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FAMBRAS Halal vai a Meca, na Arábia Saudita, para mostrar a qualidade e os diferenciais da certificação Halal brasileira

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Na próxima semana, entre os dias 23 e 25 de janeiro, a FAMBRAS Halal, primeira certificadora Halal do Brasil, estará na cidade de Meca, na Arábia Saudita, participando da primeira edição do Fórum Halal de Meca. O evento foi organizado pela Islamic Chamber Halal Services e pela Manafea Holding e conta com o apoio do Ministério do Comércio Saudita e da Organização para a Cooperação Islâmica (OIC) – organização intergovernamental que reúne 57 países, todos com expressiva população islâmica, do Oriente Médio, África, Ásia, América do Sul, e Europa.

Haverá mais de 40 workshops, 10 painéis de discussão e 200 expositores com oportunidades para parcerias e colaborações em vários setores. Uma programação à altura da força do mercado Halal: com base no Relatório do Estado da Economia Islâmica Global 2023/24, ele movimentou, em 2022, cerca de US$ 2,29 trilhões nos segmentos de alimentação, fármacos, cosméticos, moda, entretenimento e turismo. Este volume representa um crescimento anual de 9,5% em relação a 2021.

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De acordo com o diretor de inteligência comercial da FAMBRAS Halal, Omar Chahine, a certificadora terá um estande e apresentará aos visitantes como a FAMBRAS Halal atua no Brasil e na América Latina. “Nosso processo é pensado para conquistar a confiança não só do cliente que deseja certificar seus produtos, mas principalmente do consumidor muçulmano. Seguimos padrões muito rigorosos, oferecemos rastreabilidade e uma experiência de mais de 40 anos de mercado”, diz.

O diretor acredita que a participação no Fórum Halal de Meca também será importante para estreitar o relacionamento com entidades religiosas, governamentais e acreditadoras, além de atrair novos clientes que desejam ingressar no mercado islâmico utilizando o certificado da Fambras HALAL. “Nossa meta para 2024 é crescer aproximadamente 25% em número de empresas certificadas”

No dia 25 de janeiro, o presidente da FAMBRAS Halal, Mohamed Zoghbi – que também fará parte da comitiva da certificadora junto a Chahine, o diretor de relações internacionais, Nizar Ghandour, e o diretor de assuntos religiosos, Sheik Essadik El Otmani – fará uma apresentação durante o painel com o tema “Inovação: acompanhando as demandas do mercado e as tendências de sustentabilidade – O futuro da indústria alimentar Halal “.

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Zoghbi apresentará um breve perfil da FAMBRAS Halal e os investimentos que têm sido feitos no que tange à tecnologia, buscando as melhores soluções para incrementar a transparência e a rastreabilidade. Falará, ainda, sobre todo o trabalho social viabilizado pela certificadora visando às populações que vivem em situação de vulnerabilidade social aqui no Brasil – ações da Agenda ESG.

Fonte: Jaê Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado do cavalo Crioulo cresce com novas modalidades e maior participação de proprietários

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O mercado do cavalo Crioulo segue em trajetória de crescimento no Brasil e em outros países da América Latina, impulsionado principalmente pela ampliação das modalidades esportivas e pela maior participação de proprietários nas competições da raça.

A avaliação é do leiloeiro Marcelo Silva, diretor da Trajano Silva Remates, que observa uma expansão consistente do setor, ainda que em ritmo mais moderado nos próximos anos devido ao cenário econômico e político.

Novas modalidades ampliam participação no cavalo Crioulo

Segundo Silva, provas como Freio do Proprietário, Freio Jovem e outras modalidades voltadas a diferentes perfis de competidores têm desempenhado papel importante na expansão do mercado.

Na avaliação do leiloeiro, a diversificação das disputas permitiu maior aproximação de criadores, investidores e apaixonados pela raça, ampliando a base de participantes e fortalecendo toda a cadeia econômica ligada ao cavalo Crioulo.

“As provas mais voltadas aos proprietários fizeram com que a raça tivesse uma pulverização muito importante. Isso aproxima mais pessoas, aumenta o envolvimento com os animais e amplia o mercado em torno da raça”, afirma Marcelo Silva.

Internacionalização amplia oportunidades de negócios

O crescimento também é percebido fora do Brasil. Durante a realização da FICCC, em Montevidéu, Silva observou maior presença de participantes de países como Chile, Paraguai, Argentina, México e Brasil, além dos tradicionais criadores uruguaios.

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Segundo ele, o mercado do cavalo Crioulo deixou de estar concentrado apenas nos três principais polos históricos da raça — Brasil, Argentina e Uruguai — e passou a despertar interesse em novos mercados internacionais.

“Hoje já vemos negócios com o Paraguai e interesse de outros países. A raça não está mais limitada apenas a Uruguai, Argentina e Brasil. Esse é um sinal claro de que o mercado ganhou outra dimensão”, destaca.

Cenário econômico pode desacelerar ritmo de crescimento

Apesar do cenário positivo, Marcelo Silva avalia que fatores econômicos e políticos podem reduzir temporariamente a velocidade dos negócios até meados de 2027.

Entre os pontos de atenção estão o ambiente macroeconômico, o calendário eleitoral e a proximidade de grandes eventos esportivos internacionais, fatores que podem influenciar decisões de compra e investimentos no curto prazo.

“A raça continua e continuará crescendo. Talvez em um ritmo um pouco mais lento, principalmente até meados de 2027, por causa do ambiente econômico, das eleições e de outros fatores que acabam interferindo nas decisões de compra”, explica.

Calendário de eventos fortalece mercado e liquidez

Outro fator apontado como decisivo para o fortalecimento do setor é a ampliação do calendário de eventos ligados ao cavalo Crioulo.

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Segundo Silva, o mercado passou por forte descentralização nos últimos anos. Antes, os principais negócios estavam concentrados em cidades tradicionais como Bagé, Uruguaiana, Jaguarão, Pelotas e na Expointer.

Hoje, a multiplicação de provas, exposições e remates contribui para aumentar a circulação de animais, criadores e investidores em diferentes regiões, ampliando as oportunidades comerciais.

“A associação vem fazendo uma gestão muito positiva, e a multiplicação dos eventos ajudou a dar mais movimento ao mercado. Antes eram poucos pontos de concentração. Agora, a raça anda em um ritmo muito mais amplo”, ressalta.

Esporte e negócios sustentam expansão da raça

Nos próximos meses, a agenda de leilões e competições deve seguir aquecendo o mercado do cavalo Crioulo. Para o setor, a combinação entre esporte, internacionalização, calendário de eventos e liquidez em pista continuará sendo o principal motor de crescimento da raça nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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