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ExpoMAR 2024 terá apoio do Sistema Faesc/Senar

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O Sistema Faesc/Senar (Federação da Agricultura e Pecuária e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado de Santa Catarina) confirmou apoio e participação na segunda edição da ExpoMAR – Pesca, Maricultura & Logística. A feira, programada para o período de 9 a 11 de julho, reunirá o que há de melhor em tecnologias e conhecimentos nas áreas de pesca, piscicultura e maricultura.

A parceria foi firmada nesta semana pelo presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, pela CEO ExpoMAR, Eliana Panty, e pelo presidente da feira e ex-ministro da Pesca, Altemir Gregolin. Além de envolver na programação as equipes técnicas que atuam na Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) nas áreas de piscicultura e de maricultura (produção de ostras), a entidade levará ao evento produtores que fazem parte da ATeG nas duas cadeias produtivas.

Pedrozo ressaltou a satisfação em apoiar uma iniciativa tão importante para impulsionar a competitividade dos setores pesqueiros no mercado. “Além de auxiliarmos no desenvolvimento de uma programação especialmente focada na maricultura e na piscicultura, envolvendo a participação de nossas equipes técnicas, também demonstraremos o expressivo trabalho desenvolvido pelo Sistema Faesc/Senar por meio da ATeG”.

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O dirigente frisou, ainda, que a piscicultura e maricultura possuem grande potencial de crescimento. “As expectativas para a ExpoMAR são as melhores, pois teremos tecnologias, conhecimentos e debates sobre as recentes inovações em um só lugar”.

Ao comentar sobre a parceria, Gregolin destacou que o Senar é uma instituição importantíssima, não somente no estado como em todo o país. “Sua participação com estande e apoio, além de mobilização dos maricultures e piscicultores catarinenses seguramente agregará muito ao evento. O Senar/SC também dará sugestões para a formatação da programação que terá mais de 40 especialistas abordando a temática da pesca, da maricultura e da piscicultura. Além disso, auxiliará com temas, sugestões de conferencistas nacionais e internacionais e, certamente, dará uma grande contribuição para a segunda edição da ExpoMAR, que será maior e melhor que a edição de 2023”, frisou Gregolin.

Eliana complementou que a primeira edição, no ano passado, foi um sucesso. “Tivemos um número superior a 2.500 inscritos e mais de 50 empresas expositoras, apoiadoras e patrocinadoras do evento. Foram mais de 18 horas de conteúdo com 55 palestrantes nacionais e internacionais. Nesta segunda edição aumentaremos em 40% a área da feira e a grande novidade são as tecnologias para a piscicultura (aeradores, tanque-rede, alimentadores automáticos, nutrição e genética, entre outras). Anteriormente, o evento envolvia somente pesca e maricultura”.

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Eliana reforçou o importante papel do Sistema Faesc/Senar na ExpoMAR destacando a transferência de conhecimento em tecnologia. “Além de oferecer toda a assistência técnica, a entidade orienta também sobre a gestão, que é fundamental para o desenvolvimento tanto da piscicultura quanto da maricultura. Trata-se de um parceiro fundamental porque levará informação e conhecimento para ao produtor durante a programação especial na ExpoMAR”.

A ExpoMAR é promovida pelo IFC Brasil – International Fish Congress & Fish Expo Brasil com a correalização da Fundep (Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciências), SINDIPI (Sindicato dos Armadores e das Indústrias da Pesca de Itajaí e Região) e Univali (Universidade do Vale do Itajaí).

Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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