AGRONEGÓCIO

Ferrugem e broca: manejo assertivo no café é destaque da ADAMA na Femagri 2024

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A ADAMA (leia-se ADAMÁ), companhia integrante de uma das maiores holdings do agronegócio global, participa da Femagri 2024, feira de máquinas, implementos e insumos agrícolas e trará suas soluções para o manejo da ferrugem e da broca-do-café. O evento, voltado aos milhares de cooperados da Cooperativa Cooxupé do Sul de Minas, Alto Paranaíba (cerrado mineiro), Matas de Minas e Vale do Rio Pardo, acontece de 20 a 22 de março em Guaxupé (MG).

A ferrugem e a broca-do-café podem causar grandes perdas no cafezal, que vão desde a queda do fruto e diminuição do peso à alteração da bebida no processamento final do café. “O controle de pragas e doenças que acometem as lavouras de café, como a broca e a ferrugem, é primordial para manter a produtividade da cultura”, destaca Tammer Pereira, agrônomo e representante técnico de Vendas (RTV) da ADAMA na região.

Durante o evento, a ADAMA receberá os produtores em seu estande e apresentará todo o seu portfólio do programa #BomDeCafé, que conta com soluções como Plethora® – inseticida com dois modos de ação, com choque e residual, e alta eficácia no combate da broca-do-café e do bicho-mineiro – e Convicto®, fungicida da companhia indicado para o controle de ferrugem e cercóspora.

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Na feira, o cafeicultor também pode conferir outras soluções do portfólio da companhia para auxiliá-lo na busca por mais produtividade e qualidade, como o nematicida Nimitz®, o fungicida Azimut®, além das biossoluções ExpertGrow e Protege®.

“Participar da Femagri e poder estar próximo dos cafeicultores brasileiros, que são os mais tecnificados do mundo, tem muito valor para nós da ADAMA. É uma oportunidade única de escutar os produtores, mostrar o nosso portfólio de soluções exclusivas, que, além de contarem com mais facilidade de aplicação e manuseio, contribuem para a sustentabilidade, e tirar todas as suas dúvidas”, declara Tammer.

Para esse ano, Tammer destaca ainda que a Femagri estará mais diversificada, com soluções e alternativas para atender outras atividades agrícolas, como a cultura da soja. Por isso, a ADAMA também levará para o evento as principais soluções do seu portfólio para quem é #BomDeSoja, como os herbicidas Araddo®, Apresa® e Cheval®, os fungicidas Armero®, Blindado® T.O.V. e Across®, os inseticidas Galil®, Magnum® e Plethora®, além das biossoluções Emerge®, Protege® e ExpertGrow.

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Fonte: ADAMA

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro ajuda Brasil a fechar agosto com superávit de R$ 37,7 bilhões

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O Brasil encerrou agosto com superávit comercial de R$ 37,7 bilhões, crescimento de 23,8% em relação ao mesmo mês de 2025. O resultado foi sustentado pelo aumento das exportações de soja, café, animais vivos, carne de frango e farelo de soja, além do avanço das vendas da indústria extrativa e de outros segmentos da indústria de transformação.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações brasileiras somaram R$ 169,1 bilhões em agosto, alta de 12,2% na comparação anual. As importações cresceram 9,2% e alcançaram R$ 131,4 bilhões.

A corrente de comércio, que corresponde à soma das exportações e importações, movimentou R$ 300,5 bilhões no mês, aumento de 10,9% em relação a agosto do ano passado.

A agropecuária respondeu diretamente por R$ 37,7 bilhões em exportações durante agosto, crescimento de 11,4%. Esse valor considera os produtos classificados pelo governo como pertencentes à atividade agropecuária e não inclui carnes, farelo de soja, açúcar, sucos e outros itens processados contabilizados dentro da indústria de transformação.

Entre os produtos do campo, o valor das exportações de animais vivos avançou 174,3%. As vendas externas de café não torrado cresceram 24,1%, enquanto a soja, principal item da pauta agropecuária brasileira, registrou aumento de 14%.

A contribuição do agronegócio também apareceu entre os produtos industrializados. As exportações de carne de aves e miudezas aumentaram 40,5%, enquanto as vendas de farelo de soja e de outros produtos destinados à alimentação animal cresceram 36,6%.

O desempenho positivo compensou a retração observada em outras cadeias importantes. As exportações de milho não moído caíram 25,3% em agosto. Também houve redução de 34,7% no mel natural e de 35,7% nas vendas de sementes oleaginosas, grupo que inclui produtos como girassol, gergelim, canola e algodão.

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Na indústria de transformação, o valor das exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada recuou 19,7% em agosto. Açúcares e melaços tiveram queda de 37%. A redução mensal da carne bovina ocorreu depois de um período de embarques elevados e não anulou o crescimento acumulado pelo setor ao longo do ano.

Entre janeiro e agosto, o Brasil exportou R$ 1,28 trilhão, aumento de 10,3% na comparação com os primeiros oito meses de 2025. As importações somaram R$ 997,3 bilhões, com crescimento de 6,1%.

Com isso, o superávit comercial acumulado em 2026 chegou a R$ 282,1 bilhões, avanço de 28,2%. A corrente de comércio alcançou R$ 2,28 trilhões no período, alta de 8,4%.

As exportações classificadas como agropecuárias totalizaram R$ 295 bilhões entre janeiro e agosto, crescimento de 9,5%. O resultado foi favorecido pelo aumento de 81,9% nas vendas de animais vivos, de 15,2% nos embarques de soja e de 15,1% nas exportações de algodão em bruto.

A indústria extrativa exportou R$ 316,9 bilhões nos oito primeiros meses, alta de 19,6%. A indústria de transformação respondeu por R$ 660 bilhões, crescimento de 6,6%.

Apesar da queda isolada de agosto, a carne bovina acumulou aumento de 22,3% nas exportações de janeiro a agosto. O desempenho mostra que o recuo mensal ocorreu sobre uma base de vendas externas ainda elevada no conjunto do ano.

Outros produtos do agronegócio apresentaram resultado menos favorável. As exportações acumuladas de trigo e centeio diminuíram 31,3%, enquanto as de milho recuaram 3,6%. O café não torrado acumulou queda de 13,7%, apesar da recuperação registrada em agosto.

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Também houve redução de 35,8% nas vendas externas de sucos de frutas e vegetais e de 28,2% nos embarques de açúcares e melaços durante os oito primeiros meses.

Do lado das compras brasileiras, as importações da agropecuária chegaram a R$ 2,4 bilhões em agosto, crescimento de 7,4%. O aumento foi influenciado por pescado, trigo, centeio e produtos hortícolas.

O valor das importações de pescado avançou 64,8%, enquanto as compras de trigo e centeio cresceram 10,5%. Os produtos hortícolas frescos ou refrigerados registraram alta de 54%. Em sentido contrário, as importações de soja diminuíram 22,2%, e as de frutas e nozes não oleaginosas recuaram 9,3%.

A indústria de transformação concentrou a maior parcela das compras externas, com R$ 123 bilhões em agosto, crescimento de 13,4%. No acumulado do ano, as importações do segmento chegaram a aproximadamente R$ 930 bilhões.

Entre os insumos estratégicos para a produção rural, o valor importado de adubos e fertilizantes químicos caiu 35,9% em agosto. As compras de fertilizantes brutos apresentaram redução de 15,6%.

A queda não significa necessariamente redução equivalente no volume desembarcado, porque os dados também refletem mudanças nos preços internacionais. O movimento pode estar relacionado ainda à antecipação de compras, à formação de estoques, à volatilidade do mercado e ao ritmo de aquisição para a safra 2026/2027.

Os números de agosto reforçam o papel do agronegócio na geração de receitas externas e na sustentação do saldo comercial brasileiro. Ao mesmo tempo, a diferença de desempenho entre as cadeias mostra que o resultado depende tanto da produção nacional quanto dos preços internacionais, do câmbio e das condições de acesso aos principais mercados compradores.

Fonte: Pensar Agro

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