AGRONEGÓCIO

Festival Icafest Transforma Ibiraci em ‘Capital do Café’

Publicado em

Ibiraci, cidade localizada no sul de Minas Gerais, se tornará a ‘capital do café’ entre os dias 12 e 14 de novembro, ao sediar o 3º Icafest – Festival do Café de Ibiraci. O evento oferece uma imersão no universo cafeeiro, abrangendo desde a lavoura até a xícara, com uma programação repleta de exposições, palestras e concursos. A entrada é gratuita, e as atividades ocorrerão das 13h às 20h no CIEL (Centro Ibiraciense de Eventos e Lazer).

Durante os três dias de festival, o público, incluindo produtores, técnicos, baristas e mestres de torra, terá a oportunidade de participar de uma série de atrações. Entre elas, destacam-se exposições de máquinas e implementos agrícolas, além de oficinas e workshops. A programação técnica incluirá palestras com os engenheiros agrônomos e pesquisadores da Fundação Procafé, Leandro Andrade e Marcelo Jordão Filho. Andrade abordará o tema “Cultivares Adaptadas para a Região da Alta Mogiana”, enquanto Jordão Filho falará sobre “Ocorrência do clima, irrigação e impactos na cafeicultura”.

Além disso, o festival promoverá o “Encontro das Mulheres do Café – Cerejas do Café e Universo Mulher Café”, com foco na importância da participação feminina no setor, e a premiação do “9º Concurso de Qualidade do Café de Ibiraci”, que reconhecerá os melhores grãos produzidos na região.

Leia Também:  Equipe de vereador acompanha obras em praça na Capital

A cidade de Ibiraci também oferecerá à comunidade serviços na área da saúde, como aferição de pressão arterial, glicemia capilar e testes rápidos para HIV, Sífilis, Hepatite B e C. Para complementar a experiência, o evento contará com uma praça de alimentação e degustação gratuita de cafés especiais.

Ibiraci, com seus 12,9 mil hectares de café e produção de 23 mil toneladas de café arábica, é um dos maiores polos cafeeiros do Brasil. De acordo com dados do IBGE de 2023, a cidade conta com mais de 1,4 mil propriedades, sendo a maior parte delas voltada para a cafeicultura. Ibiraci é a quarta maior produtora de café arábica do país, o que torna o Icafest uma vitrine para a força e tradição da cafeicultura local.

“O Icafest é uma excelente oportunidade para mostrar a relevância de Ibiraci na produção de café e destacar a qualidade dos nossos grãos,” afirma Sandro Andrade Barbosa, coordenador de Associações da Prefeitura de Ibiraci.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

Published

on

As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

Leia Também:  Clima favorável impulsiona produção recorde de açúcar no Brasil em 2023
Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

Leia Também:  Governo zera tributos do biodiesel e amplia competitividade frente ao diesel fóssil
Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA