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IFC Brasil 2025 destaca protagonismo feminino e troca de experiências na piscicultura

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Nos dias 2, 3 e 4 de setembro, o International Fish Congress & Fish Expo Brasil (IFC Brasil 2025) realiza o 6º Encontro Mulheres das Águas, evento que celebra histórias inspiradoras de mulheres líderes na piscicultura.

Nesta edição, o encontro amplia sua abrangência, reunindo representantes do Paraguai, Argentina e todas as regiões do Brasil, com uma delegação especial da Região Norte, apoiada pelo SEBRAE. O tema central é “Mulheres das Águas de Norte a Sul”, destacando trajetórias de superação e liderança em todo o país.

Inspiração e protagonismo feminino no setor

Segundo Eliana Panty, CEO do IFC Brasil:

“As mulheres já são maioria nos bancos das universidades, mestrados e doutorados. No campo, a cena não é diferente: são mulheres à frente de propriedades e nos mais diversos elos do setor, que podem, com suas histórias de vida, inspirar outras mulheres.”

O evento acontece no dia 3 de setembro, às 15h, na Arena Fish Expo, e inclui a exibição do teaser do documentário “Mulheres das Águas – Histórias de luta na Amazônia Brasileira”, que retrata trajetórias de determinação e protagonismo feminino em regiões tradicionais da piscicultura.

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Palestras, painéis e networking

O IFC Brasil 2025 também promove palestras, painéis e encontros de networking, incentivando a troca de experiências, aprendizados e boas práticas entre lideranças femininas do setor.

Para Altemir Gregolin, presidente do evento e ex-ministro da Pesca e Aquicultura:

“O IFC Brasil é um espaço para valorizar talentos, inspirar novas gerações e fomentar a diversidade no setor. A participação internacional e nacional mostra que a força feminina está presente em todos os elos da cadeia produtiva.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Projeto de R$ 20 bi da Ferrogrão ganha sinal verde para ligar Sinop a Miritituba

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou um dos impasses mais arrastados da infraestrutura nacional ao declarar a constitucionalidade da Lei 13.452/2017, norma que reduziu os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para permitir a implantação da Ferrogrão (EF-170). Por um placar de 9 votos a 1, o veredito joga por terra o principal obstáculo jurídico que mantinha congelado o projeto de 933 quilômetros de trilhos, planejado para ligar Sinop, no norte de Mato Grosso, ao porto fluvial de Miritituba, no Pará.

A decisão foi recebida pelo agronegócio como um marco regulatório essencial para atrair os R$ 20 bilhões em investimentos privados necessários para tirar a obra do papel. Sob a perspectiva macroeconômica, a Ferrogrão é vista como o eixo de ruptura da dependência crônica do modal rodoviário na BR-163, com potencial para reduzir em até 20% o custo do frete de commodities agrícolas, como soja e milho, ampliando a competitividade do produto brasileiro no mercado externo.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que atuou no processo, aponta que as regiões Norte e Centro-Oeste concentram atualmente cerca de 70% da produção nacional de grãos, mas os portos do Arco Norte escoam apenas 34% desse volume. A consolidação da ferrovia deve acelerar o redirecionamento desse fluxo, aliviando o gargalo logístico dos portos das regiões Sul e Sudeste, como Santos (SP) e Paranaguá (PR).

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O julgamento foi balizado pelo voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes, que rechaçou os argumentos de descumprimento de salvaguardas ambientais apresentados na ação original do PSOL. Moraes argumentou que o texto legal previu a devida compensação ecológica pela redução da unidade de conservação e destacou que o traçado ferroviário não intercepta terras indígenas homologadas, situando-se a quatro quilômetros da reserva mais próxima, a Terra Indígena Praia do Mangue.

O julgamento, que havia sido interrompido no ano passado, foi concluído com o voto do ministro Flávio Dino. Ao acompanhar o relator, Dino propôs condicionantes para a execução do projeto, determinando que qualquer alteração futura no perímetro da ferrovia não poderá afetar áreas indígenas em um raio de 250 quilômetros, além de defender que as comunidades tradicionais sejam ressarcidas ou tenham participação nos lucros caso sejam registrados impactos socioambientais imprevistos.

O único voto divergente foi do ministro Edson Fachin, que considerou inconstitucional a alteração de reservas ambientais por meio de Medida Provisória, rito utilizado na origem do projeto durante o governo de Michel Temer.

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Com o desfecho na Suprema Corte, o projeto da Ferrogrão sai da arena jurídica e ingressa na fase de viabilidade técnica. O Ministério dos Transportes informou que aguarda a conclusão da análise de modelagem de concessão e matriz de riscos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para estruturar o edital de leilão.

Lideranças do setor produtivo, como a Aprosoja Brasil, avaliam que a segurança jurídica conferida pelo STF deve acelerar o crivo da Corte de Contas, posicionando a ferrovia como um dos principais ativos de infraestrutura para captação de capital estrangeiro na América Latina nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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