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IllyCaffè registra crescimento em todos os principais mercados forte aceleração da lucratividade EBITDA +18,6% em relação a 2022 lucro líquido + 67,2% em relação a 2022

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O Conselho de Administração da illycaffè S.p.A. aprovou o projeto de demonstrações financeiras da empresa controladora illycaffè S.p.A. e as demonstrações financeiras consolidadas para o ano fiscal do exercício fiscal de 2023.

Em 2023, as receitas do Grupo totalizaram 595,1 milhões de euros, registrando um aumento de 5,7% a taxas de câmbio constantes em comparação ao ano anterior (4,8% às taxas de câmbio atuais), impulsionado pelo crescimento em todos os principais mercados.

O EBITDA ajustado atingiu 92,8 milhões de euros, um aumento de 18,6% em relação ao ano anterior, apesar das pressões de margem contínuas devido a condições inflacionárias, impulsionadas pelo crescimento da receita e pela eficiência operacional.

A margem EBITDA ajustada em 2023 foi de 15,6%, um aumento de 1,8 ponto percentual em relação a 2022. O lucro líquido do grupo atingiu 23,7 milhões de euros, um aumento de 67,2% em relação a 2022, alinhado com o aumento do EBIT.

A posição financeira líquida totalizou 122,2 milhões de euros, melhorando 20,8% em comparação com o ano anterior. A geração de caixa no ano foi apoiada pela evolução positiva da lucratividade operacional e pela gestão eficaz do capital de giro, permitindo o financiamento de investimentos estratégicos nos negócios.

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Cristina Scocchia, CEO da illycaffè, comentou:

“2023 representa outro ano de crescimento recorde para a illycaffè, com aumento de dois dígitos no EBITDA e no lucro líquido, apesar da continuação das condições macroeconômicas desafiadoras. Estamos muito satisfeitos que nossa direção estratégica esteja produzindo os resultados esperados em termos de crescimento sustentável e lucrativo. Para apoiar os planos de desenvolvimento futuro, iniciamos um programa de investimento significativo com o objetivo de promover inovação e o crescimento multicanal. Especificamente, 120 milhões de euros foram alocados ao longo da duração do plano para dobrar a capacidade de produção de nossa unidade estratégica em Trieste.”

Em 2023, todos os principais mercados em que o Grupo opera registraram crescimento em comparação com 2022. Notavelmente, nos Estados Unidos, um mercado-chave na estratégia de crescimento do Grupo, as receitas aumentaram em +15,1% a taxas de câmbio constantes, impulsionadas principalmente pelo canal on-line.

Do ponto de vista do canal, o crescimento foi predominantemente impulsionado pelo Ho܂Re܂Ca. (+8,2% em comparação com 2022), apoiado por uma taxa positiva de aquisição de novos clientes, e pelas vendas on-line (+15,5% em comparação com 2022), devido ao forte desempenho dos e-Tailers, especialmente na Itália, nos Estados Unidos e na China.

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Em 2023, o Grupo continuou comprometido com sua estratégia de sustentabilidade, abrangendo todas as etapas da cadeia de valor, dos produtores de café aos consumidores finais, por meio de iniciativas de apoio às comunidades locais e adotando práticas sustentáveis, como a agricultura regenerativa. Além disso, em 2023, a illycaffè renovou seu compromisso com a economia circular, promovendo processos ambientalmente corretos e o gerenciamento responsável de recursos e materiais por meio de várias iniciativas de reciclagem de cápsulas.

Em 1º de outubro, para comemorar o Dia Internacional do Café, foi lançado o Arabica Selection Brasile Cerrado Mineiro, representando o primeiro café proveniente inteiramente da agricultura regenerativa.

Com base nas conquistas de 2023, a illycaffè prevê um crescimento contínuo da receita e uma lucratividade acelerada para 2024, apesar das complexidades do atual cenário macroeconômico e geopolítico.

Fonte: ADS Comunicação Corporativa

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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