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Handebol define campeões dos JECs 2026 em finais disputadas no Ginásio Dom Aquino

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As finais do handebol dos Jogos Estudantis Cuiabanos (JECs) 2026 movimentaram o Ginásio Dom Aquino, reunindo atletas, professores e torcedores em disputas equilibradas que definiram os campeões da modalidade na categoria A, destinada a estudantes de 15 a 17 anos.

No feminino, o IFMT Campus Octayde Jorge da Silva conquistou o título após vencer a Escola Estadual da Polícia Militar Tiradentes por 11 a 10, em uma partida decidida nos detalhes. Com o resultado, o IFMT garantiu o primeiro lugar, enquanto a Escola Militar Tiradentes ficou com a segunda colocação.

Na decisão masculina, o Colégio Ibero-Americano confirmou o título ao superar a Escola Estadual da Polícia Militar Tiradentes por 30 a 10. O IFMT completou o pódio da categoria ao conquistar a terceira colocação.

A classificação final do handebol ficou definida da seguinte forma:

Feminino

1º lugar: IFMT Campus Octayde Jorge da Silva

2º lugar: Escola Estadual da Polícia Militar Tiradentes

Masculino

1º lugar: Colégio Ibero-Americano

2º lugar: Escola Estadual da Polícia Militar Tiradentes

3º lugar: IFMT Campus Octayde Jorge da Silva

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Coordenador da modalidade, o professor Austerclínio destacou o envolvimento dos estudantes durante a competição e a importância do evento para a formação esportiva dos jovens.

“Mais uma vez, o handebol mostrou a força do esporte escolar em Cuiabá. Tivemos equipes comprometidas, partidas equilibradas e um ambiente de respeito entre os participantes. O mais importante é ver os estudantes vivenciando valores como disciplina, trabalho em equipe e superação”, afirmou.

O secretário municipal de Esporte e Lazer, Jefferson Neves, ressaltou o papel dos Jogos Estudantis na promoção da integração entre as escolas e no incentivo à prática esportiva.

“Os Jogos Estudantis Cuiabanos são uma oportunidade para que nossos jovens desenvolvam suas habilidades esportivas e fortaleçam valores importantes para a vida. A participação das escolas e o empenho dos atletas demonstram a relevância desse projeto para a comunidade escolar”, declarou.

Os Jogos Estudantis Cuiabanos 2026 tiveram início em maio e seguem até 30 de junho, com disputas em diversas modalidades esportivas. A competição reúne estudantes de escolas públicas e privadas da capital, promovendo integração, convivência e o fortalecimento do esporte educacional.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Milho pode perder o equivalente a 87 quilos de ureia por hectare

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Um estudo realizado durante duas safras de milho na Argentina mostrou que o uso de um inibidor de urease pode reduzir pela metade, ou até mais, a quantidade de nitrogênio perdida para a atmosfera depois da adubação. Nos ensaios, a ureia convencional perdeu até 20% do nutriente aplicado, enquanto a tratada com o inibidor limitou as perdas a, no máximo, 7%.

O trabalho foi conduzido em campo pelo Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (Inta), na região argentina de Paraná, nas temporadas 2024/25 e 2025/26. O objetivo era comparar o comportamento da ureia comum com o de uma formulação tratada para retardar a volatilização de amônia.

A volatilização ocorre quando parte do nitrogênio presente na ureia se transforma em amônia e escapa para a atmosfera. Isso significa que uma parcela do fertilizante comprado, transportado e distribuído na lavoura deixa de estar disponível para as raízes do milho.

A urease é uma enzima naturalmente presente no solo e responsável por acelerar a transformação da ureia. O inibidor desacelera esse processo durante alguns dias, ampliando a possibilidade de o fertilizante ser incorporado ao solo pela chuva e reduzindo sua exposição na superfície.

Para fazer a comparação, os pesquisadores aplicaram doses de 100 e 200 quilos de nitrogênio por hectare, além de manter uma área sem adubação. As aplicações foram realizadas após chuvas de 24 a 39 milímetros, quando o solo ainda estava úmido e apresentava condições favoráveis à volatilização. As perdas foram acompanhadas nos dias seguintes.

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A maior liberação de amônia pela ureia convencional ocorreu entre o segundo e o terceiro dia depois da aplicação. Na safra 2024/25, entre 14% e 15% do nitrogênio aplicado com essa fonte foi perdido. Com o inibidor, o índice caiu para uma faixa de 6% a 7%.

Na temporada 2025/26, a diferença aumentou. A ureia convencional perdeu entre 13% e 20% do nitrogênio, enquanto a formulação tratada ficou entre 5% e 6%. Os resultados mostram que o inibidor não elimina a volatilização, mas reduz de maneira significativa o volume desperdiçado em situações de maior risco.

Na prática, o prejuízo pode ser expressivo. Em uma adubação de 200 quilos de nitrogênio por hectare, uma perda de 20% representa 40 quilos do nutriente. Como a ureia contém aproximadamente 46% de nitrogênio, isso equivale a cerca de 87 quilos do fertilizante por hectare.

Com o inibidor, a perda observada na mesma dose corresponderia a aproximadamente 22 a 30 quilos de ureia por hectare. Na maior diferença registrada pelo estudo, o tratamento preservou o equivalente a cerca de 65 quilos de ureia em cada hectare.

Se a tonelada do fertilizante custar R$ 3 mil, apenas para ilustrar o tamanho econômico do problema, a perda máxima identificada no estudo corresponderia a R$ 261 por hectare. Em uma lavoura de mil hectares, o desperdício chegaria a R$ 261 mil. O uso do inibidor poderia preservar até R$ 196 mil desse valor, antes de descontar o custo adicional do tratamento.

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O estudo, entretanto, não encontrou diferença estatística de produtividade entre a ureia convencional e a tratada. Os rendimentos variaram de 5.277 a 11.915 quilos de milho por hectare e responderam principalmente à quantidade de nitrogênio aplicada.

Isso significa que conservar mais nitrogênio no solo não garante, isoladamente, uma colheita maior. A resposta do milho também depende da disponibilidade de água, da fertilidade, do potencial da lavoura e do equilíbrio com os demais nutrientes. O benefício imediato demonstrado pela pesquisa foi a redução do desperdício, e não um aumento comprovado da produtividade.

Os resultados também não significam que o inibidor será economicamente vantajoso em todas as aplicações. A decisão depende da diferença de preço entre as duas fontes, do risco de volatilização, das condições do solo e da possibilidade de chuva suficiente para incorporar a ureia depois da adubação.

Embora tenha sido realizado na Argentina, o estudo ajuda a dimensionar um problema enfrentado pelos produtores brasileiros. Ele mostra que, sob condições favoráveis à volatilização, o prejuízo não está apenas na eventual perda de rendimento da lavoura, mas no fertilizante pago pelo produtor que desaparece antes de cumprir sua função.

Fonte: Pensar Agro

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