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Exportações de Carne Suína Iniciam Setembro com Crescimento Expressivo

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As exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada começaram setembro com resultados promissores, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (9) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal. Comparando tanto com setembro do ano passado quanto com a última semana de agosto, os números revelam um cenário de crescimento.

Até a primeira semana de setembro, que contou com cinco dias úteis, a receita gerada pelas exportações de carne suína alcançou US$ 65,34 milhões, representando 28,59% do total arrecadado durante todo o mês de setembro de 2023, quando o faturamento foi de US$ 228,53 milhões. O volume exportado também seguiu essa tendência positiva: foram embarcadas 25.538,71 toneladas, equivalentes a 25,94% do total registrado em agosto de 2023, que foi de 98.438,33 toneladas.

Aumento na Receita e Volume Diário

A média diária de faturamento até o momento chegou a US$ 13,06 milhões, um aumento de 14,4% em comparação a setembro de 2023. Em relação à semana anterior, o crescimento foi de 10,23%, superando os US$ 11,85 milhões obtidos no período anterior.

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No que se refere ao volume diário exportado, foram embarcadas 5.107,74 toneladas, registrando um aumento de 3,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Quando comparado com a semana anterior, o crescimento foi de 5,97%, em relação às 4.819,62 toneladas exportadas.

Preço por Tonelada em Alta

O preço médio pago por tonelada de carne suína também apresentou valorização. Até o momento, o valor chegou a US$ 2.558,49, uma alta de 10,2% em relação a setembro de 2023. Na comparação com a semana anterior, o preço teve um acréscimo de 4,01%, superando os US$ 2.459,69 observados anteriormente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Boi gordo inicia semana com estabilidade de preços em São Paulo e mercado acompanha ajustes no atacado

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O mercado do boi gordo iniciou a semana com preços estáveis no Estado de São Paulo, refletindo um cenário de cautela por parte dos frigoríficos e baixo volume de negociações. Segundo análise desta segunda-feira (1º) do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, o comportamento é considerado típico do início do mês e do início da semana, quando as indústrias aguardam maior clareza sobre o escoamento da carne.

Mercado do boi gordo opera com estabilidade e baixa liquidez

Mesmo com a estabilidade nas cotações, o mercado apresentou movimentação reduzida, com frigoríficos adotando postura mais conservadora nas compras.

De acordo com a Scot Consultoria, as escalas de abate estavam, em média, em sete dias, indicando um nível de abastecimento considerado confortável para a indústria no curto prazo.

Encerramento de contrato futuro na B3 marca referência de preços

O mercado também acompanhou a liquidação do contrato futuro do boi gordo com vencimento em maio de 2026 (BGIK26), negociado na B3, realizada no último dia útil de maio.

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O contrato encerrou com a arroba cotada a R$ 348,18, segundo indicador da bolsa.

No mesmo período, o indicador do Cepea registrou R$ 348,25 por arroba, enquanto a Scot Consultoria apontou média de R$ 349,14 por arroba, considerando os últimos cinco dias de movimentação.

Carne bovina no atacado registra alta após semanas de estabilidade

No mercado atacadista de carne com osso, o escoamento permaneceu lento, mas suficiente para evitar acúmulo de estoques nas câmaras frigoríficas.

Apesar disso, os preços das carcaças casadas registraram reajustes após seis semanas consecutivas sem variações positivas, indicando leve reação no mercado interno.

A carcaça casada do boi capão teve alta de 0,4%, equivalente a R$ 0,10 por quilo. Já o boi inteiro apresentou valorização de 1,8%, com aumento de R$ 0,40 por quilo.

Entre fêmeas, a carcaça da vaca casada avançou 1,2% (+R$ 0,25/kg), enquanto a da novilha registrou alta de 1,1%, também com acréscimo de R$ 0,25/kg.

Proteínas concorrentes registram queda nos preços

No movimento contrário ao da carne bovina, as proteínas alternativas apresentaram recuo nas cotações.

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O frango médio registrou queda de 3,9%, equivalente a R$ 0,25 por quilo. Já o suíno especial recuou 2,2%, com baixa de R$ 0,20 por quilo.

Perspectiva é de ajuste gradual no mercado da carne bovina

A expectativa do setor é de uma melhora gradual nas negociações ao longo dos próximos dias, com possível aumento do escoamento interno e maior sustentação para os preços da carne bovina no atacado.

O comportamento do consumo e a reposição entre atacado e varejo devem ser determinantes para os próximos movimentos do mercado pecuário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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