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Exportação de soja do Brasil em Feb/24 apresenta leve redução, indica Anec

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A exportação de soja do Brasil em fevereiro foi estimada em 7,3 milhões de toneladas, conforme dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) divulgados nesta quarta-feira. Essa estimativa representa uma redução de 3,3% em comparação com o volume exportado no mesmo mês do ano anterior, indicando uma possível triplicação em relação a janeiro, quando a oferta da nova safra era limitada.

O país observa uma colheita de soja adiantada devido à seca e ao calor, que não apenas impactaram parte da safra, mas também encurtaram o ciclo das lavouras. A Anec considera a possibilidade de os embarques de soja serem superiores às estimativas, mencionando que a programação de navios aponta para mais de 10 milhões de toneladas para o mês.

Em contrapartida, a exportação de milho brasileiro foi estimada em 773.940 toneladas em fevereiro, em comparação com 1,94 milhão de toneladas no mesmo período de 2023. A transição dos terminais para a soja, aproveitando a oferta da safra nova, resultou em uma redução significativa em relação às 3,4 milhões de toneladas exportadas em janeiro.

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Quanto ao farelo de soja, a Anec prevê a exportação de 1,75 milhão de toneladas em fevereiro, indicando estabilidade em relação a janeiro e um aumento em comparação com o mesmo mês de 2023 (1,28 milhão de toneladas).

A exportação de trigo do Brasil está estimada em quase 500 mil toneladas, ligeiramente abaixo do registrado em fevereiro de 2023, e uma redução em relação às 685 mil toneladas exportadas em janeiro, quando atingiram o maior volume em mais de um ano, de acordo com dados da Anec.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Alface perde força no atacado com excesso de oferta e demanda enfraquecida; mercado do boi gordo hoje opera com pressão moderada

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Mercado de hortifrúti sente impacto do calendário e da oferta elevada

O mercado de alface registrou enfraquecimento nas vendas ao longo da última semana no atacado paulista, especialmente na Ceagesp. De acordo com levantamentos do Hortifrúti/Cepea, o escoamento até apresentou desempenho razoável nos primeiros dias, mas perdeu ritmo gradualmente.

A desaceleração esteve diretamente ligada ao aumento expressivo da oferta. Além do maior volume de alface disponível, o entreposto recebeu uma ampla variedade de hortaliças, ampliando a concorrência entre os produtos e pressionando os preços.

Outro fator determinante foi o contexto do calendário. O encerramento do mês, tradicionalmente marcado por menor poder de compra do consumidor, somado ao feriado, reduziu ainda mais a demanda. Como resultado, os preços recuaram no atacado, refletindo um cenário típico de excesso de oferta combinado com consumo enfraquecido.

Perspectiva: cautela no curto prazo

Para esta semana, a tendência apontada por agentes de mercado é de maior cautela por parte dos atacadistas. A estratégia deve ser de controle na entrada de mercadorias, evitando novos acúmulos de estoque até que haja sinais mais claros de retomada da demanda.

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Com o início de maio, a expectativa é de uma recuperação gradual do consumo, o que pode contribuir para maior equilíbrio entre oferta e procura e, consequentemente, para estabilização dos preços.

Boi gordo hoje: mercado segue pressionado, mas com sinais de estabilidade

No mercado pecuário, o boi gordo apresenta um cenário de pressão moderada nesta terça-feira, com frigoríficos ainda operando com escalas de abate relativamente confortáveis em diversas regiões do país.

As cotações seguem oscilando de forma pontual, com tendência de estabilidade a leve baixa em praças importantes. O avanço da oferta de animais terminados, favorecido pelas boas condições de pastagem em algumas regiões e pelo ritmo de confinamento, contribui para limitar movimentos de alta.

Por outro lado, a demanda interna permanece mais contida, influenciada pelo poder de compra da população. Já no mercado externo, as exportações continuam dando sustentação parcial aos preços, com volumes consistentes embarcados.

Resumo dos movimentos de mercado
  • Alface: queda nas vendas e pressão sobre preços devido à alta oferta e demanda enfraquecida
  • Hortaliças em geral: aumento de disponibilidade intensifica concorrência no atacado
  • Boi gordo: mercado com leve pressão, mas tendência de estabilidade no curto prazo
  • Expectativa: recuperação gradual da demanda no hortifrúti e atenção ao ritmo das exportações de carne bovina
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O cenário atual reforça a importância do ajuste entre oferta e demanda em diferentes segmentos do agronegócio, com o comportamento do consumo sendo decisivo tanto para hortifrúti quanto para a pecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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