AGRONEGÓCIO

Início da Colheita do Milho Segunda Safra 2023/2024 no Mato Grosso do Sul

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Segundo o Projeto SIGA-MS da Aprosoja/MS, até 14 de junho, a colheita do milho segunda safra 2023/2024 atingiu 4,2% da área total no Mato Grosso do Sul. A região sul apresenta maior progresso, com 5,1% da área já colhida, seguida pela região central com 3,1%, e a região norte com 0,5%. Comparado ao mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 4,16 pontos percentuais na área colhida.

Expectativas para a Safra

Gabriel Balta, coordenador técnico da Aprosoja/MS, estima uma redução de 5,8% na área plantada na segunda safra em relação ao ciclo anterior, totalizando 2,2 milhões de hectares. A produção prevista é de 11,4 milhões de toneladas, indicando uma queda de 19,2% na comparação anual, com uma produtividade estimada de 86,3 sacas por hectare, redução de 14,2%.

Condições das Lavouras

As regiões oeste, centro, norte e nordeste do estado apresentam condições majoritariamente favoráveis para o desenvolvimento das lavouras, variando de 55,9% a 85,4% em boas condições. Já as regiões sudoeste, sudeste, sul-fronteira e sul mostram desempenho abaixo do esperado, com até 50% das lavouras em condições adversas.

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Cenário Econômico

Até 17 de junho de 2024, Mato Grosso do Sul havia comercializado 97,8% da safra de milho segunda safra 2023, com um avanço significativo de 11,80 pontos percentuais em relação ao ano anterior. O preço médio da saca de milho no estado foi de R$ 48,38 em 17 de junho de 2024, representando uma desvalorização de 1,53% na semana anterior, segundo dados da Granos Corretora.

Mais informações sobre o cenário das lavouras de soja e de milho, clima e mercado de grãos podem ser obtidas aqui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Programa que reduziu roubos no campo enfrenta gargalo de comunicação

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Responsável por um dos programas de policiamento rural mais abrangentes do País, o Paraná enfrenta um gargalo tecnológico que ameaça limitar os resultados obtidos nos últimos anos. Apesar da redução de 34,6% nos roubos em propriedades rurais desde 2022, as viaturas da Patrulha Rural da Polícia Militar ainda operam sem conexão via satélite em grande parte das áreas mais remotas do Estado, dificultando a comunicação em regiões sem cobertura de telefonia ou internet.

O problema afeta um programa que reúne 37.362 propriedades cadastradas e mais de 24,6 mil propriedades certificadas. Em 2025, testes realizados pelo próprio governo estadual em Londrina e Tamarana demonstraram a viabilidade do uso de internet via satélite nas viaturas, permitindo comunicação estável mesmo durante os deslocamentos por estradas rurais. Mais de um ano depois, porém, a tecnologia ainda não foi incorporada ao sistema.

A demora levou a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) a cobrar prioridade para a implantação do serviço nas equipes que atuam no campo. A entidade argumenta que a falta de conectividade compromete a capacidade de resposta da polícia justamente nas regiões mais afastadas dos centros urbanos.

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“O trabalho da Patrulha Rural é fundamental para a segurança no campo, mas ainda existe um problema que precisa ser resolvido. Em muitas regiões, o produtor não consegue contato com a polícia em situações de emergência porque não há sinal de telefonia ou internet. A tecnologia é indispensável para reduzir essa distância”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Segundo a Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, os testes realizados em 2025 apresentaram resultados considerados positivos e o relatório técnico foi encaminhado à Secretaria de Segurança Pública (Sesp). Em nota, a pasta informou que a Polícia Militar realiza levantamentos para equipar as viaturas da Patrulha Rural, Polícia Ambiental, Batalhão de Fronteira e Polícia Rodoviária, entre outras unidades.

Para Meneguette, os investimentos em conectividade deveriam priorizar o meio rural, onde as limitações de comunicação são maiores.

“Pela própria dimensão territorial, é impossível manter equipes em todos os locais com rapidez. Por isso, a comunicação é uma ferramenta estratégica. O Paraná construiu um modelo de segurança rural que se tornou referência para outros Estados, mas é preciso avançar em tecnologia para garantir que esse sistema continue eficiente”, diz.

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A discussão ocorre em um momento em que a criminalidade no campo exige respostas cada vez mais rápidas e em que Estados produtores buscam ampliar o uso de tecnologias de monitoramento e comunicação nas áreas rurais. Especialistas em segurança pública avaliam que a conectividade tende a se tornar um dos principais pilares do policiamento rural nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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