AGRONEGÓCIO

hsm+Agro 2025: Em Brasília, evento reunirá líderes do agronegócio para discutir inovações e estratégias

Publicado em

Conectando o futuro do agronegócio

O hsm+Agro 2025, evento dedicado à gestão, inovação e aos desafios do agronegócio brasileiro, será realizado no dia 12 de agosto de 2025, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF). Organizado pela HSM, plataforma de educação corporativa, e pela MCI, líder global em conferências profissionais, o evento reunirá mil participantes, incluindo produtores rurais, empresários, executivos, e líderes do setor agropecuário, para discutir os principais temas que moldam o futuro da produção de alimentos, bioenergia e fibras no Brasil.

Temas centrais do hsm+Agro 2025

Com um formato inovador, o hsm+Agro 2025 abordará tópicos cruciais para o setor, como tecnologia, inovação, gestão, sucessão, liderança, governança, finanças, geopolítica e sustentabilidade. Especialistas de renome, tanto nacionais quanto internacionais, estarão presentes para compartilhar insights e discutir soluções para os desafios enfrentados pelo agronegócio brasileiro.

Rodadas de negócios e networking: Oportunidades para o setor agropecuário

Além das palestras e discussões, o evento contará com momentos exclusivos de networking e rodadas de negócios. Esses espaços oferecerão aos participantes a oportunidade de expandir suas conexões, explorar novas parcerias e conhecer soluções inovadoras para o setor. Será também uma excelente oportunidade para a apresentação de cases de sucesso e melhores práticas no agronegócio.

Leia Também:  Forseed conquista a quarta posição no mercado nacional e expande sua linha de produtos
Perspectivas para o futuro do agro brasileiro

Segundo Poliana Abreu, diretora de conteúdo da HSM, o objetivo do hsm+Agro 2025 é unir temas atuais com palestrantes de destaque, proporcionando um ambiente de reflexão e aprendizado para os participantes. “Trazemos esse conceito para o agronegócio, um setor vital para a economia brasileira, que enfrenta desafios e precisa de discussões construtivas para avançar”, afirma Poliana.

Vânia Carvalho, diretora de operações e negócios da HSM, destaca que o evento se diferencia por seu foco no conhecimento estratégico. “Enquanto muitos eventos no setor agropecuário têm caráter expositivo, o hsm+Agro 2025 é voltado para a discussão profunda e o impulso de conhecimento entre os líderes do agronegócio”, explica.

Palestrantes confirmados e temas de destaque

Entre os palestrantes já confirmados para o hsm+Agro 2025 estão:

  • Marcos Troyjo, diplomata e economista, presidente do New Development Bank e ex-vice-ministro da Economia do Brasil.
  • Mary Niconiello, sócia-fundadora da Faamily e diretora do Centro de Empresas Familiares do ISE/IESE.
  • Guilherme Gennari, especialista em ciência, inovação e estratégia.

Esses nomes de peso compartilharão suas experiências e conhecimentos, enriquecendo a programação do evento com perspectivas globais e insights valiosos para o futuro do agronegócio.

Leia Também:  Conab Atualiza Sistema para Submissão de Pedidos de Subvenção de Produtos Extrativos
Oportunidade única para o agro nacional

Com um formato inovador, o hsm+Agro 2025 se apresenta como uma plataforma única para o aprofundamento de temas estratégicos e o fortalecimento de conexões no agronegócio.

Site Instagram LinkedIn

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Receita das cooperativas do agro cresce R$ 49 bilhões

Published

on

As cooperativas agropecuárias brasileiras ampliaram a receita em aproximadamente R$ 49 bilhões em 2025, mas encerraram o ano com redução nas sobras destinadas aos associados. O resultado mostra que o crescimento das operações não foi suficiente para compensar o aumento dos custos financeiros, industriais e logísticos enfrentados pelo setor.

Os dados estão no Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026, divulgado na sexta-feira (31.07) pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

A movimentação financeira das cooperativas do agro passou de aproximadamente R$ 438,2 bilhões em 2024 para R$ 487,3 bilhões no ano passado, crescimento de 11,2%.

As sobras fizeram o caminho inverso. O valor caiu de cerca de R$ 30,2 bilhões para R$ 29,2 bilhões, redução de 3,3%. Na prática, o setor movimentou mais dinheiro, mas terminou o exercício com aproximadamente R$ 1 bilhão a menos em resultados.

No cooperativismo, as sobras correspondem ao valor que permanece depois do pagamento dos custos, despesas e obrigações. A assembleia dos associados decide quanto será distribuído aos cooperados e quanto ficará na organização para reforçar o capital, formar reservas ou financiar novos investimentos.

O valor recebido por cada associado costuma ser calculado de acordo com sua movimentação. Podem ser considerados o volume de produção entregue, as compras realizadas e a utilização dos serviços oferecidos pela cooperativa.

A queda das sobras ocorre em um momento de margens apertadas no campo. Juros elevados, custos de armazenagem e transporte, despesas industriais e preços menores para algumas commodities pressionaram os resultados das cooperativas e dos produtores.

Leia Também:  Deputados defendem novo teto para o Fundo da Terra e da Reforma Agrária: R$ 400 mil

A relação entre as sobras e a movimentação financeira caiu de aproximadamente 6,9% em 2024 para 6% em 2025. O indicador não equivale à margem de lucro de uma empresa convencional, mas ajuda a mostrar que uma parcela maior da receita foi absorvida pelas despesas.

Mesmo com a redução no resultado, o agro manteve ampla liderança dentro do cooperativismo nacional. O segmento respondeu por 57,4% de toda a movimentação financeira das cooperativas brasileiras.

O País encerrou 2025 com 1.254 cooperativas agropecuárias e 1,13 milhão de produtores associados. Essas organizações mantiveram 277,2 mil empregos diretos, quase metade dos postos de trabalho gerados por todo o sistema cooperativista.

A importância para o produtor vai além da comercialização. As cooperativas participam de 53% da produção brasileira de grãos, possuem 25% da capacidade nacional de armazenagem e respondem por 22% da carteira de crédito rural, segundo o anuário.

Essa estrutura permite que produtores negociem insumos em maior escala, armazenem a colheita, industrializem matérias-primas e vendam a produção de forma conjunta. Em regiões com pouca concorrência ou infraestrutura insuficiente, a cooperativa pode ser o principal canal de acesso a crédito, assistência técnica e mercado.

O segmento mantinha 10,7 mil profissionais de assistência técnica e extensão rural em 2025. São agrônomos, veterinários, técnicos agrícolas e outros profissionais que atendem os associados no planejamento das lavouras, na sanidade dos rebanhos e na gestão das propriedades.

Os ativos das cooperativas agropecuárias chegaram a R$ 340,1 bilhões, alta de 10,6%. O valor inclui armazéns, indústrias, máquinas, estoques, créditos e outros bens e direitos controlados pelas organizações.

Leia Também:  Brasil deve embarcar 7,958 milhões de toneladas de milho em novembro

O crescimento patrimonial pode ampliar a capacidade de receber, processar e comercializar a produção. Ao mesmo tempo, exige capital para manter as estruturas em funcionamento, especialmente em um período de juros elevados.

No mercado externo, 140 cooperativas venderam aproximadamente R$ 96 bilhões em produtos em 2025. O volume representou 10,3% das vendas internacionais do agronegócio brasileiro.

Café, carnes de aves e suínos, farelo e óleo de soja ficaram entre os principais produtos comercializados. China, Japão, Estados Unidos, Alemanha e Países Baixos foram os maiores destinos.

A participação internacional, porém, está concentrada. Apenas dez cooperativas responderam por 67% do valor vendido ao exterior. O dado mostra que a maior parte das organizações ainda enfrenta dificuldades para alcançar outros países, seja por falta de escala, estrutura logística, certificações ou regularidade na oferta.

Para o produtor, o desempenho de uma cooperativa não deve ser avaliado apenas pelo faturamento. Preço pago pela produção, custo dos insumos, qualidade da assistência técnica, capacidade de armazenagem, nível de endividamento e sobras devolvidas ao associado são indicadores mais próximos do resultado efetivo dentro da propriedade.

Considerando todos os ramos, o cooperativismo brasileiro movimentou R$ 848,4 bilhões em 2025. O sistema reuniu 4.400 cooperativas, 29 milhões de associados e 613,4 mil empregados. O agro permaneceu como o principal responsável pelas receitas e pelos empregos.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA