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Fruit Attraction estende credenciamento gratuito para a primeira edição no Brasil

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A Fruit Attraction São Paulo prorrogou para o dia 10 de abril o credenciamento gratuito da primeira edição brasileira da feira de frutas e vegetais, que ocorre entre os dias 16 e 18 de abril, na São Paulo Expo. Realizada pela Ifema Madrid em parceria com a Fiera Milano Brasil, o evento tem expectativa de alavancar ainda mais as exportações dos produtos no país, que atingiram recorde histórico de faturamento em 2023.

Com ótimas projeções, os organizadores esperam que as empresas participantes gerem em torno de R$1 bilhão em negócios para os próximos 12 meses. A estimativa é reunir nove mil visitantes e 200 expositores, além da presença de compradores de outros 30 países, como Colômbia, México, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Egito, que estarão reunidos por lá.

Com uma grande diversidade de produtos no setor, o país bateu recorde de faturamento no ano passado, com 1,2 bilhão de dólares, segundo a Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas). “O Brasil se colocou como mercado ideal para evento. É o terceiro maior produtor de frutas do mundo. Também importamos frutas pela sazonalidade, o que coloca o país como setor importante no setor”, destaca Marcelo Vitali, diretor da How2Go e delegado da IFEMA MADRID no Brasil.

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Na Espanha, a edição 2023 da Fruit Attraction Madrid reuniu 2 mil empresas expositoras de 56 países e 90 mil profissionais de 135 países. A expectativa, agora, é repetir esse sucesso na primeira edição no Brasil. “Nossa produção vem batendo recorde e crescerá ainda mais depois deste grande evento. Esta troca global ajuda os negócios de todos”, afirma Maurício Macedo, diretor-executivo da Fiera Milano Brasil, apoiadora da feira.

  • Fruit Attraction São Paulo
    • Data: 16 a 18 de abril de 2024
    • Horário: das 10h às 18h
    • Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
    • Endereço: Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP

Fonte: Base Comunica

Fonte: Portal do Agronegócio

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Casos de raiva bovina avançam e colocam rebanhos em alerta

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A raiva dos herbívoros mantém a pecuária em alerta em diferentes regiões do País. No Paraná, 75 animais tiveram diagnóstico confirmado no primeiro semestre de 2026, segundo levantamento feito a partir dos informes mensais da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). Foram 69 bovinos e seis equinos, distribuídos por 57 focos.

Santa Catarina contabiliza 27 casos em bovinos neste ano. O número está abaixo dos 47 registros de 2025 e dos 67 de 2024, mas a circulação do vírus alcança o norte, o sul, o extremo oeste e o Vale do Itajaí. Uma das ocorrências mais recentes foi identificada em Itapiranga, no extremo oeste catarinense.

O Paraná aparece entre os Estados com maior número de registros recentes. Em 2025, foram confirmados 230 animais infectados em 197 focos. Mais de 80% dos casos atingiram bovinos. A concentração de ocorrências levou o governo estadual a tornar obrigatória, desde março, a vacinação em 30 municípios do oeste.

No Rio Grande do Sul, o governo estadual informava, em junho, a existência de 45 focos ativos, distribuídos por dez regiões. Também foram emitidos alertas sanitários em municípios como São Francisco de Paula, Caraá, Tiradentes do Sul e São Nicolau.

Os dados não formam um ranking nacional direto. Cada órgão estadual divulga informações com períodos e critérios distintos: caso corresponde ao animal infectado; foco é a propriedade onde houve ao menos uma confirmação; e foco ativo pode permanecer nessa condição durante o trabalho de vigilância. Ainda assim, os balanços mostram maior pressão recente sobre os rebanhos do Sul.

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Ocorrências também foram identificadas fora da região. Em julho, a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro) confirmou raiva em um equino de Bezerros. A descoberta provocou a vacinação obrigatória de bovinos, bubalinos, equinos, ovinos e caprinos em seis municípios próximos.

Transmitida principalmente pela mordida do morcego-vampiro (Desmodus rotundus), a raiva ataca o sistema nervoso e não tem tratamento depois do aparecimento dos sintomas. O animal pode se afastar do rebanho, perder o apetite, salivar excessivamente, andar cambaleante, cair e apresentar paralisia dos membros posteriores. A morte ocorre em poucos dias.

A concentração aparente de ocorrências no Sul resulta de uma combinação de fatores. A região reúne rebanhos numerosos, propriedades relativamente próximas e ambientes que oferecem abrigo ao morcego-vampiro, como matas, cavernas, pontes e construções abandonadas. Alterações nesses locais também podem provocar o deslocamento das colônias e ampliar a circulação do vírus.

No oeste do Paraná, onde os focos vêm aumentando há quatro anos, a defesa sanitária identificou circulação viral nas proximidades do Parque Nacional do Iguaçu. Como o controle de morcegos sofre restrições dentro da área protegida, o Estado tornou obrigatória a vacinação em 30 municípios. A maior capacidade de vigilância e diagnóstico dos Estados sulistas também ajuda a explicar o número elevado de registros.

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Para o produtor de qualquer parte do País, a principal medida é vacinar os animais a partir dos três meses de idade. Na primeira vacinação, deve ser aplicada uma dose de reforço após 30 dias. Depois, a revacinação é anual, salvo determinação diferente do serviço veterinário estadual. A obrigatoriedade varia conforme o Estado e a situação sanitária da região.

Animais com sinais neurológicos devem ser isolados. O produtor não deve tocar na boca, na saliva nem abrir a carcaça. A suspeita, a identificação de marcas de mordidas ou a localização de abrigos de morcegos devem ser comunicadas imediatamente ao serviço estadual de defesa sanitária ou pelo sistema federal e-Sisbravet. O controle dos morcegos deve ser feito apenas por equipes autorizadas.

Fonte: Pensar Agro

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