AGRONEGÓCIO

Frutas Katira Adota Hotel de Abelhas e Se Consolida como Referência em Sustentabilidade no Campo

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A Frutas Katira, reconhecida por sua excelência e compromisso com a sustentabilidade, tem se destacado no setor agrícola ao adotar um sistema inovador de “hotel de abelhas”, desenvolvido pela Bayer. Este projeto visa acolher abelhas solitárias que, ao se desassociarem dos enxames, buscam abrigo em troncos de árvores ou no solo. O hotel, que se assemelha a um favo de mel, é composto por móveis de madeira com orifícios de tamanhos variados, proporcionando um ambiente adequado para diferentes espécies de abelhas solitárias.

As abelhas desempenham um papel fundamental na polinização das plantas, visitando até 40 mil flores por dia. Esse processo não só facilita a reprodução cruzada das plantas, mas também contribui diretamente para a melhoria da produção agrícola. Com a polinização, a Katira observa um aumento na qualidade dos frutos, que se tornam mais pesados, suculentos e com maior número de sementes, além de favorecer um melhor sabor, textura e valor nutricional.

Gracimara Ferreira, Analista de Processos e Qualidade da Katira, enfatiza a importância dessa inovação para a empresa: “Adotar o sistema de hotel de abelhas foi mais um passo em nossa missão de oferecer aos consumidores frutas de alta qualidade, alinhadas com nossa filosofia de sustentabilidade”, afirmou.

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Além de beneficiar a produção, a iniciativa também contribui para a preservação do meio ambiente, promovendo maior biodiversidade e ajudando as plantas a se adaptarem a condições climáticas adversas. As abelhas, que também são indicadores de mudanças climáticas, desempenham um papel vital nesse processo de adaptação e preservação.

O projeto “Bee Care”, destinado a clientes da Bayer que obtiveram quatro ou cinco estrelas no programa Impulso Bayer, visa criar um ambiente seguro para as abelhas no campo e promover a continuidade de práticas agrícolas sustentáveis. Com esse modelo, a Frutas Katira reforça seu compromisso com a sustentabilidade e a manutenção dos ecossistemas naturais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

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Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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