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Goiaba Agroecológica da Agricultura Familiar Enriquece Merenda Escolar em Araguari

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Deraldo Adelto de Araújo, que trocou o Paraná por Minas Gerais há 18 anos, tem se destacado na fruticultura em Araguari, uma área tradicionalmente voltada para o cultivo de café, soja, milho, pastagem e tomate. Com uma trajetória marcante, Deraldo se aventurou na produção de goiaba, um cultivo quase inexistente na região, trazendo consigo a tradição da agricultura familiar.

Estabelecido em Araguari, Deraldo cultivou quatro hectares de terra com 2.500 pés de goiaba, produzindo aproximadamente 50 toneladas por hectare a cada ciclo de oito meses. O esforço é compartilhado com seus três filhos, que participam ativamente das atividades na lavoura. “Trabalhar aqui é uma paixão. Meu pai é um exemplo para mim”, afirma Luiz Henrique de Araújo, um dos filhos, ressaltando a importância da colaboração familiar na produção.

Após aprimorar o manejo da cultura, a família conseguiu alcançar uma excelente produtividade e qualidade, utilizando a variedade de goiaba tailandesa. Este tipo de goiaba, com menos sementes e maior aceitação no mercado, é cultivada sem o uso de agrotóxicos, seguindo práticas agroecológicas recomendadas pelos técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG).

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A Emater-MG também tem auxiliado na comercialização das goiabas, facilitando a inclusão do produtor no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Esse programa exige que pelo menos 30% dos recursos destinados à merenda escolar sejam usados na compra de produtos da agricultura familiar. “A Emater é crucial para nós. Eles ajudam a intermediar a venda das goiabas para a merenda escolar, agregando valor ao nosso produto”, explica Deraldo.

Nas escolas de Araguari, as goiabas de Deraldo são bem recebidas pelos alunos. “A aceitação é grande. Com o apoio da Emater-MG, compramos produtos frescos e da época dos agricultores locais. Para muitos estudantes, a escola é a oportunidade de ter uma alimentação saudável”, destaca Cristiane Nery Pereira, secretária de Educação de Araguari.

O trabalho de Deraldo e sua família não só contribui para a diversificação da produção local, como também melhora a qualidade da merenda escolar, promovendo uma alimentação mais nutritiva para as crianças da região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Boi gordo inicia semana com estabilidade de preços em São Paulo e mercado acompanha ajustes no atacado

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O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis no Estado de São Paulo, refletindo um cenário de cautela por parte dos frigoríficos e baixo volume de negociações. Segundo análise desta segunda-feira (1º) do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, o comportamento é considerado típico do início do mês e do início da semana, quando as indústrias aguardam maior clareza sobre o escoamento da carne.

Mercado do boi gordo opera com estabilidade e baixa liquidez

Mesmo com a estabilidade nas cotações, o mercado apresentou movimentação reduzida, com frigoríficos adotando postura mais conservadora nas compras.

De acordo com a Scot Consultoria, as escalas de abate estavam, em média, em sete dias, indicando um nível de abastecimento considerado confortável para a indústria no curto prazo.

Encerramento de contrato futuro na B3 marca referência de preços

O mercado também acompanhou a liquidação do contrato futuro do boi gordo com vencimento em maio de 2026 (BGIK26), negociado na B3, realizada no último dia útil de maio.

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O contrato encerrou com a arroba cotada a R$ 348,18, segundo indicador da bolsa.

No mesmo período, o indicador do Cepea registrou R$ 348,25 por arroba, enquanto a Scot Consultoria apontou média de R$ 349,14 por arroba, considerando os últimos cinco dias de movimentação.

Carne bovina no atacado registra alta após semanas de estabilidade

No mercado atacadista de carne com osso, o escoamento permaneceu lento, mas suficiente para evitar acúmulo de estoques nas câmaras frigoríficas.

Apesar disso, os preços das carcaças casadas registraram reajustes após seis semanas consecutivas sem variações positivas, indicando leve reação no mercado interno.

A carcaça casada do boi capão teve alta de 0,4%, equivalente a R$ 0,10 por quilo. Já o boi inteiro apresentou valorização de 1,8%, com aumento de R$ 0,40 por quilo.

Entre fêmeas, a carcaça da vaca casada avançou 1,2% (+R$ 0,25/kg), enquanto a da novilha registrou alta de 1,1%, também com acréscimo de R$ 0,25/kg.

Proteínas concorrentes registram queda nos preços

No movimento contrário ao da carne bovina, as proteínas alternativas apresentaram recuo nas cotações.

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O frango médio registrou queda de 3,9%, equivalente a R$ 0,25 por quilo. Já o suíno especial recuou 2,2%, com baixa de R$ 0,20 por quilo.

Perspectiva é de ajuste gradual no mercado da carne bovina

A expectativa do setor é de uma melhora gradual nas negociações ao longo dos próximos dias, com possível aumento do escoamento interno e maior sustentação para os preços da carne bovina no atacado.

O comportamento do consumo e a reposição entre atacado e varejo devem ser determinantes para os próximos movimentos do mercado pecuário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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