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Goiás recebe investimento de R$ 230,9 milhões do FCO Rural para impulsionar a agropecuária

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O Governo de Goiás anunciou que a agropecuária do estado será beneficiada com um montante de R$ 230,9 milhões provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). A decisão foi tomada pela Câmara Deliberativa do Conselho de Desenvolvimento do Estado de Goiás (CD/CDE) durante a 411ª Reunião Ordinária, realizada em dezembro. Os recursos serão aplicados em 76 cartas-consulta aprovadas, com o objetivo de fortalecer o setor agropecuário goiano.

Distribuição dos Recursos

Do total de recursos, mais de 70% (aproximadamente R$ 162 milhões) serão destinados a produtores de pequeno porte. Já os produtores de pequeno-médio porte receberão R$ 43,1 milhões, representando 18,7% do total. As propriedades de médio porte terão acesso a R$ 25 milhões, o que corresponde a 10,8% dos recursos. Este investimento deve gerar a criação de 530 empregos diretos no estado.

Objetivos do FCO Rural

Criado pela Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei nº 7.827, de 27 de setembro de 1989, o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) tem como objetivo promover o desenvolvimento econômico e social nas regiões de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal. Por meio das modalidades FCO Empresarial e FCO Rural, os recursos podem ser acessados por produtores rurais, empresas, cooperativas de produção e pessoas físicas ou jurídicas, com o intuito de impulsionar a atividade agropecuária e fortalecer a economia local.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Boi gordo: mercado trava negócios, frigoríficos pressionam preços e arroba segue perto de R$ 350

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O mercado do boi gordo opera em ritmo lento nesta terça-feira, com negociações travadas em diversas regiões do país e pressão baixista sobre a arroba. A combinação entre escalas de abate mais confortáveis, menor apetite dos frigoríficos e enfraquecimento do consumo interno na segunda quinzena do mês mantém o setor cauteloso.

Nas principais praças pecuárias, os frigoríficos seguem atuando de maneira seletiva nas compras, tentando alongar as escalas e reduzir os preços ofertados aos pecuaristas. Em contrapartida, parte dos produtores resiste às ofertas abaixo das referências consideradas ideais, o que reduz a fluidez dos negócios.

Em São Paulo, o boi gordo comum segue negociado ao redor de R$ 348/@ a prazo, enquanto o chamado “boi China” alcança até R$ 353/@ em negócios pontuais destinados à exportação. Dados do indicador Cepea/Esalq apontam média paulista próxima de R$ 349,17/@ a prazo.

Já em Minas Gerais, as referências giram em torno de R$ 330/@, enquanto a novilha gorda varia entre R$ 300/@ na região de Belo Horizonte e R$ 315/@ no Triângulo Mineiro.

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Mercado futuro do boi gordo na B3 mantém viés de cautela

Na B3, os contratos futuros do boi gordo seguem oscilando com viés de baixa no curto prazo, refletindo o cenário mais pressionado do mercado físico. Os vencimentos de maio e junho operam próximos de R$ 337/@, enquanto os contratos para outubro permanecem acima de R$ 350/@, indicando expectativa de melhora no segundo semestre.

Segundo analistas do setor, a volatilidade segue elevada tanto no físico quanto na bolsa, especialmente diante das incertezas envolvendo consumo doméstico, exportações e comportamento da oferta de animais terminados.

Consumo enfraquecido limita repasses no atacado

No mercado atacadista, a carne bovina enfrenta maior dificuldade de escoamento. O enfraquecimento do poder de compra da população no fim do mês reduz a demanda no varejo e limita reajustes ao longo da cadeia produtiva.

Com isso, frigoríficos mantêm postura defensiva nas compras de gado, priorizando operações mais curtas e evitando formação excessiva de estoques.

Apesar da pressão no curto prazo, agentes do setor seguem atentos ao desempenho das exportações brasileiras de carne bovina, que continuam sustentando parte importante da demanda. O mercado também monitora as condições climáticas e a capacidade de retenção dos animais nas propriedades, fatores que podem alterar o equilíbrio entre oferta e procura nas próximas semanas.

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O Indicador do Boi Gordo Cepea/B3 fechou a última atualização próximo de R$ 345,30/@ à vista, enquanto a média paulista a prazo permaneceu acima de R$ 349/@.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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