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Festa do Peão de Barretos termina neste fim de semana com show de Chitãozinho & Xororó

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Termina nesta domingo (27.08) a Festa do Peão de Barretos, com show de Chitãozinho & Xororó, entre outros grandes nomes. Cerca de um milhão de pessoas devem participar da festa, considerada a maior do gênero na América Latina. Além dos competidores brasileiros, atletas mexicanos e norte-americanos participam da disputa do rodeio internacional.

No total, trinta e cinco competidores participam das montarias em touros, enquanto trinta atletas competem na modalidade de cavalo cutiano. Cinco competidores estão envolvidos no bareback, e outros cinco na sela americana. Além das montarias, o rodeio internacional apresenta provas cronometradas, incluindo três tambores e team penning.

Carlos André Oliveira, peão de Ipameri (GO), venceu a segunda noite de montaria em touros do Rodeio Internacional na Festa do Peão de Barretos nesta sexta-feira (25.08). O goiano conseguiu 91 pontos ao montar o touro Relíquia da Patroa. Na noite anterior, o peão obteve a nota 87,5.

Warley Oliveira também se destacou na competição e garantiu a vice-liderança com a nota de 90,50 na montaria do Avião. Com a nota do dia anterior, ele assumiu a primeira posição do ranking, enquanto Carlos André ocupa a 11ª posição.

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O paranaense Alex Correia Lima e o mineiro Luiz Américo de Silva também tiveram bons resultados. Respectivamente, os atletas atingiram as marcas de 89,75 e 89,50 pontos.

Líder do round anterior com 91 pontos, Assyrio José Dias não conseguiu permanecer os oito segundos necessários em cima do touro Canibal para pontuar nesta noite.

A final do Rodeio Internacional será neste domingo domingo (27.08).

A Festa do Peão de Barretos 2023 teve 58 shows, entre elas a dupla Guilherme & Benuto, Simone Mendes, Chitãozinho & Xororó, Zé Neto & Cristiano, Ana Castela, Luan Santana e Alok.

No encerramento, neste sábado e no domingo teremos Chitãozinho & Xororó, Jorge & Mateus e Clayton & Romário, Zé Ricardo & Thiago, Bruno Rosa, Jefferson Moraes, Diego & Arnaldo e Rick & Renner.

Fonte: Pensar Agro

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Canola e carinata ganham espaço no Sul e se consolidam como alternativas para aumentar a rentabilidade no inverno

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A agricultura de inverno no Sul do Brasil passa por uma transformação estratégica. Tradicionalmente marcada pela predominância das lavouras de trigo, a paisagem rural começa a incorporar cada vez mais áreas cultivadas com canola e carinata, culturas que vêm se destacando como importantes alternativas para diversificação da produção e proteção da rentabilidade das propriedades.

O movimento não representa uma substituição do trigo, mas uma estratégia de gestão que busca reduzir a dependência de uma única cultura e minimizar os impactos das oscilações de mercado. Em um cenário de margens mais apertadas, custos elevados de produção e volatilidade nos preços dos grãos, produtores têm apostado na diversificação como ferramenta para equilibrar receitas e aumentar a segurança financeira da atividade.

Gestão de risco impulsiona adoção de novas culturas

Segundo o gerente de Desenvolvimento de Mercado e Produtos da Fortgreen para Brasil e Paraguai, João Vidotto, especialista em Ecofisiologia de Cultivos e mestrando em Produção Vegetal, a busca por alternativas comerciais ganhou força especialmente entre os agricultores do Rio Grande do Sul.

De acordo com o especialista, a concentração da produção em apenas uma cultura amplia a exposição aos riscos de mercado. Como resposta, muitos produtores passaram a destinar parte da área agrícola para espécies alternativas, criando uma estratégia capaz de compensar eventuais perdas provocadas por quedas nos preços de uma determinada commodity.

“A diversificação funciona como uma proteção financeira. Quando uma cultura enfrenta dificuldades de mercado, outra pode contribuir para sustentar a rentabilidade da propriedade”, explica.

Canola se fortalece como principal opção de diversificação

Entre as culturas de inverno que vêm conquistando espaço, a canola desponta como a principal alternativa ao trigo. Além do potencial econômico, a oleaginosa oferece benefícios agronômicos relevantes para o sistema produtivo.

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Pesquisas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indicam que a canola contribui para a rotação de culturas, auxiliando na redução da incidência de doenças radiculares e promovendo melhorias nas condições do solo para a safra seguinte de soja.

Essa característica tem sido um dos principais fatores que impulsionam sua adoção, especialmente em regiões onde a sucessão soja-trigo predomina há décadas.

Carinata abre oportunidades no mercado de combustíveis renováveis

Paralelamente ao avanço da canola, a carinata surge como uma nova alternativa de alto valor agregado para os agricultores do Sul.

A cultura vem ganhando destaque internacional devido ao seu uso na produção de combustível sustentável de aviação (SAF), segmento que registra forte crescimento impulsionado pelas metas globais de descarbonização do transporte aéreo.

Por apresentar rusticidade e adaptação às condições climáticas da região, a carinata tem despertado interesse de produtores e empresas ligadas ao mercado de energias renováveis, abrindo novas oportunidades comerciais para o campo.

Nutrição adequada é decisiva para o sucesso das lavouras

Apesar da rusticidade atribuída à canola, especialistas alertam que o sucesso da cultura depende de um manejo nutricional criterioso.

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Segundo Vidotto, uma das principais particularidades da oleaginosa é sua elevada exigência em boro, micronutriente fundamental para o desenvolvimento vegetativo, a formação das estruturas reprodutivas e o potencial produtivo da lavoura.

“A canola possui uma capacidade de extração de boro significativamente superior à observada em culturas como soja e milho. Por isso, o planejamento nutricional precisa ser ajustado às necessidades específicas da planta”, destaca.

Nesse contexto, estratégias de nutrição foliar voltadas ao fornecimento eficiente do micronutriente tornam-se fundamentais para garantir altos níveis de produtividade e retorno econômico.

Diversificação fortalece sustentabilidade econômica das propriedades

A adoção de culturas alternativas de inverno vem se consolidando como uma importante ferramenta de gestão para os produtores da região Sul. Além de reduzir a dependência do trigo, a estratégia contribui para melhorar a saúde do sistema produtivo, ampliar as opções de comercialização e aumentar a resiliência financeira das propriedades rurais.

Com mercados cada vez mais dinâmicos e exigentes, a combinação entre planejamento agronômico, diversificação de culturas e manejo nutricional adequado tende a ganhar ainda mais relevância nas próximas safras, fortalecendo a competitividade da agricultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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