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Grandes Empacotadores Buscam Lotes de Feijão, Com Preços Variando de R$ 230 a R$ 250

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Nesta quarta-feira (28), grandes empacotadores buscaram adquirir lotes significativos de feijão, oferecendo preços de até R$ 250 por lote. Já os empacotadores menores apresentaram ofertas variando entre R$ 230 e R$ 240. Se os vendedores aceitassem essas ofertas, seriam vendidas dezenas de cargas em um único dia. Com muitos produtores estabelecendo o preço alvo de R$ 250, o mercado está absorvendo estoques de feijão com pequenos defeitos por valores em torno de R$ 230. Para mercadorias com defeitos mais graves, os preços tendem a ser ainda menores, de acordo com a gravidade do problema.

O cenário atual revela uma triste realidade: no Mato Grosso e em outros estados, a desinformação propagada gratuitamente por meio do WhatsApp levou muitos produtores a acreditarem, no ano passado e no início deste ano, que os preços continuariam a subir indefinidamente. Aqueles que optaram por não vender feijão por R$ 350/370, baseados em informações de especuladores e na expectativa de preços acima de R$ 400, agora se deparam com valores de R$ 160.

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Este episódio ilustra uma lição importante: informações gratuitas podem acabar custando caro. As mensagens recebidas em grupos de WhatsApp muitas vezes são disseminadas por especuladores que, ao desejarem comprar, começam a veicular informações negativas para pressionar os preços para baixo. Após adquirirem o que precisam, esses especuladores frequentemente começam a propagar mensagens afirmando que “os preços vão subir devido à falta de produto”, uma tática de manipulação. Para evitar ser influenciado por desinformação e perder dinheiro, é aconselhável deletar essas mensagens e buscar informações mais confiáveis sobre o mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Boletim aponta queda nos casos de dengue e chikungunya em Cuiabá em 2026

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o Boletim Epidemiológico nº 24/2026, com dados atualizados sobre a situação das arboviroses no município. O levantamento, elaborado pela Diretoria de Vigilância em Saúde, mostra uma redução nas médias semanais de casos de dengue e chikungunya ao longo de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Na 25ª Semana Epidemiológica, Cuiabá registrou nove casos notificados de dengue e três de chikungunya. No acumulado do ano, a média semanal de notificações de dengue caiu de 75,6 casos em 2025 para 51,8 em 2026. Já a chikungunya apresentou uma redução ainda mais significativa, passando de 434,9 notificações semanais no ano anterior para apenas 4,8 neste ano.

Até 2 de julho de 2026, o município contabilizou 1.295 notificações de dengue, das quais 568 foram confirmadas. Houve um óbito confirmado pela doença e outro permanece em investigação. A incidência é de 70,5 casos por 100 mil habitantes, considerando apenas os casos autóctones.

Em relação à chikungunya, foram registradas 121 notificações e 115 confirmações, sem óbitos. A incidência da doença é de 7,8 casos por 100 mil habitantes. Já a zika contabilizou oito notificações, com três casos confirmados e incidência de 0,4 por 100 mil habitantes.

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Além do monitoramento epidemiológico, a Secretaria Municipal de Saúde mantém ações permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti. Desde o início do ano, as equipes de vigilância realizaram vistoria em 574.889 imóveis em toda a capital.

Durante as inspeções, foram realizados tratamentos em 60.826 imóveis, 68.063 depósitos com água receberam tratamento adequado e 17.104 depósitos considerados de risco foram eliminados de forma definitiva.

A secretária municipal de Saúde, Lúcia Helena Barboza Sampaio, destaca que os indicadores demonstram o impacto das ações de vigilância, mas reforça que a prevenção continua sendo responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população.

“A redução dos casos é um resultado importante, fruto do trabalho contínuo das equipes de vigilância e da atenção básica. No entanto, o combate ao mosquito precisa ser diário. A maior parte dos criadouros ainda está dentro das residências, por isso contamos com o apoio da população para eliminar qualquer recipiente que possa acumular água”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a principal forma de prevenção continua sendo a eliminação dos criadouros do mosquito. A orientação é manter quintais limpos, eliminar recipientes que possam acumular água, tampar caixas d’água e realizar inspeções frequentes em calhas, vasos de plantas, pneus e outros objetos.

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Outra medida importante é a vacinação contra a dengue. A vacina Qdenga está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme o calendário do Ministério da Saúde, sendo aplicada em duas doses.

Em caso de sintomas como febre, dores no corpo, dor de cabeça, manchas na pele ou dor intensa nas articulações, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica, evitando a automedicação. A identificação precoce da doença contribui para o tratamento adequado e reduz o risco de complicações.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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