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GAFFFF 2025 revela primeiros chefs da Arena de Fogo e novidades do maior evento de cultura agro do mundo

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O Global Agribusiness Festival (GAFFFF), considerado o maior evento de cultura agro do planeta, já confirmou os cinco primeiros assadores que comandarão as aulas de churrasco na Arena de Fogo, espaço instalado pelo segundo ano consecutivo dentro do Allianz Parque, em São Paulo. A edição 2025 acontecerá nos dias 5 e 6 de junho, organizada pela DATAGRO e apresentada por XP e Corteva Agriscience, e deve reunir mais de 30 mil visitantes.

Primeiros chefs confirmados para a Arena de Fogo

Para o primeiro dia de evento, já estão confirmados nomes de peso no universo da carne e churrasco:

  • Roberto Barcellos: engenheiro agrônomo e consultor, referência nacional em carne de qualidade, com mais de 20 anos no setor pecuário.
  • Adriano Geleia: chef renomado por sua experiência de mais de duas décadas e pela mistura do churrasco tradicional com influências orientais e surf n’ turf.
  • Cleber Lamarca: assador conhecido por participar de grandes festivais, como o Churrasco On Fire, da dupla Fernando & Sorocaba, que também se apresentará no GAFFFF 2025.
  • Bruno Panhoca: pioneiro do American BBQ no Brasil e especialista reconhecido em brisket.
  • Tállita Machado: zootecnista e especialista em carnes e técnicas de cura, ministra cursos de charcutaria há mais de 10 anos, promovendo o conhecimento do processamento artesanal.
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Luiz Felipe Nastari, diretor de comunicação, educação e eventos da DATAGRO, destaca que a escolha desses nomes reforça o papel da gastronomia como elo entre produtores e consumidores. O anúncio dos assadores do segundo dia será divulgado em breve.

Gastronomia e outras experiências do GAFFFF

A gastronomia é um dos pilares do festival, que também inclui música (Fun), feira de negócios (Fair) e debates estratégicos (Forum). Na programação musical, grandes nomes da música sertaneja encerram as noites do evento, com atrações confirmadas como:

  • Leonardo
  • Duplas Fernando & Sorocaba e Fiduma & Jeca
  • Thiago Carvalho
  • Cantora Fiorella
Global Agribusiness Forum (GAF) aberto ao público

Outra novidade do GAFFFF 2025 é a abertura do Global Agribusiness Forum (GAF) para todos os participantes. Criado em 2012 como um espaço exclusivo para convidados, o fórum agora terá seus debates e palestras acessíveis ao público geral do festival.

Plinio Nastari, presidente da DATAGRO, explica que a iniciativa foi testada no ano passado com grande sucesso e agora será ampliada para todos os presentes no Allianz Parque, com mais de 90 horas de conteúdo.

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Entre os nomes já confirmados no fórum estão:

  • Gro Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega e referência em desenvolvimento sustentável
  • Shona Sabnis, vice-presidente de assuntos públicos da Corteva Agriscience
  • Roberto Rodrigues, professor emérito da FGV e embaixador especial da FAO para o cooperativismo
  • Giuliana Morrone, jornalista especialista em ESG
Corteva Agriscience e a integração entre campo e cidade

A empresa Corteva Agriscience, apresentadora do GAFFFF, trará cerca de 1.200 produtores rurais e parceiros comerciais de todo o Brasil para o Allianz Parque, promovendo a conexão entre campo e cidade. O evento também reunirá mais de 180 empresas, incluindo agtechs, que apresentarão tecnologias inovadoras para o agronegócio.

O GAFFFF 2025 promete ser mais uma edição repleta de conhecimento, networking, cultura e entretenimento para fortalecer o agronegócio brasileiro e aproximar a sociedade da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

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O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

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O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

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Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

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