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Goiás Alcança Novo Recorde na Produção de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Etanol

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A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, com base no quarto levantamento do Acompanhamento da Safra Brasileira de Cana-de-Açúcar da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), anunciou que a produção de cana-de-açúcar no estado deve atingir um novo recorde na safra 2024/25, com a estimativa de 78,5 milhões de toneladas. Esse aumento consolidará Goiás como o terceiro maior produtor nacional de cana, representando um crescimento de 2,6% em relação à safra anterior.

O avanço no volume de produção é impulsionado por um incremento de 1,6% na área colhida, que totaliza 969,7 mil hectares. Além disso, a safra atual deve registrar um ganho de produtividade, com a Conab prevendo uma média de 81,0 toneladas por hectare, representando um aumento de 1,0% em comparação ao ciclo passado.

Esses resultados positivos na produção de cana refletem diretamente a performance da indústria sucroenergética do estado. A estimativa para a produção de açúcar é de 2,9 milhões de toneladas, enquanto a de etanol deve alcançar 4,87 bilhões de litros, o que representa aumentos de 8,8% e 2,7%, respectivamente, em comparação com a safra 2023/24.

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Pedro Leonardo Rezende, titular da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), destacou a importância desses resultados: “É um desempenho expressivo que evidencia a força do setor sucroenergético em Goiás. A estrutura da nossa cadeia produtiva, com investimentos contínuos em tecnologia e manejo, tem sido fundamental para o sucesso desses números. Goiás responde por aproximadamente 11,6% da produção nacional de cana-de-açúcar, o que reforça a dedicação e o esforço dos agricultores goianos no cenário nacional.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz no Rio Grande do Sul avança para 96,41% e se aproxima da reta final

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo acelerado e já alcança 96,41% da área cultivada na safra 2025/26, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). O avanço dos trabalhos confirma a reta final da colheita nas principais regiões produtoras do Estado, maior produtor nacional do cereal.

De acordo com os dados do Irga, dos 891,9 mil hectares destinados ao cultivo nesta temporada, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando um cenário de ampla evolução das operações no campo ao longo das últimas semanas.

Zona Sul lidera ritmo da colheita de arroz

Entre as regionais produtoras, a Zona Sul apresenta o maior percentual de avanço, com 98,81% da área já colhida. Logo na sequência aparece a Planície Costeira Externa, com 98,46% dos trabalhos concluídos.

A Planície Costeira Interna também registra forte evolução, atingindo 98,13% da área colhida. Já a Campanha contabiliza 97,02%, enquanto a Fronteira Oeste soma 95,92% das lavouras já retiradas do campo.

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A Região Central segue com o menor percentual entre as regionais monitoradas, mas ainda assim apresenta avanço significativo, com 89,84% da área já colhida.

Irga fará balanço consolidado da safra 2025/26

Segundo a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) do Irga, após a conclusão total da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra gaúcha de arroz.

O relatório deverá reunir informações completas sobre área efetivamente colhida, produtividade média das lavouras e eventuais perdas registradas durante o ciclo produtivo.

O desempenho da safra é acompanhado de perto pelo mercado, já que o Rio Grande do Sul responde pela maior parcela da produção brasileira de arroz e exerce forte influência sobre a oferta nacional e a formação dos preços do cereal no país.

Mercado acompanha produtividade e qualidade dos grãos

Além do ritmo da colheita, produtores, indústrias e agentes do mercado seguem atentos aos indicadores de produtividade e qualidade dos grãos colhidos nesta temporada.

As condições climáticas ao longo do ciclo foram determinantes para o desenvolvimento das lavouras, e o levantamento final do Irga será fundamental para dimensionar o potencial produtivo da safra 2025/26 no Estado.

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Com a conclusão dos trabalhos de campo se aproximando, o setor também volta as atenções para o comportamento da comercialização e para os impactos da oferta sobre os preços internos do arroz nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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