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FPBio e a Expansão dos Biocombustíveis no Brasil: União para o Futuro Sustentável

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O presidente da Frente Parlamentar Mista do Biodiesel (FPBio), deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), enfatiza a necessidade de união entre todos os setores produtivos envolvidos com biocombustíveis para fortalecer o movimento de expansão dessa energia limpa no país. Um dos caminhos apontados por Moreira é o projeto de lei Combustível do Futuro, já aprovado na Câmara dos Deputados e aguardando votação no Senado Federal, cuja aprovação integral é defendida pela FPBio junto ao Executivo e ao Congresso.

Promovendo Mudança e Segurança Jurídica

Alceu Moreira destaca o papel da FPBio na promoção de uma mudança cultural necessária para combater preconceitos e desinformação sobre o biodiesel, enquanto estabelece regras claras para garantir previsibilidade e segurança jurídica. Ele ressalta que o projeto de lei é fundamental para abrir caminho a investimentos significativos nesse setor de energia limpa.

Compromisso e Participação Ativa

O deputado participou do Seminário “Desafios para o Segmento Diesel no Brasil nos próximos 20 anos”, organizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) na FGV, em São Paulo, nesta quinta-feira (18/7). No evento, Alceu Moreira destacou as estratégias políticas da FPBio, que têm contribuído para avanços significativos em prol do biodiesel. Ele enfatizou a importância de buscar consensos e promover debates técnicos para garantir a qualidade e as vantagens do biodiesel para o Brasil.

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Impacto Socioeconômico e Ambiental

Quanto ao futuro do setor, Alceu Moreira vislumbra um cenário promissor com a proliferação de agroindústrias pelo interior do país, conectadas a extensas cadeias produtivas. Ele destaca que a expansão do biodiesel não apenas impulsionará setores como produção de ração e proteína animal, mas também representará uma oportunidade de desenvolvimento socioeconômico para diversas regiões brasileiras.

A FPBio e as entidades empresariais do biodiesel estão comprometidas em demonstrar a qualidade e os benefícios econômicos e ambientais dessa fonte energética, consolidando-a como peça fundamental no futuro energético do Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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