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Ibovespa Registra Alta Modesta Impulsionada pela Vale; Usiminas Sofre Grande Queda

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Nesta sexta-feira, o Ibovespa apresentou uma leve alta, beneficiado principalmente pelos papéis da Vale, que se destacaram com resultados trimestrais positivos e um aumento no preço do minério de ferro no mercado internacional. Por outro lado, as ações da Usiminas enfrentaram uma queda significativa após a divulgação de um balanço abaixo das expectativas.

Por volta das 10h45 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira avançava 0,21%, atingindo 126.214,62 pontos. O volume financeiro negociado estava em 2,52 bilhões de reais.

Nos Estados Unidos, o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) subiu 0,1% no último mês, conforme previsto, após permanecer estável em maio. Em termos anuais, o PCE aumentou 2,5%, frente a 2,6% no mês anterior. Excluindo alimentos e energia, o PCE subiu 0,2%, superando a expectativa de 0,1% e o aumento de 0,1% registrado em maio.

Apesar dos dados, os futuros de juros nos EUA ainda refletem a expectativa de que o Federal Reserve manterá as taxas de juros inalteradas na próxima reunião, com um possível corte inicial em setembro e mais dois cortes até o final do ano.

As bolsas em Wall Street abriram em alta, enquanto o rendimento do título de 10 anos do Tesouro dos EUA estava em 4,1919%, comparado a 4,256% no dia anterior.

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Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, comentou sobre os dados recentes: “Os últimos indicadores econômicos e de mercado de trabalho sugerem uma desaceleração da inflação, prevendo um pouso suave até o final do ano, sem recessão. Esse cenário é positivo para o Fed, mas não é suficiente para iniciar um ciclo de cortes de juros.”

Destaques do Mercado
  • Vale ON avançava 1,45%, impulsionada pelo aumento dos futuros do minério de ferro e por um resultado operacional no segundo trimestre de 3,99 bilhões de dólares, ligeiramente abaixo das estimativas de 4,06 bilhões. A mineradora também anunciou juros sobre capital próprio de aproximadamente 2,09 reais por ação.
  • Usiminas PNA caiu 15,82% após reportar um Ebitda ajustado de 247 milhões de reais no segundo trimestre, uma redução de 33% em relação ao ano passado e abaixo da expectativa média de 444,7 milhões de reais. A empresa projeta um aumento nos preços do aço devido à desvalorização do real.
  • JBS ON valorizava-se 4,72%, beneficiada pela elevação da recomendação dos analistas do JPMorgan, que passaram de “neutra” para “overweight”, com o preço-alvo elevado de 27 para 37 reais.
  • Braskem PNA subia 1,06%, após a prévia operacional do segundo trimestre mostrar um aumento de 4% nas vendas de resinas no mercado brasileiro, totalizando 824 mil toneladas.
  • Petrobras PN cedia 0,32%, acompanhando a fraqueza dos preços do petróleo, com o barril de Brent cotado a 81,59 dólares, uma queda de 0,95%.
  • Itaú Unibanco PN recuava 0,06%, enquanto Bradesco PN avançava 0,08%, refletindo dados do Banco Central que mostraram um aumento de 2,4% nas concessões de crédito em junho e uma leve elevação na inadimplência.
  • Banco do Brasil ON perdia 0,41% e Santander Brasil UNIT caía 0,51%.
  • Multiplan ON subia 0,29%, após reportar um Ebitda de 389,64 milhões de reais no segundo trimestre, alta de 5,5% ano a ano, e um aumento nas vendas dos lojistas.
  • Hypermarcas ON recuava 1,54%, com um Ebitda de 755,1 milhões de reais, uma queda de 4,5% em relação ao ano anterior, e uma redução na receita líquida para 2,19 bilhões de reais.
  • Americanas ON, que não faz parte do Ibovespa, avançava 2,63% após o conselho de administração homologar parcialmente um aumento de capital de 24,5 bilhões de reais, com aporte de acionistas e credores.
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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Conectividade 4G e 5G no campo cresce 81% no Brasil e acelera digitalização do agronegócio

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A cobertura de redes móveis 4G e 5G em áreas agrícolas do Brasil registrou crescimento expressivo entre 2024 e 2025, avançando de 18,7% para 33,9%, segundo o Indicador de Conectividade Rural da ConectarAGRO. O aumento de 81% evidencia a aceleração da transformação digital no campo e em setores que dependem de operações distribuídas em larga escala.

A expansão da conectividade ocorre em um momento em que a digitalização de cadeias produtivas ganha força no país. Setores como agronegócio, logística, energia e utilities ampliam investimentos em automação, análise de dados e sistemas de monitoramento em tempo real, impulsionados pela maior disponibilidade de redes móveis em áreas antes com baixa cobertura.

Conectividade impulsiona gestão inteligente no agronegócio e na logística

Com o avanço do 4G e 5G, cresce também o volume de dados gerados por máquinas, veículos e equipes em campo. No agronegócio, a conectividade já permite maior integração entre operações agrícolas, gestão de frotas e sistemas de monitoramento remoto, ampliando a eficiência operacional.

A logística brasileira, que movimenta cerca de R$ 1,5 trilhão por ano, também é um dos principais setores beneficiados pela evolução da conectividade. O uso de dados em tempo real permite otimizar rotas, reduzir custos operacionais e melhorar a previsibilidade das entregas, especialmente em um país de dimensões continentais.

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Dados em tempo real se tornam ativos estratégicos nas operações

A digitalização das operações transformou veículos e máquinas em fontes contínuas de informação. Dados de localização, desempenho, consumo de combustível, manutenção e segurança passaram a ser coletados em tempo real, permitindo maior controle operacional.

No entanto, o principal desafio das empresas não está mais na coleta de dados, mas na capacidade de transformar essas informações em decisões rápidas e eficientes. A visibilidade operacional passou a ser um diferencial competitivo em mercados cada vez mais dinâmicos.

Segundo especialistas do setor, o acesso imediato às informações permite reduzir o tempo de inatividade, melhorar o planejamento logístico e aumentar a eficiência no uso de recursos, especialmente em operações distribuídas.

Operações em campo exigem tecnologia robusta e conectividade contínua

A necessidade de acesso contínuo a dados é ainda mais crítica em setores que atuam em ambientes remotos ou de alta complexidade operacional, como mineração, energia, utilities, transporte e agronegócio.

Nesses segmentos, a continuidade das operações depende diretamente da capacidade de comunicação entre campo e centros de controle. Por isso, cresce o uso de dispositivos robustos, projetados para suportar condições extremas e garantir acesso a sistemas corporativos mesmo em ambientes adversos.

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Além de ampliar a produtividade, essas soluções contribuem para a segurança operacional, reduzem falhas e aceleram a resolução de incidentes, fatores essenciais para operações de grande escala.

Transformação digital redefine gestão de frotas e operações móveis

A evolução da conectividade e o aumento do volume de dados disponíveis estão redefinindo a gestão de frotas no Brasil. O foco das empresas deixa de ser apenas a mobilidade e passa a ser a inteligência operacional baseada em dados.

Nesse contexto, a capacidade de transformar informações em decisões estratégicas se torna determinante para aumentar a eficiência, reduzir custos e garantir competitividade em um ambiente cada vez mais digital e integrado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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