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Fertilizantes especiais nacionais aumentam produtividade das lavouras de verão

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A MaxiSolo, empresa catarinense especializada em fertilizantes minerais granulados, apresenta tecnologias nacionais que potencializam o rendimento das lavouras de verão, especialmente em soja, mesmo diante de estiagens prolongadas, excesso de chuvas e mudanças climáticas.

Nutrição estratégica do solo garante melhores resultados

Em um cenário de instabilidade climática que impacta a produção agrícola, produtores que investem em nutrição equilibrada do solo têm conseguido resultados expressivos. A MaxiSolo vem expandindo o acesso a soluções desenvolvidas no Brasil, permitindo maior produtividade e resistência das culturas frente a condições adversas.

SulfaBor: liberação controlada de nutrientes

O SulfaBor é um fertilizante mineral misto que combina cálcio, enxofre e boro com liberação controlada. A fórmula integra uma fonte de liberação rápida e outra gradual, garantindo a disponibilidade do nutriente ao longo de todo o ciclo da cultura.

Testes em campo indicam que o uso do SulfaBor pode gerar ganhos de até 4,8 sacas por hectare na soja. Segundo Caio Kolling, gerente de marketing da MaxiSolo, “A suplementação equilibrada repõe nutrientes e minimiza perdas, seja por lixiviação em períodos chuvosos ou para auxiliar na resiliência durante estiagens”.

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Além disso, o fertilizante atua como inibidor de alumínio no solo, estimula o enraizamento e fortalece a planta desde o início do ciclo, garantindo formação adequada de grãos e frutos.

KBMaxi: eficiência e versatilidade para diferentes cultivos

Outra solução de destaque é o KBMaxi, fertilizante mineral granulado com cálcio, boro, enxofre e potássio, de baixa salinidade e alta eficiência. Pode ser aplicado em todos os tipos de solo e culturas, promovendo maior absorção de nutrientes e auxiliando no desenvolvimento radicular, formação de folhas e ramos, além do enchimento dos grãos na soja.

A tecnologia do KBMaxi também oferece liberação dos nutrientes de acordo com a demanda da safra, aumentando a eficiência do uso de outros fertilizantes e contribuindo para uma produção mais sustentável e rentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço dos legumes sobe até 14,3% no Sudeste e lidera alta dos alimentos em maio, revela estudo

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As temperaturas mais baixas registradas em maio impactaram a produção agrícola e provocaram forte alta nos preços das hortaliças em todo o Brasil. Levantamento da Neogrid mostra que os legumes lideraram a inflação dos alimentos no mês, com avanço médio de 15,1% no país e de 14,3% na Região Sudeste, refletindo os efeitos da sazonalidade e da menor oferta de produtos.

O estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões” aponta que o preço médio da categoria passou de R$ 6,89 para R$ 7,93 entre abril e maio, consolidando os legumes como o principal responsável pela pressão sobre o orçamento das famílias.

Clima mais frio reduz oferta de hortaliças

Segundo Marcelo Alves, gerente executivo de Dados da Neogrid, as condições climáticas exerceram influência direta sobre o comportamento dos preços.

De acordo com o especialista, o frio reduz a produtividade e desacelera o desenvolvimento de diversas culturas, diminuindo a disponibilidade de produtos no mercado e elevando os preços ao consumidor.

Além dos impactos na produção, Alves destaca que uma gestão mais eficiente da cadeia de abastecimento torna-se ainda mais importante em períodos de maior volatilidade.

Segundo ele, ferramentas de previsão de demanda e maior visibilidade dos estoques ajudam supermercados e distribuidores a realizar reposições mais precisas, reduzindo perdas, desperdícios e rupturas no abastecimento.

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Leite em pó e feijão também registram alta

Além dos legumes, outras categorias importantes da cesta de consumo apresentaram aumento de preços em maio.

O leite em pó registrou alta de 9%, passando de R$ 40,47 para R$ 44,10. O feijão avançou 5%, enquanto o molho de tomate teve elevação de 3,3% e a água mineral subiu 3,5% no período.

Os resultados reforçam a pressão exercida por produtos básicos sobre a inflação dos alimentos.

Ovos, café, óleo de soja e carne suína ficam mais baratos

Em contrapartida, algumas categorias contribuíram para aliviar os gastos das famílias.

Os ovos apresentaram a maior redução do mês, com queda de 6,5%, fazendo o preço médio por unidade recuar de R$ 0,97 para R$ 0,90.

Também registraram redução de preços:

  • Massas alimentícias secas: -3,0%;
  • Café em pó e em grãos: -2,5%;
  • Carne suína: -1,4%;
  • Açúcar: -1,1%;
  • Óleo de soja: -0,9%.

Entre esses produtos, o óleo de soja foi o único a apresentar queda em todas as regiões brasileiras.

Legumes acumulam alta de mais de 44% em 2026

No acumulado entre dezembro de 2025 e maio de 2026, os legumes permanecem como a categoria com maior valorização no varejo alimentar.

Os preços avançaram 44,2% no período, passando de R$ 5,50 para R$ 7,93.

Na sequência aparecem:

  • Feijão: 26,5%;
  • Leite UHT: 23,9%;
  • Carne bovina: 6%;
  • Ovos: 6%.
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O levantamento evidencia como fatores climáticos continuam exercendo forte influência sobre os preços dos alimentos frescos.

El Niño pode ampliar volatilidade dos preços

Segundo a Neogrid, o mercado segue atento às projeções climáticas para os próximos meses, especialmente diante da possibilidade de consolidação do fenômeno El Niño.

Caso o aquecimento do Oceano Pacífico provoque alterações significativas no regime de chuvas e nas temperaturas, novas oscilações poderão atingir a produção agrícola, principalmente nas cadeias de hortifrútis e lácteos.

Nesse cenário, o fortalecimento da logística, do planejamento de estoques e da gestão da cadeia de abastecimento será fundamental para reduzir os impactos sobre o consumidor.

Sudeste registra maior pressão sobre hortaliças

Na Região Sudeste, os legumes lideraram as altas de preços em maio, com avanço de 14,3%.

Também apresentaram elevação:

  • Feijão: 6,3%;
  • Farinha de mandioca: 4,5%;
  • Leite em pó: 2,9%;
  • Molho de tomate: 2,7%.

Entre as maiores quedas registradas na região estão os ovos (-7,8%), massas alimentícias secas (-2,9%), café (-2,7%), óleo de soja (-2,7%) e leite UHT (-2,6%), amenizando parcialmente a pressão inflacionária sobre a cesta de alimentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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