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Exportações de carne suína acumulam 69% da receita total prevista para maio de 2024 até a terceira semana

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Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados nesta segunda-feira (19), as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada, até a terceira semana de maio (11 dias úteis), já alcançaram 69% da receita total esperada para o mês de maio de 2024.

Receita e volume embarcado

Até o momento, o faturamento registrado soma US$ 145,3 milhões, o que equivale a 69,14% dos US$ 210 milhões arrecadados durante todo o mês. Em termos de volume, foram embarcadas 56.750 toneladas, correspondendo a 61,93% das 91.629 toneladas exportadas em maio do ano passado.

Faturamento médio diário

A média diária de faturamento até a terceira semana de maio foi de US$ 13,2 milhões, um aumento de 32% em comparação a maio de 2023. Porém, houve uma queda de 10,54% em relação à média diária da semana anterior, que foi de US$ 14,76 milhões.

Volume médio diário exportado

O volume médio diário exportado ficou em 5.159 toneladas, representando um crescimento de 18,2% em comparação ao mesmo período de maio do ano passado. Em relação à semana anterior, houve uma redução de 10,81%, quando a média diária foi de 5.785 toneladas.

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Preço médio por tonelada

O preço médio pago por tonelada de carne suína exportada atingiu US$ 2.559,59, valor 11,6% superior ao registrado em maio de 2023. Em comparação com a semana anterior, houve um leve aumento de 0,30%, já que o preço médio na semana passada era de US$ 2.499,44.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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