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IFC Brasil 2024: Maior Edição da História Aguardada em Setembro no Paraná

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De 24 a 26 de setembro de 2024, Foz do Iguaçu, no Paraná, será o palco da sexta edição do International Fish Congress & Fish Expo Brasil (IFC Brasil 2024). Reconhecido como o maior fórum de debates e negócios no setor de aquicultura e pesca, o evento está prestes a bater recordes, prometendo superar os resultados impressionantes do ano passado. Os organizadores estão empenhados em oferecer a maior edição do IFC Brasil até hoje para um público altamente especializado.

A Comissão Organizadora do IFC Brasil 2024 está preparando uma programação marcante, com o objetivo de fomentar novas parcerias e aprofundar o conhecimento técnico necessário para o progresso do setor. O evento não apenas servirá como um ponto de encontro para os profissionais da aquicultura, mas também terá um impacto significativo em toda a cadeia de produção de alimentos, tanto no Brasil quanto internacionalmente. “Queremos tornar o pescado brasileiro uma proteína competitiva com os principais players globais”, afirma Eliana Panty, CEO do IFC Brasil & Fish Expo.

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Em 2023, o IFC Brasil alcançou a impressionante marca de R$ 180 milhões em negócios, com a feira envolvendo 150 empresas expositoras e patrocinadoras. O evento contou com a participação de 3.100 congressistas, tanto presenciais quanto online, de todo o Brasil e de países vizinhos. Esse sucesso consolidou o IFC Brasil como uma plataforma de lançamento para inovações e parcerias estratégicas no mercado global de pescados.

A última edição do evento destacou-se pela geração de resultados comerciais significativos, quase dobrando os valores de 2022. Esse êxito evidencia o potencial do Brasil como um líder emergente na produção aquícola, aproveitando suas vantagens naturais e a crescente demanda global por pescados.

Tecnologia e Inovação em Foco

A Fish Expo, feira de negócios, é uma das principais vitrines para tecnologias avançadas na área de aquicultura. A edição de 2023 atraiu empresas relevantes para o setor, com destaque para participantes dos Estados Unidos, Chile e Oriente Médio, interessados nas inovações brasileiras que promovem eficiência e sustentabilidade na produção de pescados.

Para Participar

O IFC Brasil é correalizado pela Fundep e pela Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná). Para mais informações, acesse o site ifcbrasil.com.br. Para vendas e reservas de estandes, entre em contato pelo e-mail [email protected].

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cerrado Mineiro tem um dos melhores rendimentos dos últimos anos

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A colheita do café arábica chegou a 99% nas propriedades acompanhadas pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), no Cerrado Mineiro. Além do avanço dos trabalhos, o beneficiamento apresenta rendimento médio de 455 litros de café colhido para a formação de uma saca de 60 quilos, um dos melhores resultados registrados nos últimos anos.

O levantamento considera a situação das lavouras até 11 de setembro. Aproximadamente 90% da produção já passou pelo beneficiamento, etapa em que são retiradas a casca, a palha e as impurezas para obtenção dos grãos que serão classificados e comercializados.

O resultado de 455 litros por saca indica uma relação favorável entre o volume retirado da lavoura e a quantidade de café beneficiado. Quanto menor o volume de frutos necessário para formar uma saca de 60 quilos, melhor tende a ser o aproveitamento industrial da produção.

Esse rendimento ajuda a compensar parte dos custos da colheita, da secagem e do beneficiamento. Para o produtor, significa obter mais sacas comerciais a partir do mesmo volume colhido, embora o resultado financeiro também dependa da qualidade da bebida, da classificação dos grãos e dos preços negociados.

O Cerrado Mineiro reúne cerca de 4,5 mil produtores em 55 municípios e possui aproximadamente 255 mil hectares cultivados. A região produz, em média, 6 milhões de sacas por ano, equivalentes a 12,7% da produção brasileira, e comercializa café com mais de 30 países.

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A cafeicultura regional também se diferencia pela Denominação de Origem Cerrado Mineiro, a primeira reconhecida para cafés no Brasil. O selo identifica produtos cultivados dentro da área delimitada e que atendem aos critérios de origem, rastreabilidade e qualidade.

A etapa final da colheita está concentrada principalmente no recolhimento dos frutos que caíram no chão. A Expocacer estima que esse café represente cerca de 30% do volume da safra. Aproximadamente 80% dessa parcela já foi recuperada.

O índice médio de catação, que representa a retirada de grãos defeituosos durante o beneficiamento, está próximo de 21%. O percentual foi influenciado justamente pela maior participação do café recolhido do chão, normalmente mais sujeito à umidade, fermentação e contato com impurezas.

As chuvas registradas entre os dias 5 e 9 de setembro impediram o encerramento completo da colheita. A umidade elevada do solo dificultou o tráfego das máquinas e interrompeu temporariamente o recolhimento em algumas propriedades. Como a maioria das áreas já concluiu o trabalho, o avanço do percentual restante ocorre de forma mais lenta.

As precipitações, por outro lado, estimularam a abertura das primeiras flores da próxima safra. A florada observada corresponde, em média, a 33% do potencial estimado para as lavouras acompanhadas pela cooperativa.

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Nas áreas que produziram menos nesta temporada, a abertura das flores foi mais intensa e uniforme. Nas lavouras que sustentaram cargas elevadas, a florada apresentou menor intensidade, comportamento relacionado ao esforço realizado pelas plantas durante a formação da safra atual.

A continuidade das chuvas poderá favorecer uma segunda florada de proporção semelhante. O restante do potencial deve se distribuir entre outubro e novembro, conforme a disponibilidade de umidade e as condições de temperatura.

A abertura das flores é uma sinalização positiva, mas ainda não garante o tamanho da próxima produção. Para que se transformem em frutos, as lavouras precisarão de umidade suficiente durante o pegamento, a formação dos chumbinhos e o início da granação.

Com a safra atual praticamente recolhida, rendimento de beneficiamento favorável e as primeiras flores abertas, o Cerrado Mineiro encerra um ciclo e inicia outro. O acompanhamento das chuvas e o manejo nutricional e fitossanitário das lavouras serão decisivos para transformar o potencial observado agora em produção na próxima colheita.

Fonte: Pensar Agro

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