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Índices acionários europeus oscilam após efeito do estímulo chinês enfraquecer

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Os principais índices de ações na Europa apresentaram um comportamento volátil nesta quarta-feira, não conseguindo definir uma tendência clara, apesar da alta nas ações de recursos básicos. O apetite por risco, que havia se intensificado após o anúncio de um pacote de estímulo econômico na China, parece ter perdido força. O índice STOXX 600, por exemplo, registrava uma leve queda de 0,06%, cotado a 519,39 pontos.

A SAP se destacou negativamente, apresentando uma desvalorização de 3,6%, após a divulgação de uma reportagem que indicava que a desenvolvedora de software alemã está sendo investigada nos Estados Unidos por suposta prática de fixação de preços. Essa situação teve um impacto significativo, puxando o subíndice de tecnologia para baixo em 0,7%.

O setor de petróleo e gás foi o mais afetado, apresentando uma queda de 0,6%. As preocupações de que os planos de estímulo anunciados pela China não seriam suficientes para elevar a demanda pesaram sobre as ações do setor. Por outro lado, o setor de recursos básicos ajudou a suavizar as perdas, registrando um ganho de 0,2%, impulsionado pela alta dos preços do cobre, que atingiram máximas de mais de dois meses após o anúncio das medidas de estímulo.

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Além disso, o desempenho positivo das ações de empresas de luxo, como LVMH e Hermès, também contribuiu para o cenário de alta em algumas áreas.

Os investidores agora direcionam sua atenção para a saúde da economia dos Estados Unidos. Dados divulgados na terça-feira indicaram uma queda inesperada na confiança do consumidor americano em setembro, a mais acentuada desde agosto de 2021. Esse contexto levou os operadores a reconsiderarem suas expectativas, passando a ver uma probabilidade de 59% de um novo corte de 50 pontos-base pelo Federal Reserve em novembro.

Em termos de índices específicos, em Londres, o Financial Times avançava 0,22%, alcançando 8.300 pontos. Em Frankfurt, o DAX caía 0,46%, cotado a 18.909 pontos. Paris registrava uma queda de 0,34% no índice CAC-40, que se situava em 7.578 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib apresentava uma valorização de 0,15%, chegando a 33.932 pontos, enquanto Madrid via o índice Ibex-35 registrar uma leve alta de 0,02%, a 1.839 pontos. Por fim, em Lisboa, o índice PSI20 valorizava-se em 0,33%, alcançando 6.786 pontos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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