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Força-tarefa limpa bocas de lobo na região central de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, iniciou nesta segunda-feira (12) uma força-tarefa voltada à desobstrução de bocas de lobo na região central da capital. A operação começou pela Avenida Tenente Coronel Duarte, conhecida como Avenida da Prainha, esquina com a Avenida Getúlio Vargas, onde foram retiradas mais de uma tonelada de lixo e entulhos descartados de forma irregular nas caixas coletoras de águas pluviais.

A ação envolve uma equipe completa composta por quatro braçais, um encarregado responsável pela gestão da operação, além do operador de máquina, motorista de caminhão e motorista do veículo hidrojato. Também são utilizados equipamentos como retroescavadeira, caminhão hidrojato e caminhão caçamba para execução e suporte das atividades.

O O caminhão hidrojato faz a sucção do material contaminado, enquanto a limpeza manual é realizada dentro das caixas coletoras. A retroescavadeira auxilia na remoção das tampas de concreto das bocas de lobo, e o caminhão caçamba realiza o transporte e destinação adequada dos resíduos.

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Segundo levantamento inicial, apenas uma das bocas de lobo na avenida acumulava cerca de mil quilos de terra, plástico, lixo e outros detritos. A força-tarefa segue em andamento e faz parte do cronograma preventivo da gestão municipal para minimizar alagamentos e garantir o bom funcionamento do sistema de drenagem urbana, especialmente com a aproximação do período chuvoso.

O secretário municipal de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira, reforçou o compromisso da gestão com a manutenção da cidade e destacou a importância da participação da população.

“Esse é um trabalho essencial para o funcionamento da nossa cidade, principalmente em épocas de chuva. Mas ele só será totalmente eficaz se for somado à colaboração dos moradores. Precisamos que cada cidadão faça a sua parte, evitando o descarte irregular de lixo nas ruas. É um esforço conjunto pelo bem de Cuiabá”, afirmou Teixeira.

A Prefeitura reforça o apelo à população para não descartar resíduos em vias públicas, contribuindo para a preservação da cidade e o bom funcionamento da infraestrutura urbana.

#PraCegoVer

A imagem mostra os colaboradores da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras em uma força-tarefa para desobstrução de uma boca de lobo na região da Avenida Tenente Coronel Duarte, conhecida como Avenida da Prainha, esquina com a Avenida Getúlio Vargas. Os serviços contam com apoio de uma pá carregadeira.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Preço do arroz volta a cair no Brasil após leilões frustrados e excesso de oferta pressiona mercado

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O mercado brasileiro de arroz segue enfrentando um cenário de forte pressão sobre os preços, baixa liquidez e retração nas negociações, mesmo após a realização dos leilões de PEP e PEPRO promovidos pelo governo federal. A avaliação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira, que aponta agravamento da fragilidade comercial diante do excesso de oferta e da limitada efetividade das medidas oficiais de sustentação.

Segundo o especialista, o setor continua sem apresentar reação consistente, com indústrias operando de forma defensiva e negociações ocorrendo em ritmo bastante reduzido.

“O mercado segue extremamente travado, com baixa movimentação e dificuldades crescentes na formação de preços”, destaca Oliveira.

Leilões não conseguem sustentar preços do arroz

Os leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) e Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (PEPRO) eram vistos como uma tentativa de aliviar a pressão sobre o mercado interno. No entanto, o resultado ficou abaixo das expectativas do setor.

A baixa adesão aos programas — com menos da metade dos volumes negociados — aumentou a percepção negativa entre produtores e agentes da cadeia orizícola. Na prática, o mercado interpretou os resultados como sinal de limitação operacional dos mecanismos diante dos problemas estruturais atuais.

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Além disso, parte dos participantes avalia que os prêmios acabaram sendo parcialmente absorvidos pela indústria e pelas tradings por meio de ajustes negativos nos preços pagos ao produtor.

Em diversas regiões produtoras, começaram a surgir diferenciações entre operações enquadradas e não enquadradas nos programas oficiais, ampliando distorções regionais e reduzindo a transparência da formação de preços.

Produtores seguram estoques e vendas seguem pontuais

Diante do ambiente de preços fragilizados, os grandes produtores permanecem retraídos e priorizam a retenção dos estoques, aguardando melhores oportunidades comerciais. Já os produtores com menor capacidade financeira continuam realizando vendas pontuais para geração de caixa e cumprimento de compromissos imediatos.

O cenário também segue pressionado pelo câmbio menos favorável às exportações brasileiras de arroz, fator que reduz a competitividade do produto nacional no mercado externo e dificulta o escoamento dos excedentes.

Cotação do arroz acumula forte desvalorização em 2025

A pressão sobre os preços continua evidente nas referências do mercado gaúcho, principal polo produtor do país.

A média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul, padrão 58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista, encerrou a quinta-feira (7) cotada a R$ 61,65.

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O valor representa queda de 3,03% em relação à semana anterior. Na comparação mensal, houve leve alta de 1,34%, mas no acumulado de 2025 a desvalorização já alcança 19,63%.

Mercado segue atento aos próximos movimentos

Analistas do setor avaliam que o comportamento do mercado dependerá principalmente da capacidade de retomada das exportações, da evolução da demanda doméstica e de possíveis novas medidas governamentais para sustentação da renda do produtor.

Enquanto isso, o ambiente continua marcado por cautela, excesso de oferta e dificuldade de reação consistente nos preços do arroz brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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