AGRONEGÓCIO

Gigantes da Citricultura Investem em Irrigação por Gotejamento em 2.400 Hectares

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Uma das maiores agroindústrias do mundo, responsável por aproximadamente 10% do comércio agrícola global, em parceria com um importante produtor de frutas cítricas, está prestes a implementar irrigação por gotejamento em 2.400 hectares de pomares situados em São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. A colaboração foi estabelecida com a multinacional israelense Rivulis, líder no mercado com mais de 30 anos de experiência no Brasil e quase um século de atuação global.

A técnica de irrigação por gotejamento oferece uma aplicação precisa e eficiente de água e nutrientes diretamente na raiz das plantas, o que é particularmente vantajoso para os citros, que são suscetíveis ao estresse hídrico em determinadas fases de desenvolvimento. Com a aplicação adequada de água durante o ciclo de frutificação, é possível melhorar o tamanho, a qualidade e a uniformidade dos frutos, promovendo um aumento no rendimento e na sustentabilidade agrícola.

Eran Ossmy, presidente da Divisão de Micro Irrigação da Rivulis, destaca que esta iniciativa reflete o compromisso das principais empresas do setor com a sustentabilidade e a eficiência. “Estamos bem posicionados para enfrentar esses desafios, oferecendo serviços abrangentes de microirrigação, que incluem projeto, instalação e suporte no campo. Nossos sistemas são reconhecidos pela sua eficiência no uso de recursos e pela capacidade de distribuir nutrientes através da fertirrigação”, afirma Ossmy.

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A indústria cítrica, fundamental para a economia nacional, gera cerca de US$ 2 bilhões anuais e sustenta 200.000 empregos em São Paulo. No entanto, a produção deste ano sofreu um recuo de 24%, devido a fatores como o greening dos citros asiático (HLB), uma grave doença bacteriana, e a instabilidade climática, com estiagens e chuvas irregulares. A adoção de soluções avançadas de irrigação é vista como uma estratégia crucial para mitigar esses impactos, garantindo uma produção mais segura e sustentável e mantendo o Brasil na liderança global do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

China reconhece Brasil como livre de febre aftosa e abre caminho para expansão das exportações de carne suína

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O agronegócio brasileiro conquistou uma importante vitória no mercado internacional. A China reconheceu oficialmente todo o território brasileiro como livre de febre aftosa, medida que deverá impulsionar as exportações de carne suína, ampliar oportunidades comerciais e fortalecer ainda mais as relações sanitárias entre os dois países.

O anúncio foi celebrado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que destacou o trabalho conduzido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), a ApexBrasil, os serviços estaduais de defesa agropecuária e o setor produtivo nacional.

A decisão representa um marco para a suinocultura brasileira e reforça o reconhecimento internacional da qualidade e da robustez do sistema de defesa sanitária do país.

Reconhecimento amplia oportunidades para a suinocultura brasileira

Segundo a ABPA, o novo status sanitário deverá gerar benefícios imediatos para estados que possuem frigoríficos habilitados a exportar para a China.

Até então, apenas Santa Catarina possuía o reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação perante as autoridades chinesas, condição que permitia o embarque de produtos com maior valor agregado, como carnes com osso e miúdos externos.

Com a ampliação do reconhecimento para todo o território nacional, estados como Rio Grande do Sul e Mato Grosso passam a ter acesso às mesmas condições comerciais, ampliando a competitividade da carne suína brasileira no principal mercado consumidor do mundo.

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Atualmente, Santa Catarina conta com sete plantas habilitadas para exportação ao mercado chinês, enquanto o Rio Grande do Sul possui oito unidades autorizadas e Mato Grosso uma planta exportadora apta a atender o país asiático.

Exportações podem crescer mais de 40 mil toneladas por ano

As projeções da ABPA indicam que o reconhecimento sanitário poderá gerar um incremento superior a 40 mil toneladas anuais nas exportações brasileiras de carne suína destinadas à China.

O aumento dos embarques deve contribuir para fortalecer a renda dos produtores, estimular investimentos na cadeia produtiva, gerar novos empregos e ampliar a entrada de divisas na economia brasileira.

Além do crescimento das exportações, a medida cria condições para futuras habilitações de frigoríficos em outras regiões do país, ampliando ainda mais o potencial de expansão do setor.

Confiança sanitária fortalece posição do Brasil no mercado global

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a decisão chinesa é resultado de décadas de trabalho voltado ao fortalecimento da sanidade animal brasileira e à construção de credibilidade internacional.

Segundo ele, o reconhecimento demonstra a confiança das autoridades chinesas na qualidade dos sistemas brasileiros de vigilância, controle sanitário e defesa agropecuária.

A medida também reforça o posicionamento do Brasil como fornecedor estratégico de proteína animal para mercados exigentes, em um momento em que a segurança alimentar e os padrões sanitários ganham importância crescente no comércio internacional.

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Brasil amplia protagonismo no comércio mundial de proteínas

O reconhecimento da China ocorre em um cenário de aumento da demanda global por alimentos seguros, rastreáveis e produzidos sob elevados padrões sanitários.

Nesse contexto, a certificação de todo o território nacional como livre de febre aftosa fortalece a competitividade da proteína animal brasileira e amplia as perspectivas de crescimento das exportações nos próximos anos.

Além de consolidar a liderança brasileira na produção de carnes, a decisão cria um ambiente mais favorável para o aprofundamento das relações comerciais entre Brasil e China, principal destino das exportações do agronegócio nacional.

Sanidade animal segue como diferencial estratégico

A conquista reforça a importância dos investimentos contínuos em defesa agropecuária, vigilância sanitária e rastreabilidade da produção.

Especialistas do setor avaliam que a manutenção de elevados padrões sanitários continuará sendo um dos principais diferenciais competitivos do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Com o novo reconhecimento, a suinocultura nacional ganha fôlego para ampliar sua presença no mercado chinês e consolidar o Brasil entre os maiores fornecedores globais de proteína animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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