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Governo de Minas Assina Pacto pelo Trabalho Decente na Agricultura Durante a SIC 2024

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O Governo de Minas Gerais, representado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), assinou o “Pacto Estadual para a Promoção do Trabalho Decente na Agricultura em Minas Gerais” nesta quarta-feira, durante a Semana Internacional do Café (SIC 2024), realizada em Belo Horizonte. O pacto, que conta com a participação de diversas entidades, busca estabelecer diretrizes para melhorar as condições de trabalho no setor agrícola, priorizando a formalização e um ambiente de trabalho decente, sustentável e socialmente responsável.

Thales Fernandes, secretário da Seapa, ressaltou a importância da iniciativa para fortalecer a imagem do agronegócio mineiro. “Iniciativas como esta são essenciais para demonstrar que a agricultura de Minas valoriza o equilíbrio entre produção, sustentabilidade e respeito às normas trabalhistas. Estamos comprometidos em garantir que a cafeicultura mineira não seja alvo de críticas por descumprimento da legislação”, afirmou Fernandes.

Carlos Calazans, superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego em Minas Gerais, destacou a relevância do pacto. “Participar da SIC e assinar um pacto pelo trabalho sustentável na agricultura é uma ação significativa que pode ter impacto em todo o Brasil. É fundamental promover o diálogo entre empresários, trabalhadores e governos para garantir um ambiente de trabalho justo e sustentável”, afirmou.

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O presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio de Salvo, enfatizou a importância de avançar nas relações de trabalho no setor, principalmente na cafeicultura, que demanda grande quantidade de mão de obra. “Em pleno século XXI, é inaceitável que qualquer setor represente pessoas que não cumprem as leis trabalhistas. Nosso compromisso é mostrar que somos sustentáveis ambientalmente e que respeitamos as normas trabalhistas”, afirmou de Salvo.

Além da Superintendência do Ministério do Trabalho e Emprego, o pacto foi assinado também por Antônio Pitangui de Salvo, presidente do Sistema Faemg, e Vilson Luiz da Silva, presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Estado de Minas Gerais (Fetaemg).

O objetivo central do pacto é a promoção da cooperação entre as entidades signatárias, facilitando o acesso à informação sobre a legislação trabalhista, especialmente no que se refere às normas de saúde e segurança no trabalho rural. Para tanto, será criada uma “Mesa Tripartite de Diálogo Permanente”, composta por representantes de entidades patronais, de trabalhadores e do governo, com o intuito de discutir e propor soluções para os desafios enfrentados nas relações de trabalho no campo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja disparam em maio e ANEC projeta embarques acima de 15,8 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) apontam que os embarques da oleaginosa devem alcançar 15,87 milhões de toneladas em maio, consolidando um avanço expressivo frente ao mesmo período do ano passado.

O levantamento da entidade, com base na programação de navios até a semana 20 de 2026, mostra que o Brasil já exportou 58,97 milhões de toneladas de soja entre janeiro e maio. No mesmo intervalo de 2025, o volume acumulado havia sido de 54,26 milhões de toneladas, indicando crescimento consistente da demanda internacional pelo grão brasileiro.

Soja lidera pauta exportadora do agro brasileiro

Somente na semana entre 24 e 30 de maio, os portos brasileiros devem embarcar cerca de 3,59 milhões de toneladas de soja. Na semana anterior, o volume programado era de 3,41 milhões de toneladas.

Os principais corredores de exportação seguem concentrados nos portos de:

  • Santos
  • Barcarena
  • São Luís/Itaqui
  • Paranaguá
  • Rio Grande

O Porto de Santos lidera novamente a movimentação, com previsão superior a 816 mil toneladas embarcadas na semana analisada.

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A forte presença da China continua sustentando os embarques brasileiros. Segundo a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da soja brasileira entre janeiro e abril de 2026. Espanha e Turquia aparecem na sequência, com 4% cada.

Farelo de soja mantém crescimento nas exportações

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo no acumulado do ano. As exportações do derivado somaram 10,41 milhões de toneladas até maio, acima do registrado no mesmo período de 2025.

Para maio, a expectativa é de embarques próximos de 2,63 milhões de toneladas, reforçando a competitividade do processamento brasileiro no mercado internacional.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia
  • Tailândia
  • Irã
  • Holanda
  • Polônia

A Indonésia lidera as compras externas do produto, com participação de 20% no período analisado.

Exportações de milho avançam, mas ainda abaixo do potencial da safrinha

Os embarques de milho começam a ganhar força, embora ainda estejam distantes do pico sazonal esperado para o segundo semestre. Em maio, a previsão da ANEC aponta exportações de aproximadamente 367 mil toneladas.

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No acumulado do ano, o cereal soma 5,84 milhões de toneladas exportadas. O volume ainda permanece abaixo do ritmo observado em igual período de 2025, reflexo do calendário da segunda safra e da maior retenção do produto no mercado interno.

Os principais compradores do milho brasileiro em 2026 foram:

  • Egito
  • Vietnã
  • Irã
  • Argélia
  • Malásia

O Egito aparece como principal destino, absorvendo 27% das exportações brasileiras do cereal entre janeiro e abril.

Complexo agroexportador mantém força em 2026

Somando soja, farelo, milho, trigo, DDGS e sorgo, o Brasil já movimentou mais de 76,7 milhões de toneladas no acumulado de 2026 até maio, segundo a ANEC.

O desempenho reforça o protagonismo do agronegócio brasileiro no comércio global de grãos, especialmente diante da forte demanda asiática e da competitividade logística dos principais portos nacionais.

Especialistas do setor avaliam que o comportamento do câmbio, os prêmios portuários e o avanço da colheita da safrinha serão determinantes para o ritmo dos embarques nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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