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Geadas comprometem parte da safra de milho no Paraná e colheita avança lentamente

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Queda nas lavouras em boas condições no Paraná

A segunda safra de milho 2024/25 no Paraná enfrenta os efeitos das geadas registradas recentemente. Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), houve redução na proporção de lavouras em condição considerada boa, que passou de 71% para 68% em uma semana.

As áreas em condição mediana permaneceram estáveis, representando 18%, enquanto as lavouras avaliadas como ruins subiram de 11% para 14%.

Geadas explicam deterioração, mas maioria das lavouras está em fase menos crítica

De acordo com os técnicos do Deral, a deterioração observada nas lavouras está diretamente ligada às geadas ocorridas na semana anterior. Apesar do impacto, os danos são considerados limitados, já que 76% das lavouras estão em fase de maturação, um estágio menos sensível aos efeitos do frio.

Por outro lado, 26% da área plantada ainda está em frutificação, etapa mais vulnerável às geadas. A boa notícia é que não há previsão de novas geadas significativas nas próximas 72 horas, o que deve aliviar o risco para essa parte da safra.

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Chuvas atrapalham colheita no estado

Outro fator que tem afetado o avanço da safra no Paraná são as chuvas recorrentes ao longo da semana, que dificultaram os trabalhos de colheita. Até o momento, apenas 16% da área plantada, estimada em 2,76 milhões de hectares, foi colhida — avanço tímido em relação aos 12% da semana anterior.

Colheita encerrada no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, a colheita do milho foi concluída, conforme informações do Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar. O processo foi marcado por sucessivas geadas e um período prolongado de tempo seco, o que acelerou a finalização dos trabalhos.

Algumas famílias agricultoras ainda mantêm espigas armazenadas a campo, destinadas ao consumo próprio. A produtividade média estadual foi estimada em 6.857 quilos por hectare, com uma área cultivada de 706.909 hectares.

O clima continua sendo um fator determinante para a safra de milho no Sul do Brasil. No Paraná, os efeitos das geadas ainda preocupam parte das lavouras em frutificação, enquanto a colheita avança lentamente devido às chuvas. Já no Rio Grande do Sul, a colheita foi encerrada com bons resultados de produtividade, apesar das adversidades climáticas enfrentadas ao longo do ciclo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nescafé ultrapassa 50% do abastecimento global com café de agricultura regenerativa em 2025

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Nescafé acelera transição para agricultura regenerativa na cadeia global do café

O ano de 2025 marcou um avanço significativo para a Nescafé, que passou a obter 53% de seu café verde de fazendas que adotam práticas de agricultura regenerativa, segundo o relatório de evolução do Nescafé Plan divulgado nesta quinta-feira (18).

O resultado representa um dos principais marcos da estratégia global de sustentabilidade da marca, que completa 15 anos de atuação e reforça o compromisso de longo prazo com a resiliência da cadeia do café frente às mudanças climáticas.

A iniciativa integra a estratégia da Nestlé, que busca ampliar práticas agrícolas sustentáveis, reduzir emissões e garantir maior estabilidade na produção global de café.

Expansão da agricultura regenerativa envolve mais de 100 mil produtores

Em 2025, mais de 100 mil produtores de café em 15 países receberam capacitação em agricultura regenerativa, gestão agrícola e práticas sociais.

O trabalho contou com o suporte de mais de 1.600 agrônomos e equipes de campo, responsáveis por levar assistência técnica diretamente às propriedades rurais.

O avanço do programa também foi impulsionado pela ampliação da aquisição de café oriundo de sistemas produtivos regenerativos, alinhando produção e estratégia de suprimentos.

Nescafé Plan amplia escopo e rastreabilidade da cadeia produtiva

O relatório do Nescafé Plan 2025 também passou a considerar toda a cadeia de valor do café, incluindo:

  • Produção agrícola
  • Processamento e manufatura
  • Logística e distribuição
  • Embalagens
  • Impactos sociais

A ampliação do escopo reforça a busca por maior transparência e rastreabilidade no setor cafeeiro global.

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Agricultura regenerativa ganha protagonismo na estratégia até 2030

O Nescafé Plan 2030 estabelece a agricultura regenerativa como eixo central da transformação produtiva.

Entre as principais práticas incentivadas estão:

  • Sistemas agroflorestais
  • Uso de plantas de cobertura
  • Otimização da fertilização
  • Manejo sustentável do solo

Essas técnicas contribuem para melhorar a saúde do solo, aumentar a produtividade no longo prazo e fortalecer a resiliência climática das lavouras.

Além disso, o consórcio de culturas pode gerar novas fontes de renda e ampliar a diversificação econômica dos produtores.

Emissões caem 18,3% e uso de energia renovável avança nas operações

O relatório aponta ainda que, em 2025, houve uma redução de 18,3% nas emissões de gases de efeito estufa (GEE) associadas ao café verde, em comparação com 2018.

Nas operações industriais, 98,6% da eletricidade utilizada nas fábricas de café da marca veio de fontes renováveis, reforçando o compromisso ambiental da companhia.

Renovação de lavouras e apoio técnico impulsionam produtividade

Para enfrentar a queda natural de produtividade de cafezais mais antigos e os impactos climáticos, o programa apoiou a renovação das lavouras com mudas mais resistentes.

Em 2025, foram distribuídas 20,3 milhões de mudas de café para produtores parceiros em diferentes países.

Abastecimento responsável atinge 94,3% do café Nescafé

Outro destaque do relatório é que 94,3% do café utilizado pela Nescafé em 2025 foi proveniente de abastecimento responsável, com rastreabilidade e certificação independente ou verificação de conformidade.

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Esse avanço reforça o compromisso com padrões de sustentabilidade e transparência na cadeia produtiva.

Nescafé Plan no Brasil é referência global em agricultura regenerativa

No Brasil, o Nescafé Plan reúne mais de 3.800 fazendas distribuídas entre Espírito Santo, Minas Gerais, Bahia e São Paulo, consolidando o país como referência global no modelo regenerativo.

Todo o café utilizado no portfólio da marca no país é certificado por terceiros e passa por auditorias independentes.

Com apoio de 35 agrônomos, o programa oferece assistência técnica contínua aos produtores, com foco em:

  • Conservação do solo
  • Gestão da água
  • Preservação da biodiversidade

Atualmente, 100% das propriedades participantes estão inseridas na jornada de agricultura regenerativa.

Estudos do projeto Café & Gestão indicam que propriedades que adotam práticas avançadas podem:

  • Reduzir até 40% do uso de fertilizantes
  • Diminuir até 20% dos custos de produção
  • Aumentar produtividade e eficiência ambiental
Cadeia do café mais resiliente e sustentável até 2030

Com a ampliação da agricultura regenerativa, o avanço da rastreabilidade e a redução de emissões, o Nescafé Plan reforça sua estratégia de construir uma cadeia global de café mais resiliente, sustentável e adaptada às mudanças climáticas.

A expectativa da marca é acelerar ainda mais a transição nos próximos anos, ampliando o impacto positivo nas propriedades rurais e nos ecossistemas produtivos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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