção do excedente.

O volume projetado reflete um avanço da produtividade, especialmente em Mato Grosso — responsável pela maior parte da produção nacional — e na Bahia, com o ciclo favorecido por condições climáticas mais regulares. O país mantém uma área cultivada estimada em pouco mais de 1,6 milhão de hectares, concentrada em sistemas de segunda safra integrados à soja e ao milho.

Do total produzido, mais de 70% do algodão brasileiro é destinado ao mercado externo, o que transforma as exportações no principal eixo de sustentação da cadeia. Em 2026, os embarques devem superar 3,3 milhões de toneladas, o que coloca o país novamente entre os líderes mundiais ao lado de Estados Unidos e Austrália.

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A receita gerada pelo setor acompanha o ritmo do volume exportado e das cotações internacionais. Nos últimos ciclos, o algodão brasileiro tem movimentado algo próximo de US$ 6 bilhões a US$ 8 bilhões por ano em exportações, variando conforme preço da pluma e custo logístico. O desempenho reforça o peso do produto na balança comercial do agronegócio, especialmente em momentos de demanda aquecida pela indústria têxtil asiática.

A Anea também revisou para cima as projeções de safra para o ciclo seguinte, agora estimado em 3,96 milhões de toneladas em 2026/27. A entidade atribui o ajuste à combinação de preços ainda atrativos no mercado internacional e estabilidade relativa nos custos de produção, sobretudo fertilizantes, que vinham pressionando margens em anos anteriores.

Para o médio prazo, o setor projeta manutenção de patamares elevados de exportação, com volumes acima de 3 milhões de toneladas anuais, sustentados pela competitividade do algodão brasileiro em produtividade e escala.

Se confirmados os números, o país deve repetir um dos maiores ciclos da história recente do algodão, com forte dependência do comércio externo e crescente centralidade de Mato Grosso na formação da oferta nacional.

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Fonte: Pensar Agro

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