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Feijão: Colheita Avançada Pressiona Preços para Baixo, Aponta Cepea

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O mercado de feijão apresentou ritmo mais lento de negócios ao longo da última semana, com uma queda nos preços registrada em quase todas as praças monitoradas pelo Cepea. De acordo com o Centro de Pesquisas, o avanço da colheita, aliado à postura mais conservadora da indústria, foi determinante para a queda das cotações do feijão, especialmente do tipo carioca.

Pressão da Colheita e Estoques de Menor Qualidade

Mesmo com a oferta ainda restrita dos grãos de melhor qualidade, a colheita avançada em diversas regiões do país exerceu pressão sobre os preços. No caso específico do feijão carioca, o comportamento da indústria, que tem adotado uma postura mais cautelosa, impactou diretamente nas negociações.

Embora alguns produtores tentem manter seus lotes de feijão armazenados, especialmente aqueles em câmaras frias, a necessidade de liquidar os lotes de grãos de qualidade inferior prevaleceu nas transações, resultando em preços mais baixos na média.

Avanço da Colheita e Expectativas

Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até o dia 5 de abril, 77,1% da área destinada à primeira safra 2024/25 do feijão já havia sido colhida no Brasil. Este avanço da colheita continua a influenciar o mercado, com a oferta crescente de grãos impactando diretamente as cotações, pressionando para baixo os preços em várias praças do território nacional.

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A continuidade da colheita e a necessidade dos produtores de movimentar o estoque de grãos de menor qualidade deverão seguir influenciando o mercado nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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