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IFPA reúne líderes do setor em Campinas para discutir inovação, consumo e logística na cadeia de FFLVO

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Evento da IFPA promove debate estratégico sobre o futuro do FFLVO

A International Fresh Produce Association (IFPA) realizará, no dia 18 de março, em Campinas (SP), o Café da Manhã IFPA 2026, encontro que reunirá lideranças, produtores, varejistas e especialistas da cadeia de frutas, flores, legumes, verduras e ovos (FFLVO).

O objetivo do evento é promover um debate estratégico sobre os desafios e oportunidades do setor, reunindo diferentes elos da cadeia produtiva para discutir caminhos que ampliem a competitividade e a rentabilidade do segmento.

Tema do encontro destaca inovação, consumo e logística

Com o tema “Além da Safra: Inovação, Consumo e Logística para um FFLVO mais lucrativo”, o encontro propõe uma análise aprofundada das perspectivas do mercado para 2026.

A programação inclui um painel de especialistas que irão discutir fatores considerados decisivos para o desenvolvimento do setor, como ganho de eficiência, evolução do consumo e melhorias na logística, pontos fundamentais para o crescimento sustentável da cadeia produtiva.

Especialistas apresentam dados, tendências e perspectivas do setor

Durante o evento, representantes de diferentes segmentos do FFLVO irão compartilhar dados de mercado, tendências e projeções, oferecendo subsídios para a tomada de decisão de varejistas e demais agentes do setor.

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Entre os participantes confirmados estão:

  • Renato Opitz, diretor do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor);
  • Manoel Oliveira, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Horticultura (Ibrahort);
  • Ligia Falanghe Carvalho, sócia-diretora da Jaguacy e integrante do Conselho Brasil da IFPA;
  • Francisco Homsi, vice-presidente e Chief Customer Officer (CCO) da Rede OBA Hortifruti.

Os especialistas irão abordar oportunidades de crescimento e estratégias que podem fortalecer a competitividade do setor no cenário atual.

Debate busca soluções para toda a cadeia produtiva

Segundo Valeska Ciré, representante da IFPA no Brasil, a programação foi estruturada para oferecer conteúdo relevante e alinhado ao contexto econômico atual.

De acordo com ela, o objetivo é promover um ambiente de troca de informações que favoreça a geração de negócios em toda a cadeia, do produtor ao varejista, incluindo fornecedores de insumos e operadores logísticos.

A discussão será orientada por quatro pilares estratégicos da entidade:

  • Inovação e tecnologia, com foco em ferramentas e soluções que estão transformando a produção e a distribuição;
  • Tendências de consumo, analisando o comportamento do consumidor e as formas de agregar valor aos produtos;
  • Eficiência logística, buscando transformar desafios de transporte e armazenamento em vantagem competitiva;
  • Demandas do varejo, aproximando produtores e fornecedores das expectativas dos grandes compradores.
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Evento conta com patrocínio e apoio institucional

O Café da Manhã IFPA 2026, em Campinas, conta com o patrocínio das empresas associadas Igarashi, Produtores do Bem, IFCO, Berry Good, Forth Jardim, Norte Fruit, Bananas Correia, Joost Kalanchoe e Rei.

O encontro também recebe apoio institucional de CEASA Campinas, Ibrahort, Ibraflor, Instituto Agronômico (IAC) e da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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