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Golden Harvest participa da Show Rural com lançamentos em cultivares de soja   

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A Golden Harvest, um dos principais players do mercado brasileiro de soja, marcará a sua participação na 36ª edição da Show Rural, entre os dias 5 e 9 de fevereiro, em Cascavel (PR), com o lançamento das cultivares GH2361IPRO e GH6630I2X, que garantem a entrega de precocidade e resistência às principais doenças e pragas.  

A GH2361IPRO tem foco nas lavouras da Região Sul, Beira Lago, com plantio recomendado entre os meses de setembro a novembro. A cultivar demonstra elevado desempenho em abertura de semeadura, sendo uma excelente opção para quem visa rendimento, com precocidade para segunda safra. É uma cultivar de alto teto produtivo posicionada para ambientes de médio/alto a alto potencial, com ótimo potencial de ramificação, alto pegamento de vagens nas ramificações secundárias, aliado a tolerância ao acamamento. Possui um sistema radicular muito robusto, o que promove segurança e estabilidade produtiva, com resistência à Phytophthora (raças 1, 4 e 7). 

Já a GH6630I2X, tem alta performance em regiões quentes e com baixa altitude, com plantio recomendado entre os meses de setembro a novembro. Possui alto teto produtivo, com excelente desempenho na abertura de semeadura. É uma cultivar posicionada em ambientes de médio a alto potencial, com elevado PMG (média de 190g), tolerante ao acamamento em áreas altas, conta com excelente sanidade radicular e resistência à Phytophtora (raças 1, 4 e 7). 

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Programação na Show Rural  

Além do lançamento das novas cultivares, a participação da Golden Harvest na Show Rural também trará palestras e mesas redondas entre o time de especialistas da marca e outros profissionais do agronegócio.  

Confira a programação:  

  • 6/2, terça-feira, às 14:00 – PALESTRA: Imersão no manejo de doenças da soja e como tomar as melhores decisões no campo 
    • Palestrante: Eng. Agr.º Me. Ayrton Berger Neto e Eng. Agr.º Dr. Carlos Rafael Wutzki, sócios-fundadores da BW Agro Serviços. 
  • 7/2, quarta-feira, às 10h30 – MESA REDONDA: Critérios para altas produtividades 
    • Mesa Redonda: Participação especial do pesquisador, consultor e influenciador, Doutor Alfredo J. A. Neto. 

O stand da Golden Harvest também realizará outras ações para ativação e consolidação da marca junto aos produtores de soja, com atividades da campanha “Simplifica, vai de Golden”, que tem como objetivo cultivar a simplicidade no atendimento e reforçar parceria com sua rede de multiplicadores e agricultores.  

“Temos orgulho do propósito da marca de sermos o melhor parceiro para os agricultores e multiplicadores do agronegócio e vivenciarmos isso no dia a dia, seja na referência em qualidade de semente, atendimento ao produtor e na capacidade de suprir a demanda das nossas cultivares no campo em todas as regiões do Brasil”, explica Caio Bastos, líder de marketing da Golden Harvest.  

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Fonte: Oboé Comunicação Corporativa 

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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