AGRONEGÓCIO

Hortitec 2024: Inovações em hortifrúti ganham destaque com lançamentos na BASF

Publicado em

A Hortitec 2024, principal evento hortícola da América Latina, promete ser palco de importantes lançamentos da BASF. A empresa trará três novos produtos voltados para o manejo de pragas e doenças nas plantações, destacando-se pela inovação em dois princípios ativos revolucionários.

Compromisso com o setor hortifrúti

A BASF, através de sua Divisão de Soluções para a Agricultura, investe significativamente em Pesquisa e Desenvolvimento para apoiar os produtores hortícolas. Com foco no mercado brasileiro, a empresa destaca-se por introduzir tecnologias avançadas que beneficiam a produtividade e a sustentabilidade das culturas.

Novos produtos para manejo de doenças e insetos

Entre os destaques, estão os fungicidas Melyra® e Mibelya®, ambos utilizando o ativo Revysol®, que proporciona alta eficácia e flexibilidade no controle de doenças como pinta-preta, Antracnose e Oídio em cultivos de citros, tomate, maçã e batata. Além desses, a BASF apresenta o inseticida Vinquo®, com a molécula Inscalis®, que se destaca pelo controle eficaz de pragas sugadoras como a Mosca-branca.

Porta-enxertos para tomate indeterminado

No segmento de sementes e hortaliças, a marca Nunhems, da BASF, lança três novos híbridos de porta-enxerto para tomate: Encatcher, Enholder e Enbracer, que se juntam ao já reconhecido Enpower®. Essas novas variedades foram desenvolvidas para aumentar a eficiência e sustentabilidade na produção, oferecendo resistência a doenças como Verticilio, Fusarium e Ralstonia, adaptando-se a diferentes condições de cultivo.

Leia Também:  Dia de Campo de Verão C.Vale: inovações impulsionam o desempenho na produção animal
Compromisso com a qualidade e segurança alimentar

Além dos avanços em produtos agrícolas, a BASF reforça seu compromisso com a rastreabilidade dos alimentos, garantindo mais segurança e qualidade para os consumidores. O estande da empresa na Hortitec será uma oportunidade para os visitantes conhecerem de perto essas inovações e práticas agrícolas sustentáveis que são incentivadas em toda a cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Cota da China se aproxima do limite e pressiona preço do boi gordo no Brasil; mercado reage com recuo nas praças e ajustes no abate

Published

on

O mercado físico do boi gordo voltou a registrar pressão nas cotações da arroba ao longo da última semana no Brasil, mesmo com a oferta ainda ajustada e dificuldade na composição das escalas de abate pelos frigoríficos. O movimento é influenciado principalmente pela expectativa de esgotamento antecipado da cota de importação da China, principal destino da carne bovina brasileira.

Segundo analistas de mercado, o cenário adiciona incertezas ao fluxo de exportações no curto prazo e leva a indústria a revisar sua estratégia de abate e compra de gado no país.

Possível esgotamento da cota chinesa aumenta pressão sobre frigoríficos

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias, os frigoríficos já operam testando preços mais baixos diante da aproximação do preenchimento da cota anual da China, estimada em 1,106 milhão de toneladas.

A expectativa é de que esse limite seja atingido entre junho e julho, o que pode gerar uma redução temporária da demanda chinesa pela carne bovina brasileira, afetando diretamente a formação de preços no mercado interno.

“Essa cota está para ser preenchida entre os meses de junho e julho, o que deve fazer com que o Brasil passe a contar com uma ausência parcial e temporária do principal mercado para a carne bovina brasileira”, explica Iglesias.

Com isso, a indústria tende a ajustar o ritmo de abates, reduzindo turnos e elevando a ociosidade das plantas frigoríficas, em um movimento de adequação à nova dinâmica de demanda.

Leia Também:  Safra de algodão 2025/26 deve recuar 7%, aponta StoneX
Arroba do boi recua nas principais praças brasileiras

Mesmo com oferta limitada de animais, as cotações da arroba do boi gordo apresentaram queda em importantes regiões produtoras do país. Confira os preços registrados no dia 18 de junho na modalidade a prazo:

  • São Paulo (Capital): R$ 350,00/@ (-1,41%)
  • Goiás (Goiânia): R$ 325,00/@ (-4,41%)
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 325,00/@ (-1,52%)
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 345,00/@ (-2,82%)
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 350,00/@ (-2,78%)
  • Rondônia (Vilhena): R$ 335,00/@ (-2,90%)

O movimento reflete a tentativa dos frigoríficos de recompor margens em um cenário de maior incerteza no fluxo exportador.

Atacado do boi tem estabilidade, mas demanda segue sob atenção

No mercado atacadista, os preços se mantiveram estáveis ao longo da semana. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 21,70/kg e o traseiro a R$ 27,00/kg, sem variações em relação ao período anterior.

Apesar da estabilidade, analistas apontam expectativa de recuperação pontual nos próximos dias, impulsionada por fatores sazonais de consumo. Ainda assim, a menor competitividade frente à carne de frango segue como limitador para altas mais consistentes.

Leia Também:  Gestão Municipal apresenta proposta de inovação para todo estado
Exportações brasileiras seguem em forte crescimento em junho

Mesmo com a pressão no mercado interno, as exportações de carne bovina do Brasil seguem em ritmo forte em junho.

Até o momento (9 dias úteis), o país exportou:

  • US$ 850,786 milhões em receita
  • 129,685 mil toneladas embarcadas
  • Preço médio de US$ 6.560,40 por tonelada

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • Alta de 44,0% na receita média diária
  • Crescimento de 19,6% no volume exportado
  • Aumento de 20,4% no preço médio

Os dados reforçam a força do Brasil no comércio global de proteína bovina, mesmo em um ambiente de maior volatilidade no mercado físico interno.

Mercado do boi entra em fase de ajuste com atenção ao cenário externo

O mercado brasileiro do boi gordo encerra a semana sob influência direta do cenário internacional, especialmente das relações comerciais com a China. A possível mudança temporária no fluxo de exportações, somada aos ajustes da indústria frigorífica, tende a manter a volatilidade nas cotações no curto prazo, enquanto o desempenho das exportações segue sendo fator de sustentação para o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA