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Exportações Brasileiras Atingem US$ 247 Bilhões até a Terceira Semana de Setembro

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Na terceira semana de setembro de 2024, a Balança Comercial do Brasil registrou um superávit de US$ 271 milhões, resultando em uma corrente de comércio de US$ 12,5 bilhões. Esse desempenho foi impulsionado por exportações no valor de US$ 6,4 bilhões e importações somando US$ 6,1 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (13/9) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex-MDIC).

Até a terceira semana de setembro, as exportações acumuladas totalizam US$ 20,4 bilhões, enquanto as importações chegaram a US$ 16,9 bilhões, resultando em um saldo positivo de US$ 3,5 bilhões e uma corrente de comércio de US$ 37,4 bilhões. No acumulado de janeiro até a terceira semana de setembro, as exportações atingiram US$ 247,5 bilhões e as importações totalizaram US$ 189,9 bilhões, com um superávit de US$ 57,6 bilhões e uma corrente de comércio de US$ 437,3 bilhões.

Comparativo Mensal

Ao comparar as médias diárias de exportação até a terceira semana de setembro de 2024, que foram de US$ 1,366 bilhão, com as de setembro de 2023, de US$ 1,436 bilhão, observa-se uma queda de 4,9%. Em contrapartida, as importações apresentaram um aumento de 15,7%, subindo de US$ 976,6 milhões em 2023 para US$ 1,130 bilhão em 2024.

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Nesse contexto, a média diária da corrente de comércio até a terceira semana de setembro de 2024 foi de US$ 2,496 bilhões, com um saldo médio diário de US$ 235,69 milhões. Em comparação com setembro de 2023, houve um crescimento de 3,5% na corrente de comércio.

Desempenho Setorial

No acumulado até a terceira semana de setembro de 2024, o desempenho das exportações nos diferentes setores apresentou variações. A Agropecuária registrou uma queda de US$ 55,4 milhões (16,9%), enquanto a Indústria Extrativa teve uma redução de US$ 110,79 milhões (28,6%). Por outro lado, a Indústria de Transformação viu um crescimento de US$ 95,64 milhões (13,5%) nas exportações.

Nas importações, a média diária indicou um crescimento de US$ 2,87 milhões (14,8%) na Agropecuária, um aumento significativo de US$ 29,76 milhões (56,1%) na Indústria Extrativa e um crescimento de US$ 120,42 milhões (13,4%) em produtos da Indústria de Transformação.

Balança Comercial Preliminar Parcial – 3º semana de setembro/2024

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz termina no Rio Grande do Sul e mercado enfrenta baixa liquidez com pressão nos preços

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Com o encerramento oficial da colheita da safra 2025/26 no Rio Grande do Sul, o mercado brasileiro de arroz em casca entrou em uma nova fase, marcada por baixa liquidez, cautela nas negociações e pressão sobre os preços pagos ao produtor. O cenário foi destacado em análise do Cepea, que aponta mudança no foco dos agentes do setor, agora concentrados nas estratégias de comercialização e nas perspectivas para os próximos meses.

Sem a urgência das operações de campo, produtores e compradores passaram a atuar de forma mais seletiva. Segundo o levantamento, parte dos orizicultores intensificou a oferta do cereal com o objetivo de gerar caixa e cumprir compromissos financeiros de curto prazo. Em contrapartida, outro grupo prefere segurar os estoques, avaliando que os preços atuais ainda não cobrem adequadamente os custos de produção.

A postura mais retraída de parte dos produtores limita o ritmo dos negócios, contribuindo para um ambiente de baixa movimentação no mercado físico.

Indústrias adotam cautela nas compras

Do lado comprador, a cautela também predomina. Conforme análise do Cepea, embora haja interesse na aquisição do arroz, as indústrias vêm reduzindo os valores ofertados aos produtores em razão do desempenho mais fraco das vendas de arroz beneficiado no mercado interno.

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Outro fator que influencia o comportamento das empresas é a priorização do uso de estoques já armazenados em suas unidades, reduzindo a necessidade imediata de novas aquisições no mercado spot.

Esse cenário mantém o mercado pressionado e dificulta uma recuperação mais consistente das cotações no curto prazo.

Mercado monitora próximos movimentos

Com a colheita encerrada no principal estado produtor do país, o setor agora acompanha fatores como ritmo da demanda doméstica, comportamento das exportações e capacidade de retenção dos produtores para avaliar os próximos movimentos do mercado de arroz.

Analistas destacam que a sustentação dos preços dependerá principalmente da retomada da demanda e da postura dos vendedores nas próximas semanas, em um ambiente ainda marcado por margens apertadas e elevada sensibilidade aos custos de produção.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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