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Fortalecimento do Turismo Rural é Tema de Reunião do Sistema FAESC/SENAR

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Na última semana, o Sistema FAESC/SENAR promoveu uma reunião em sua sede em Florianópolis com o objetivo de alinhar os procedimentos operacionais da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) direcionados ao turismo rural. O encontro buscou desenvolver estratégias para fortalecer essa cadeia produtiva em Santa Catarina, almejando um planejamento eficaz que possibilite a replicação dos sucessos já obtidos em outros segmentos atendidos pela ATeG.

A reunião contou com a presença das equipes técnicas da ATeG e abordou a importância da padronização nos atendimentos e serviços prestados. Esse enfoque visa otimizar recursos, aprimorar a capacitação profissional e garantir um acompanhamento contínuo e eficiente das propriedades e negócios turísticos.

O presidente do Sistema FAESC/SENAR, José Zeferino Pedrozo, ressaltou a relevância da ATeG na profissionalização e desenvolvimento dos diversos segmentos do agronegócio. Ele expressou confiança no potencial do turismo rural, afirmando: “Estamos iniciando nesse setor, que certamente terá êxito, pois existem grandes oportunidades para seu desenvolvimento.”

Durante a reunião, Pedrozo enfatizou que as ações discutidas asseguram a harmonização das práticas adotadas pelo Senar/SC e pelas equipes técnicas, o que é crucial para contribuir com o crescimento sustentável do turismo rural em Santa Catarina. O superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, e outros membros da equipe técnica, como a coordenadora estadual da ATeG, Paula Coimbra Nunes, e a supervisora regional do Senar/SC, Sueli Silveira Rosa, também participaram do encontro. Emerson Gava, coordenador de arrecadação do Senar/SC, abordou as questões tributárias e previdenciárias relacionadas ao setor.

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A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) é um serviço gratuito disponibilizado pelo Senar/SC, focando na geração de renda, melhoria da produção e gestão rural de maneira educativa. Os produtores recebem acompanhamento periódico de um técnico de campo durante um período mínimo de 24 meses, tempo necessário para avaliar os resultados da aplicação da metodologia.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do setor de árvores cultivadas somam US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026 apesar de cenário global adverso

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O setor brasileiro de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração ambiental exportou US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, mesmo diante de um cenário internacional marcado pelo avanço de medidas protecionistas, desaceleração econômica em importantes mercados e pelo agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Os dados constam na mais recente edição do Boletim Mosaico, divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Árvores (Ibá), que apresenta um panorama do desempenho econômico e produtivo da cadeia florestal brasileira entre janeiro e março deste ano.

Setor mantém relevância na balança comercial brasileira

Nos três primeiros meses de 2026, a indústria de árvores cultivadas respondeu por 4,4% das exportações totais do Brasil e representou 9,6% das vendas externas do agronegócio nacional.

O saldo da balança comercial do setor alcançou US$ 3,3 bilhões, reforçando a importância estratégica da atividade para a geração de divisas, empregos e desenvolvimento sustentável.

Celulose segue como principal produto exportado

A celulose permaneceu como o principal item da pauta exportadora do segmento florestal brasileiro. A produção atingiu 6,7 milhões de toneladas no primeiro trimestre, registrando retração de 3,8% em comparação ao mesmo período de 2025.

As exportações totalizaram 4,8 milhões de toneladas, volume 10,2% inferior ao observado um ano antes. Em valor, as vendas externas da commodity somaram US$ 2,6 bilhões, uma queda de 6,3% na comparação anual.

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Apesar da redução nos embarques, a celulose continua sendo o principal motor das exportações do setor, sustentada pela demanda internacional e pela competitividade da produção brasileira.

Produção de papel apresenta estabilidade

O segmento de papel registrou desempenho estável no período. A produção alcançou 2,8 milhões de toneladas, com leve crescimento de 0,2% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

No mercado interno, as vendas avançaram 1,8%, demonstrando resiliência do consumo doméstico. Já as exportações apresentaram pequena retração de 0,6%.

Em termos financeiros, as vendas externas de papel movimentaram US$ 566,6 milhões entre janeiro e março, resultado 4,2% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

Mercado de painéis de madeira cresce no Brasil, mas exportações recuam

Os painéis de madeira apresentaram desempenho positivo no mercado interno. As vendas domésticas cresceram 7,4% no primeiro trimestre, atingindo 2,1 milhões de metros cúbicos.

No entanto, o segmento enfrentou dificuldades no comércio exterior. As exportações recuaram 27,9% em volume, refletindo a menor demanda internacional e os desafios enfrentados pelos principais mercados consumidores.

Em valor, as vendas externas de painéis de madeira somaram US$ 74,4 milhões, uma queda expressiva de 34,3% na comparação anual.

China lidera demanda pelos produtos florestais brasileiros

A China manteve sua posição como principal destino das exportações do setor brasileiro de árvores cultivadas. Entre janeiro e março, o país asiático importou aproximadamente US$ 1,3 bilhão em produtos florestais brasileiros.

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Europa e América do Norte aparecem na sequência entre os maiores mercados compradores, embora o ambiente econômico global continue marcado por crescimento moderado e incertezas comerciais.

Competitividade e sustentabilidade sustentam o setor

Segundo o presidente da Ibá, Paulo Hartung, o desempenho registrado no primeiro trimestre demonstra a capacidade de adaptação e a força competitiva da indústria florestal brasileira diante de um ambiente global desafiador.

De acordo com Hartung, mesmo diante das incertezas que afetam o comércio internacional, o setor segue ampliando sua presença nos mercados externos, apoiado pela eficiência produtiva, pela oferta de produtos renováveis e pelo compromisso com práticas sustentáveis.

A expectativa é que a indústria continue buscando novas oportunidades comerciais ao longo de 2026, fortalecendo sua contribuição para a economia brasileira e para a transição global rumo a uma economia de baixo carbono.

Perspectivas para 2026

Com a demanda internacional ainda sujeita aos efeitos das tensões geopolíticas, das políticas comerciais e do ritmo de crescimento das principais economias globais, o setor de árvores cultivadas deverá manter atenção redobrada aos movimentos do mercado externo.

Ainda assim, a combinação entre produtividade florestal, competitividade industrial e crescente demanda por produtos de origem renovável posiciona o Brasil como um dos principais protagonistas globais da bioeconomia e da indústria florestal sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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