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Exportações de carne de frango em maio já somam 30% do total registrado no mesmo mês de 2024

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De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), em apenas seis dias úteis, os embarques já representam cerca de 30% do total exportado durante todo o mês de maio do ano passado, tanto em receita quanto em volume.

Desempenho parcial indica crescimento nas exportações

Segundo a Secex, até a segunda semana de maio, o Brasil exportou 139.401,43 toneladas de carne de frango, o equivalente a 32,84% do total embarcado no mesmo mês de 2024, que somou 424.417,36 toneladas.

Em termos de receita, o valor acumulado neste início de mês chegou a US$ 251,04 milhões, o que corresponde a 33,38% do faturamento total de US$ 751,89 milhões registrado em maio do ano passado.

Média diária cresce em valor e volume

O desempenho diário das exportações também mostra crescimento em relação ao ano anterior. A média diária de faturamento foi de US$ 41,83 milhões, resultado 16,9% superior ao registrado em maio de 2024. Na comparação com a semana anterior, houve um acréscimo de 3,48% em relação aos US$ 40,43 milhões.

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Já a média diária de volume exportado ficou em 23.233,57 toneladas, representando um aumento de 15,0% em relação ao mesmo período de 2024. Em relação à semana anterior, o volume também cresceu, com alta de 5,44% sobre as 22.033,29 toneladas embarcadas nos primeiros dias do mês.

Preço por tonelada mantém leve variação

O preço médio pago por tonelada de carne de frango até agora foi de US$ 1.800,83, valor 1,7% superior ao registrado em abril de 2024. No entanto, em relação à semana anterior, o preço apresentou uma leve queda de 1,86%, quando o valor estava em US$ 1.835,00 por tonelada.

Perspectiva positiva para o mês

Com base nos resultados das duas primeiras semanas de maio, as exportações de carne de frango seguem em trajetória positiva. O ritmo dos embarques e o desempenho médio diário indicam que o setor poderá encerrar o mês com números superiores aos de 2024, ainda que o preço por tonelada oscile levemente. O cenário reforça a relevância do setor avícola brasileiro no mercado internacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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