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Índices Chineses Sobem com Recuperação Industrial e Setor Imobiliário em Expansão

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Os principais índices acionários da China registraram alta nesta quinta-feira, impulsionados pela retomada do setor imobiliário e pelo crescimento da atividade industrial, que apresentou expansão em outubro após seis meses de contração. Os dados positivos do Índice de Gerentes de Compras (PMI) oficial revelaram uma recuperação econômica que fortalece a expectativa dos investidores por novos estímulos econômicos do governo chinês.

O índice CSI300 subiu 0,04%, enquanto o SSEC, de Xangai, avançou 0,42%. Por outro lado, o índice Hang Seng, de Hong Kong, registrou queda de 0,31%. Zhiwei Zhang, economista-chefe da Pinpoint Asset Management, expressou otimismo: “Espero que o ímpeto econômico melhore moderadamente no quarto trimestre, com o afrouxamento das políticas monetária e fiscal”, afirmou. O setor imobiliário destacou-se com crescimento de 3,2% no mercado doméstico e de 1,4% no offshore.

Após fortes ganhos em setembro, o entusiasmo no mercado chinês diminuiu ligeiramente, mas as atenções se voltam para a próxima reunião do Comitê Permanente do Congresso Nacional do Povo, onde espera-se o anúncio de novas medidas de estímulo. Os investidores também acompanham o cenário global, especialmente as eleições presidenciais nos Estados Unidos, que podem influenciar os mercados asiáticos.

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Desempenho dos Mercados Asiáticos:

  • Xangai (SSEC): +0,42%, a 3.279 pontos
  • CSI300 (Xangai e Shenzhen): +0,04%, a 3.891 pontos
  • Hong Kong (Hang Seng): -0,31%, a 20.317 pontos
  • Tóquio (Nikkei): -0,5%, a 39.081 pontos
  • Seul (Kospi): -1,45%, a 2.556 pontos
  • Sydney (S&P/ASX 200): -0,25%, a 8.160 pontos

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne suína do Brasil crescem 8,3% em abril e faturamento supera US$ 328 milhões

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As exportações brasileiras de carne suína seguiram em forte ritmo de crescimento em abril de 2026, impulsionadas principalmente pela demanda dos mercados asiáticos. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal mostram que o Brasil embarcou 140 mil toneladas de carne suína no período, considerando produtos in natura e processados.

O volume representa alta de 8,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram exportadas 129,2 mil toneladas.

A receita obtida com os embarques também apresentou crescimento expressivo. Em abril, o setor faturou US$ 328,2 milhões, avanço de 8,8% frente aos US$ 301,5 milhões registrados no mesmo período de 2025.

Exportações acumuladas mantêm crescimento acima de 14%

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 532,2 mil toneladas, volume 14,2% superior ao registrado entre janeiro e abril do ano passado, quando os embarques totalizaram 466 mil toneladas.

Em receita, o avanço acumulado também foi significativo. O setor somou US$ 1,244 bilhão nos quatro primeiros meses do ano, crescimento de 14,1% na comparação com igual intervalo de 2025, que havia registrado US$ 1,090 bilhão.

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O desempenho reforça o momento positivo das proteínas animais brasileiras no mercado internacional, especialmente diante da ampliação da demanda em países asiáticos.

Filipinas lideram compras de carne suína brasileira

As Filipinas mantiveram a liderança entre os principais destinos da carne suína brasileira em abril. O país importou 35,9 mil toneladas, crescimento de 20,6% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem:

  • Japão: 16,6 mil toneladas (+131,9%)
  • China: 11,8 mil toneladas (-21,6%)
  • Chile: 11,1 mil toneladas (+22,8%)
  • Hong Kong: 8 mil toneladas (-34,3%)
  • Vietnã: 5,5 mil toneladas (+44,6%)
  • Argentina: 5,3 mil toneladas (-8,7%)
  • Singapura: 5,1 mil toneladas (-24,3%)
  • Uruguai: 4,6 mil toneladas (+12,7%)
  • México: 4,4 mil toneladas (-40,3%)

O forte crescimento das exportações para mercados de maior valor agregado, como o Japão, vem sendo observado com atenção pelo setor.

Ásia segue como principal motor das exportações

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, o fluxo internacional da carne suína brasileira continua bastante positivo em 2026, especialmente nos países asiáticos.

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De acordo com o dirigente, além da consolidação das Filipinas como principal destino das exportações brasileiras, mercados estratégicos vêm ampliando a demanda pela proteína animal produzida no Brasil.

O avanço consistente dos embarques reforça as perspectivas otimistas do setor para o restante do ano, sustentadas pela competitividade da produção brasileira e pela forte procura internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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