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FPBio e a Expansão dos Biocombustíveis no Brasil: União para o Futuro Sustentável

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O presidente da Frente Parlamentar Mista do Biodiesel (FPBio), deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), enfatiza a necessidade de união entre todos os setores produtivos envolvidos com biocombustíveis para fortalecer o movimento de expansão dessa energia limpa no país. Um dos caminhos apontados por Moreira é o projeto de lei Combustível do Futuro, já aprovado na Câmara dos Deputados e aguardando votação no Senado Federal, cuja aprovação integral é defendida pela FPBio junto ao Executivo e ao Congresso.

Promovendo Mudança e Segurança Jurídica

Alceu Moreira destaca o papel da FPBio na promoção de uma mudança cultural necessária para combater preconceitos e desinformação sobre o biodiesel, enquanto estabelece regras claras para garantir previsibilidade e segurança jurídica. Ele ressalta que o projeto de lei é fundamental para abrir caminho a investimentos significativos nesse setor de energia limpa.

Compromisso e Participação Ativa

O deputado participou do Seminário “Desafios para o Segmento Diesel no Brasil nos próximos 20 anos”, organizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) na FGV, em São Paulo, nesta quinta-feira (18/7). No evento, Alceu Moreira destacou as estratégias políticas da FPBio, que têm contribuído para avanços significativos em prol do biodiesel. Ele enfatizou a importância de buscar consensos e promover debates técnicos para garantir a qualidade e as vantagens do biodiesel para o Brasil.

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Impacto Socioeconômico e Ambiental

Quanto ao futuro do setor, Alceu Moreira vislumbra um cenário promissor com a proliferação de agroindústrias pelo interior do país, conectadas a extensas cadeias produtivas. Ele destaca que a expansão do biodiesel não apenas impulsionará setores como produção de ração e proteína animal, mas também representará uma oportunidade de desenvolvimento socioeconômico para diversas regiões brasileiras.

A FPBio e as entidades empresariais do biodiesel estão comprometidas em demonstrar a qualidade e os benefícios econômicos e ambientais dessa fonte energética, consolidando-a como peça fundamental no futuro energético do Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Feijão carioca reage no fim de abril com oferta restrita e disputa por qualidade, aponta Cepea

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O mercado de feijão carioca encerrou abril com recuperação nas cotações, impulsionada por uma combinação de oferta mais restrita e aumento na demanda por lotes de melhor qualidade. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que o comportamento dos preços foi marcado por dois momentos distintos ao longo do mês.

Primeira quinzena pressionada

Na primeira metade de abril, os preços do feijão carioca registraram queda. Segundo pesquisadores do Cepea, o movimento foi influenciado pela dificuldade de atacadistas e varejistas em repassar os custos ao consumidor final, além de uma postura mais cautelosa por parte dos compradores.

Esse cenário resultou em menor liquidez no mercado e pressão negativa sobre as cotações.

Reação na segunda metade do mês

Já na segunda quinzena, o mercado apresentou uma virada. A redução na oferta disponível, aliada à necessidade de recomposição de estoques por parte dos compradores, intensificou a disputa por lotes de maior qualidade.

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Como consequência, os preços reagiram de forma consistente, especialmente para grãos com padrão superior.

Apesar dessa recuperação no fim do mês, a média mensal do feijão carioca ficou abaixo da observada em março, refletindo o desempenho mais fraco das primeiras semanas.

Feijão preto segue pressionado

Diferentemente do carioca, o mercado de feijão preto manteve tendência de preços pressionados ao longo de abril. O aumento da disponibilidade do produto e a proximidade da nova safra contribuíram para limitar avanços nas cotações.

Ainda assim, algumas regiões registraram sustentação pontual nos preços, indicando variações locais conforme a dinâmica de oferta e demanda.

Perspectivas para o mercado

O comportamento do mercado de feijão segue atrelado ao equilíbrio entre oferta, demanda e qualidade do produto. A expectativa é de que a evolução da colheita e o ritmo de consumo continuem sendo determinantes para a formação dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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