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Importações de Soja pela União Europeia Crescem 12% até 5 de Janeiro na Safra 2024/25

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As importações de soja pela União Europeia (UE) durante a safra 2024/25, que teve início em julho, chegaram a 6,96 milhões de toneladas métricas até o dia 5 de janeiro, representando um aumento de 12% em comparação com o mesmo período da safra anterior. Os dados foram divulgados pela Comissão Europeia na última terça-feira.

Além disso, as importações de farelo de soja também registraram crescimento significativo, atingindo 10,22 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 34% em relação ao volume importado no ano passado.

Principais Fornecedores de Soja e Farelo

Na atual temporada, os Estados Unidos se destacam como os principais fornecedores de soja para a União Europeia, com uma participação de 48% do total importado. O Brasil ocupa a segunda posição, com 35,5% de participação.

No que se refere ao farelo de soja, o Brasil lidera as exportações para a UE, com uma fatia de 48,5%, seguido pela Argentina, que responde por 39,6% do volume importado.

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Importações de Óleo de Palma

As importações de óleo de palma pela União Europeia, por sua vez, totalizaram 1,52 milhão de toneladas, representando uma queda de 18% em relação ao ano anterior.

Entretanto, a Comissão Europeia destacou que os dados de exportação de alguns países não estão completos. As informações de exportação da Itália estão incompletas nos últimos seis semanas, enquanto os dados da França estão faltando desde o início de 2024. Além disso, os dados de exportação da Bulgária e da Irlanda estão ausentes desde o começo do ano comercial de 2023/24.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

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