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Higiene e sanitização dos ovos são essenciais para qualidade e segurança na produção avícola

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A produção de ovos desempenha papel estratégico no mercado de proteína animal, e garantir a qualidade do produto depende diretamente de boas práticas de higiene nas granjas, bem como na lavagem e sanitização dos ovos. Segundo a Chemitec Agro-Veterinária, especializada em soluções para a saúde de animais, essas medidas não só atendem às exigências sanitárias como também agregam valor ao produto final.

Riscos de contaminação e importância da higienização

De acordo com Leonardo Peres, médico-veterinário e Gerente Regional da Chemitec, apesar da casca aparentemente resistente, os ovos são suscetíveis a contaminação por Salmonella e outros patógenos, que podem ocorrer durante a postura, manuseio, armazenamento ou transporte.

“A falta de higienização e processos inadequados de lavagem aumentam o risco de transmissão de doenças aos consumidores. Além disso, ovos limpos, uniformes e sem manchas têm maior aceitação no mercado interno e externo”, explica Peres.

Boas práticas de higienização em granjas

A Chemitec orienta que os produtores sigam alguns procedimentos essenciais:

  • Desinfecção da granja: limpeza completa da incubadora, remoção de sujeira, aspiração de poeira, higienização e enxágue com solução desinfetante, incluindo controle de temperatura.
  • Coleta frequente dos ovos: evita exposição prolongada a fezes, penas e sujeiras.
  • Lavagem e sanitização: uso de detergentes adequados e sanitizantes eficientes para eliminar microrganismos.
  • Armazenamento correto: controle de temperatura e umidade no local para preservar a qualidade dos ovos.

“Essas práticas não devem ser vistas como custo, mas como investimento estratégico. Elas protegem a produção, fortalecem a imagem da granja e aumentam a rentabilidade”, acrescenta Peres.

Desinfetante Glutam®: proteção eficiente para granjas e indústrias

Entre os produtos da linha de desinfetantes da Chemitec, o Glutam® se destaca por sua ação bactericida, fungicida e viricida. Pode ser aplicado em ambientes com aves, suínos, bovinos e também em indústrias leiteiras e avícolas.

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Sua composição inclui 50% de glutaraldeído, com rápida ação contra bactérias e eficácia contra fungos e vírus, e 50% de cloreto de benzalcônio (amônia quaternária), eficiente contra microrganismos em geral.

“O uso de produtos como o Glutam® é essencial para o manejo sanitário, redução da disseminação de doenças e garantia do bem-estar animal”, reforça Peres.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Ampliação do Pronampe pode ajudar micro e pequenas empresas a reorganizar dívidas, mas exige cautela jurídica e financeira

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A recente ampliação das condições de crédito para micro e pequenas empresas no âmbito do Desenrola 2.0 reacendeu a discussão sobre o papel do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) como instrumento de reestruturação financeira. Com o aumento do limite de crédito, prazos mais longos e carência estendida, a medida é vista como uma alternativa para negócios ainda pressionados pelos efeitos econômicos da pandemia.

Pronampe volta ao centro da estratégia de recuperação financeira

A nova configuração do programa pode representar uma oportunidade para empresas que enfrentam dificuldades de caixa e precisam reorganizar passivos acumulados nos últimos anos. No entanto, especialistas destacam que a decisão de contratação deve ser tomada com cautela e planejamento.

De acordo com a advogada Milena Xavier Linhares de Andrade Viola, o cenário atual exige uma avaliação estratégica mais rigorosa por parte dos empresários, especialmente daqueles que já recorreram a linhas de crédito durante a pandemia.

“Tivemos no país um número significativo de empresas que ingressaram com ações revisionais ou até recorreram à recuperação judicial justamente por não conseguirem arcar com os contratos firmados em um cenário de grande instabilidade econômica”, explica.

Crédito pode ajudar na reorganização, mas eleva responsabilidade financeira

Segundo a especialista, o aumento do limite do Pronampe pode ser utilizado como ferramenta de reestruturação, desde que bem planejado. A estratégia, em alguns casos, permite a substituição de dívidas antigas por uma nova operação de crédito mais organizada.

“Esse novo crédito, se bem estruturado, pode permitir a quitação de dívidas anteriores e a reorganização do passivo empresarial”, destaca Milena.

No entanto, o ambiente econômico atual é diferente daquele observado em 2020, especialmente devido ao patamar elevado da taxa básica de juros, o que encarece o custo do crédito e exige maior cautela na tomada de decisão.

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Juros altos elevam risco de endividamento adicional

Para a advogada, o principal alerta está na possibilidade de as empresas assumirem compromissos acima da sua real capacidade de pagamento, o que pode transformar uma solução emergencial em um novo problema financeiro.

“Não se trata mais de um crédito barato. Muitas empresas podem ser levadas a contratar valores mais altos sem uma análise aprofundada da capacidade de pagamento que possuem, o que pode agravar o endividamento”, afirma.

Entre os riscos apontados estão o comprometimento do fluxo de caixa no médio prazo, a substituição de dívidas antigas por novas obrigações igualmente onerosas e a falsa percepção de segurança em função das garantias públicas do programa.

Mesmo com esses mecanismos, o crédito continua sendo exigível, podendo resultar em cobranças, execuções judiciais e impactos patrimoniais relevantes para empresas e, em alguns casos, sócios.

Planejamento financeiro e análise jurídica são fundamentais

Diante do cenário, especialistas reforçam que a adesão às novas condições do Pronampe deve ser precedida de análise detalhada da situação financeira da empresa, com projeções realistas de pagamento e avaliação do custo efetivo total da operação.

“A análise contratual, a avaliação de riscos e a definição da melhor estratégia de reestruturação financeira devem ser feitas com acompanhamento jurídico especializado. Isso garante mais segurança e evita que a empresa transforme uma oportunidade em um passivo ainda maior”, conclui a advogada.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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