AGRONEGÓCIO

GoGenetic Agro Inova ao Levar Dados Genéticos do Solo e Bioinsumos à Prática do Produtor Rural

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A biologia molecular, antes restrita a laboratórios e ambientes acadêmicos, se consolidou como uma ferramenta essencial na revolução tecnológica do agronegócio. Nesse contexto, a GoGenetic Agro se destaca ao levar aos produtores rurais soluções inovadoras que incluem o sequenciamento genético do solo e o uso de bioinsumos para otimizar a produtividade agrícola.

Entre os dias 10 e 14 de fevereiro, a empresa estará presente na 37ª edição do Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR), promovendo a importância da análise genética na compreensão e manejo do solo. A CEO da GoGenetic, Michelle Zibetti Tadra, será uma das palestrantes do evento e abordará o tema “Metagenômica e Bioinsumos: o futuro do manejo biológico”, no Show Rural Digital – espaço BRDE. A participação no evento será o início de uma série de apresentações e feiras que a empresa realizará ao longo do ano em todo o Brasil.

Michelle Tadra destaca que a demanda por soluções que simplifiquem o entendimento do ciclo produtivo das plantas tem crescido entre os produtores rurais. “A biologia do solo é fundamental para qualquer plantio. Por meio da nossa plataforma GoSolos, realizamos o sequenciamento genético de amostras de solo, identificando milhares de microrganismos que impactam diretamente a produtividade. O diferencial da nossa plataforma é entender como esses microrganismos se comportam em cada área específica, transformando a ciência em uma ferramenta prática e acessível ao produtor”, explica Michelle.

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No Show Rural Coopavel, os visitantes poderão conhecer de perto o funcionamento da plataforma GoSolos e descobrir as soluções inovadoras oferecidas pela GoGenetic Agro. Além do sequenciamento genético, a empresa oferece laudos personalizados que interpretam os resultados, destacando o impacto das comunidades microbianas no solo. Entre as soluções sugeridas, estão o fortalecimento da resistência a doenças, a promoção da saúde do solo e a adoção de práticas sustentáveis, como o sequestro de carbono.

Embora a necessidade de compreender a biologia do solo não seja uma novidade, estudos agronômicos apontam para a integração de três pilares fundamentais para a produtividade agrícola: química, física e biologia. No entanto, enquanto as análises físico-químicas se tornaram amplamente populares, a biologia do solo ainda é uma área subexplorada. “Nosso objetivo é mudar esse cenário, mostrando aos produtores como a biologia pode ser uma poderosa aliada no manejo das lavouras”, ressalta a CEO da GoGenetic Agro.

O Show Rural Coopavel é um dos maiores eventos do agronegócio brasileiro, conhecido por promover novas tecnologias, práticas sustentáveis e fomentar o desenvolvimento do setor. A GoGenetic Agro estará presente na Arena de Inovação do Show Rural Digital, consolidando sua posição como referência em soluções tecnológicas para o agronegócio.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão do Brasil batem recorde em junho com embarques de 217 mil toneladas

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As exportações brasileiras de algodão registraram desempenho histórico em junho de 2026, alcançando o maior volume já embarcado para o mês. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 217 mil toneladas da fibra, avanço de 63,4% em relação a junho de 2025.

Em receita, os embarques movimentaram US$ 350,6 milhões, crescimento de 64,1% na comparação anual, reforçando a competitividade do algodão brasileiro e a expansão da presença nacional em mercados estratégicos.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o resultado confirma o ritmo elevado das vendas externas e fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Algodão brasileiro encerra safra 2025/26 com desempenho histórico

O recorde registrado em junho encerra um ciclo comercial marcado por forte desempenho exportador. A temporada 2025/26, considerada pelo setor entre julho de 2025 e junho de 2026, apresentou volumes expressivos mesmo diante de um início de safra mais lento.

Segundo a Anea, o Brasil registrou recordes mensais de exportação em sete dos 12 meses da temporada, incluindo:

  • outubro;
  • novembro;
  • dezembro;
  • março;
  • abril;
  • maio;
  • junho.

Para o presidente da entidade, Dawid Wajs, o resultado demonstra a capacidade do país em manter a regularidade dos embarques e ampliar sua participação internacional.

“Apesar de um início de safra mais lento, o Brasil conseguiu manter volumes elevados ao longo do período e registrar recordes mensais de exportação em diversos meses”, destaca.

Ásia concentra principais compradores do algodão brasileiro

Os mercados asiáticos continuam como principais destinos da fibra nacional. Em junho, Bangladesh, Turquia, Paquistão e Vietnã responderam juntos por 71,1% dos embarques brasileiros.

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A distribuição das exportações no mês ficou concentrada nos seguintes países:

  • Bangladesh: 21,7% das compras;
  • Turquia: 17,7%;
  • Paquistão: 17,4%;
  • Vietnã: 14,3%;
  • Indonésia: 7,6%;
  • China: 6,3%;
  • Índia: 6,3%.

Também participaram da pauta compradores como Malásia, Egito, Coreia do Sul, Tailândia, Maurício e Japão.

Bangladesh e Turquia ampliam participação no algodão brasileiro

Segundo a Anea, alguns mercados apresentaram crescimento histórico durante a temporada.

Bangladesh alcançou o maior volume já importado do algodão brasileiro, consolidando-se como principal destino da fibra em junho. A Turquia também registrou avanço significativo e manteve trajetória de crescimento nas compras brasileiras.

Outro destaque foi a Índia, que mais que dobrou o maior volume histórico adquirido anteriormente, reforçando sua importância estratégica para o setor exportador.

“A Índia teve um desempenho muito expressivo, mais do que dobrando o maior volume que já havia importado do algodão brasileiro”, afirma Dawid Wajs.

Brasil amplia presença no mercado global de algodão

Com o desempenho de junho, o algodão representou 0,97% das exportações totais brasileiras no mês, ocupando a 17ª posição entre os principais produtos exportados pelo país.

Dentro do agronegócio, a fibra respondeu por 4,31% das vendas externas do setor, ficando na terceira colocação entre os produtos agropecuários mais exportados no período.

O resultado reforça o papel estratégico do algodão brasileiro na geração de divisas e na consolidação do país como fornecedor confiável para a indústria têxtil mundial.

China mantém posição estratégica para o algodão brasileiro

Embora a China não tenha registrado recorde de compras na temporada, o mercado permaneceu relevante para o Brasil.

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Segundo a Anea, o volume exportado ao país asiático foi o segundo maior da série histórica, mantendo a presença brasileira em um dos maiores consumidores mundiais da fibra.

A Indonésia também manteve estabilidade nos volumes importados, enquanto Egito, Malásia e Coreia do Sul permaneceram como compradores tradicionais.

O Vietnã apresentou redução em relação a períodos anteriores, mas ainda manteve volumes considerados elevados pelo setor.

Diversificação logística fortalece exportações de algodão

Além do crescimento da demanda internacional, o setor destaca a evolução da infraestrutura logística para o escoamento da fibra brasileira.

O Porto de Santos continua como principal rota de exportação do algodão nacional, mas outros terminais vêm ampliando participação, especialmente o Porto de Salvador, que ganhou relevância nos últimos anos.

Também tiveram participação no embarque da fibra os portos de:

  • São Francisco do Sul;
  • Paranaguá;
  • Itaguaí;
  • Itajaí;
  • Rio de Janeiro.

Segundo a Anea, a diversificação das rotas contribui para maior eficiência logística e reduz a dependência de um único corredor de exportação.

Algodão brasileiro ganha competitividade no comércio internacional

O recorde de exportações em junho reforça a evolução da cadeia produtiva do algodão no Brasil, marcada pelo aumento da produtividade, qualidade da fibra e ampliação dos mercados compradores.

Com maior presença na Ásia e no Oriente Médio, o país consolida sua posição entre os principais exportadores mundiais e demonstra capacidade de atender à demanda internacional com regularidade e escala.

O cenário positivo para os embarques também fortalece produtores, tradings, cooperativas e toda a cadeia ligada à cotonicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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