AGRONEGÓCIO

Hidrogênio Verde: Desafios Logísticos no Nordeste Impulsionam Investimentos em Infraestrutura

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Durante o World Hydrogen Summit & Exhibition, realizada nesta segunda-feira (13), representantes da Sudene e do Consórcio Nordeste discutiram o potencial do Nordeste brasileiro para a produção de hidrogênio verde, um combustível considerado essencial para o futuro sustentável. O evento enfatizou a necessidade de investimentos em infraestrutura logística para apoiar a cadeia de valor do hidrogênio na região.

Potencial Energético do Nordeste

Com 80% da energia renovável do Brasil sendo gerada no Nordeste, a região se destaca como um polo promissor para a produção de hidrogênio verde. Com uma vasta infraestrutura eólica e solar, o Nordeste apresenta condições ideais para a produção desse combustível limpo, que é obtido por meio da eletrólise da água, utilizando energia renovável e sem emitir CO2.

Investimentos Necessários

Para viabilizar a produção em larga escala e distribuição do hidrogênio verde, será fundamental investir na construção e requalificação de gasodutos e da malha ferroviária na região. O superintendente da Sudene, Danilo Cabral, ressaltou a importância desses investimentos, destacando os esforços do governo federal, especialmente por meio do Novo PAC, para modernizar a infraestrutura regional.

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Perspectivas Futuras

Além da produção de hidrogênio verde, a região Nordeste também se destaca na produção de energia solar e eólica, com 67% dos projetos em construção no Brasil concentrados na região. Isso demonstra o potencial do Nordeste para liderar a transição energética no país e se tornar um importante polo de produção de energia limpa e renovável.

Missão Internacional e Parcerias

A participação da Sudene e do Consórcio Nordeste no World Hydrogen Summit faz parte de uma missão internacional que inclui encontros com autoridades europeias para debater pautas ambientais e promover parcerias estratégicas. Essa iniciativa visa fortalecer a posição do Nordeste como líder na produção de energias renováveis e impulsionar o desenvolvimento sustentável na região.

A produção de hidrogênio verde no Nordeste não apenas representa uma oportunidade econômica significativa, mas também contribui para a redução das emissões de carbono e para a construção de um futuro mais sustentável e resiliente para o Brasil e o mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

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A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

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A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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