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Exportações de carne suína registram avanço de 12,3% no preço médio em janeiro

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As exportações brasileiras de carne suína fresca, refrigerada ou congelada atingiram 74 mil toneladas até a quarta semana de janeiro de 2025, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (27) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Em comparação, no mesmo período de 2024, foram exportadas 83,7 mil toneladas em 22 dias úteis.

A média diária de exportação em janeiro/25 foi de 4,3 mil toneladas, representando um crescimento anual de 14,3%. Para efeito de comparação, em novembro de 2024, a média diária havia sido de 3,8 mil toneladas.

Preço médio e receita total

O preço médio da carne suína exportada até a quarta semana de janeiro ficou em US$ 2.451 por tonelada, registrando um aumento de 12,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor negociado era de US$ 2.182 por tonelada.

A receita gerada pelas exportações até o momento somou US$ 181,383 milhões, ligeiramente abaixo dos US$ 182,814 milhões obtidos no mesmo período de 2024. Apesar disso, a média diária de receita avançou 28,4%, atingindo US$ 10,669 milhões, frente à média de US$ 8,309 milhões registrada em janeiro do ano passado.

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O desempenho positivo no volume médio e no preço reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado internacional, consolidando perspectivas favoráveis para o setor no início de 2025.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Oferta restrita impulsiona preço do café e mantém cotações em alta no mercado internacional

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A oferta limitada de café no mercado físico voltou a sustentar a valorização dos contratos futuros na última semana, reforçando o cenário de firmeza para as cotações internacionais. Mesmo diante da expectativa de uma safra recorde no Brasil, a menor disponibilidade imediata do produto, aliada a fatores técnicos e à atuação dos investidores, manteve o mercado aquecido.

De acordo com análise da StoneX, o café arábica alcançou as maiores cotações das últimas seis semanas, refletindo a combinação entre a leve deterioração das condições de colheita no Brasil e o movimento de recompra de posições vendidas por fundos de investimento.

O contrato de setembro de 2026 do café arábica encerrou a semana cotado a 273,2 centavos de dólar por libra-peso, acumulando valorização de 2,0% no período.

O desempenho reforça que, apesar da perspectiva de uma produção brasileira robusta em 2026, o mercado segue atento à disponibilidade de café no curto prazo. A restrição na oferta física continua sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços, evidenciando a sensibilidade das bolsas às condições imediatas de abastecimento.

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Robusta também registra valorização

O mercado do café robusta acompanhou o movimento de alta, sustentado pelas preocupações relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção mundial e pelo ritmo ainda moderado de comercialização no Brasil.

O contrato de setembro de 2026 fechou a semana cotado a US$ 3.627 por tonelada, avanço de 1,0% em relação à semana anterior. Durante o pregão de quinta-feira (25), a cotação chegou a US$ 3.692 por tonelada, o maior patamar registrado desde o fim de março.

Cenário externo influencia, mas fundamentos do café predominam

No ambiente macroeconômico, os investidores também monitoraram os desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã. A queda dos preços internacionais do petróleo ao longo do fim de semana ajudou a melhorar o sentimento dos mercados financeiros.

Apesar desse contexto, os fundamentos específicos do mercado cafeeiro continuaram sendo o principal direcionador das cotações. A evolução da colheita brasileira, a oferta disponível de grãos e a atuação dos fundos de investimento permaneceram no centro das atenções, sustentando tanto o café arábica quanto o robusta no mercado internacional.

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Com estoques ainda ajustados e comercialização cautelosa por parte dos produtores, o mercado segue acompanhando de perto o avanço da safra brasileira, fator que deverá continuar determinando o comportamento dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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