AGRONEGÓCIO

Expointer 2025: programação da Ascribu destaca assados, degustações e criação sustentável do búfalo

Publicado em

A Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu) preparou uma programação diversificada para a 48ª Expointer, que acontece de 30 de agosto a 7 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). O calendário inclui julgamentos de raças, assados e participação na Vitrine da Carne Gaúcha, com foco tanto no produtor quanto no consumidor.

Maior concentração de atividades: 2 a 4 de setembro

A presidente da Ascribu, Desireé Möller, destacou que os dias 2, 3 e 4 de setembro terão a maior concentração de eventos.

  • Terça-feira, 2 de setembro: Pela manhã, a Ascribu participa da Comissão de Pecuária Orgânica do CRMV/RS, apresentando produtos bubalinos, como carne e leite, quase totalmente orgânicos, graças à resistência natural dos búfalos ao carrapato e ao baixo uso de carrapaticidas.
    • À tarde, será assada a segunda carcaça inteira de búfalo da Expointer, com distribuição ao público a partir das 15h, em frente à Casa do Búfalo.
  • Quarta-feira, 3 de setembro: Início dos julgamentos das raças Murrah e Mediterrâneo, na pista central do parque.
    • À noite, jantar em homenagem a Caio Rossato, ex-presidente da Associação Brasileira de Criadores de Búfalos (ABCB), seguido da assembleia geral da Ascribu para encerramento da gestão atual.
  • Quinta-feira, 4 de setembro: Dia do Queijo, das 10h às 15h, na Casa do Búfalo, em parceria com a UFRGS, mostrando ao público a produção de derivados do leite de búfala.
Leia Também:  Faturamento da cafeicultura brasileira pode atingir R$ 116,42 bilhões em 2025
Participação na Vitrine da Carne Gaúcha

A Ascribu também marcará presença em três apresentações na Vitrine da Carne Gaúcha, nos dias: 30 de agosto, 1º de setembro e 6 de setembro. O objetivo é mostrar a versatilidade do búfalo na culinária cotidiana e permitir degustações ao público.

Sustentabilidade e saúde na criação do búfalo

Desireé Möller ressalta que o búfalo se destaca por ser uma espécie resistente, sustentável e praticamente orgânica, contribuindo para uma produção ambientalmente mais saudável e de baixo impacto, reforçando o potencial do animal tanto para o mercado quanto para o consumo consciente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Agronegócio movimentou R$ 45,6 bilhões no primeiro semestre

Published

on

O agronegócio de Minas Gerais movimentou R$ 45,6 bilhões com as vendas ao exterior no primeiro semestre de 2026. Com 8,46 milhões de toneladas enviadas a 166 países, o estado manteve a terceira posição entre os maiores exportadores do agro brasileiro, atrás apenas de Mato Grosso e São Paulo.

Os dados foram divulgados no Informativo Conjuntural de julho, publicado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG), com base nos registros do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Os valores foram convertidos pela cotação de R$ 5,09.

Minas Gerais respondeu por 10,3% das exportações brasileiras do agronegócio entre janeiro e junho. O setor também gerou 40,9% de toda a receita obtida pelo estado com as vendas internacionais, demonstrando a importância das atividades rurais para a economia mineira.

A China permaneceu como o principal destino dos produtos agropecuários do estado. Na sequência aparecem Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão. A presença em mercados com diferentes perfis de consumo reduz a dependência de um único comprador e amplia as possibilidades de comercialização para produtores, cooperativas e agroindústrias.

O café continuou como o principal produto da pauta. As vendas somaram R$ 22,9 bilhões e representaram 50,1% de toda a receita do agronegócio mineiro no exterior. Foram embarcadas aproximadamente 10,8 milhões de sacas de 60 quilos no semestre.

O preço médio do café exportado aumentou 4,2% na comparação com o primeiro semestre de 2025. Convertida para a moeda brasileira, a média passou de aproximadamente R$ 2.034 para R$ 2.119 por saca. Essa referência corresponde ao valor do produto embarcado e não ao preço pago diretamente ao cafeicultor.

Leia Também:  Expansão da ferrovia no Sul do Brasil impulsiona transporte sustentável e eficiência logística

A valorização ajudou a sustentar a receita em um período de menor disponibilidade do grão. O volume exportado diminuiu 21,6%, depois dos elevados embarques realizados nos ciclos anteriores e dos efeitos do clima sobre a produção e os estoques.

A perspectiva para os próximos meses é favorecida pela entrada da safra de 2026. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil possa colher 66,2 milhões de sacas, crescimento de 17,1% sobre o ciclo anterior.

Minas Gerais, maior produtor nacional de café, deverá ter participação decisiva nesse avanço. A bienalidade positiva do arábica, a ampliação da área em produção e a recuperação esperada da produtividade podem aumentar a disponibilidade do grão para o mercado interno e para as vendas internacionais.

A soja foi o segundo principal grupo da pauta e apresentou crescimento. As exportações de grão, farelo e óleo movimentaram R$ 10,9 bilhões, alta de 10,2%. O volume chegou a 5,01 milhões de toneladas, avanço de 2,5%.

O resultado do complexo soja mostra que Minas Gerais também amplia sua participação na comercialização de produtos processados. A produção de farelo e óleo agrega valor ao grão, movimenta as indústrias de esmagamento e atende às cadeias de ração animal e biodiesel.

Leia Também:  Irrigação é apontada como fator estratégico para o futuro do café brasileiro

As carnes também avançaram. Os embarques renderam R$ 4,8 bilhões, crescimento de 13,4% em relação ao primeiro semestre do ano passado. O estado vendeu 247,3 mil toneladas, volume 3,7% maior.

O aumento mais expressivo da receita em relação à quantidade indica melhora no valor médio das carnes exportadas. O movimento favorece frigoríficos, cooperativas e pecuaristas integrados às cadeias que atendem ao mercado internacional.

O complexo sucroalcooleiro, formado principalmente por açúcar e etanol, movimentou R$ 2,7 bilhões, enquanto os produtos florestais renderam R$ 2,6 bilhões. Juntos, café, soja, carnes, produtos sucroalcooleiros e produtos florestais responderam por 96,2% das vendas externas do agronegócio mineiro.

Produtos tradicionais e de maior valor agregado também conquistaram espaço. Queijos, doce de leite, cachaça e doces mineiros movimentaram cerca de R$ 49,4 milhões no semestre. Embora tenham participação menor na pauta, esses produtos abrem oportunidades para pequenas e médias agroindústrias que trabalham com origem, qualidade, tradição e indicação geográfica.

Na comparação com o primeiro semestre de 2025, a receita total das exportações do agro mineiro recuou 9,6% e o volume diminuiu 3%. Ainda assim, o crescimento da soja e das carnes, a valorização média do café e a presença em 166 mercados mantiveram Minas Gerais entre as principais forças do agronegócio exportador brasileiro.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA