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Indústrias Suinícolas do Paraná Geram Mais de 4 Mil Empregos em 2023

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O Paraná registrou, em 2023, o maior aumento absoluto no número de empregos formais em frigoríficos que abatem suínos, conforme dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego. O Estado gerou 4.060 novos postos de trabalho, um crescimento de 17% em relação ao ano anterior. Esse aumento representou 67% do total de vagas criadas no Brasil no segmento de abate de suínos no período.

O Boletim de Conjuntura Agropecuária, produzido pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), também destacou dados relativos à produção de soja, ovos, feijão e leite no Estado, para a semana de 1º a 7 de novembro.

O Crescimento no Setor Suinícola

O crescimento no número de empregos formais no setor de frigoríficos paranaenses é significativo, refletindo uma recuperação na produção de carne suína. Com 4.060 novos postos, o Paraná se manteve como o segundo maior empregador no setor, atrás apenas de Santa Catarina, que registrou 33.657 vínculos ativos (28% do total nacional). O Rio Grande do Sul ficou em terceiro lugar com 18.092 postos de trabalho.

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A nível nacional, o Brasil apresentou um aumento de 5,4% no número de empregos formais em frigoríficos, com 6.072 novas vagas, atingindo um total de 119.555 postos na categoria. Por outro lado, o setor de criação de suínos, englobando produção de carne, banha e sêmen, registrou uma queda de 3,6% nas vagas formais, com o Paraná liderando essa redução, com 1.374 postos a menos, representando uma queda de 21% em relação ao ano anterior.

A veterinária do Deral, Priscila Cavalheiro Marcenovicz, analisou os dados e afirmou que o aumento de vagas nos frigoríficos está relacionado ao crescimento da produção de carne, enquanto a alta dos custos de produção pode ter impactado a manutenção de postos de trabalho nas granjas.

Dados Complementares

O Boletim também apresentou dados sobre a produção agrícola e pecuária do Estado:

  • Soja: O Paraná já plantou mais de 84% dos 5,8 milhões de hectares previstos para a safra 2024/25, com uma estimativa de produção de 22,4 milhões de toneladas, caso as condições climáticas permaneçam favoráveis.
  • Feijão: O preço da saca de feijão para os produtores paranaenses registrou queda de 13%, passando de R$ 306,88 para R$ 267,79, enquanto no varejo houve um aumento de 4%, com o pacote de 1kg subindo de R$ 7,38 para R$ 7,68.
  • Leite: O Paraná permanece como o segundo maior produtor de leite do Brasil, com 14,7% da produção nacional, atrás apenas de Minas Gerais, que responde por 25% da produção.
  • Ovos: A produção de ovos no Brasil atingiu 1,8 bilhão de dúzias no primeiro semestre de 2024, um aumento de 10% em relação ao ano anterior. O Paraná contribuiu com 99 milhões de dúzias, ocupando o oitavo lugar no ranking nacional.
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Como Receber o Boletim

Para receber os boletins do Deral, os interessados podem enviar um e-mail para [email protected] com o assunto “Inclusão – Boletim Conjuntural”.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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